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because your smile make me live ♥

so strong, so broken

so strong, so broken

because your smile make me live ♥

30
Out16

é só o desabafo de uma doente

Ontem foi um bom final de tarde passado na praia com a cachorra, mas mais uma vez foi daqueles momentos que queria que também lá estivesses estado ou pudesse ter partilhado contigo logo a seguir. Por breves momentos senti-me uma criança a correr na areia com uma pequena peste atrás dela, a gerar aquela felicidade enganadora.

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Hoje estou doente, queria que estivesses aqui para cuidar de mim. As saudades sentem-se mais, esta dor que teima em se entranhar e alojar-se.

Estou novamente sozinha, a fazer-me de forte, quando é só mais uma das máscaras prontas a usar. Preciso de ti aqui, não longe, quase incontável e a fazer um esforço enorme para não ir mais uma vez abaixo e me deixar levar pelo choro e desespero. A minha razão sabe que é preciso chorar e engolir, porque o amanhã (sem contar com os próximos que vamos continuar neste desespero) é um daqueles dias, mas é sempre tanto a ocorrer ao mesmo tempo... Quero ser a luz que me ensinaste a ser, mas a escuridão é mais "confortável" quando os sentimentos doem no peito e chorar lágrimas tão profundas que ecoam neste quarto vazio sem a tua presença.

28
Out16

*lágrimas de saudades

Quando o coração chora, a dor é profunda. As saudades criam uma ferida que se aprofunda e entranha.

Aqueles momentos de desespero em que o mundo parece negro, uma chuva intensa arrasta as mágoas e a dor pela minha cara. Caio sobre mim, porque me deixo levar tanto pelas emoções, porque tenho que ser tão fraca e deixar-me cair tão rápido...

Não queria ser tão sensível e chorona, mas também não desejei que a nuvem negra voltasse. Como é ardúo lutar todos os dias contra este inimigo invisivel, que teima em me acompanhar. Como desejava que o tempo passasse mais rápido e que houvesse dias que não fossem tão dolorosos, em que as palavras são escassas e me sinto tão só e abandonada. 

Nunca imaginei que as saudades viessem a pesar tanto no coração e na alma, que as coisas mais simples despertassem memórias tão bondosas, mas ao mesmo tempo tão carregadas daquela nostalgia de distância.

25
Out16

put your mask and smile

Put your mask and smile, just for a minutes let yourself be that sweet and silly girl. Let your smile touch others and conquist the heart of the person who you love.

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And then you can be the dark girl again, who try everyday to not have another breakdown, and believe in that sweet words. Reality is so hard when it's a good heart who feel too much for her strenght. Despite the temptations, she must keep going! Wake up, swallow the cry, put the mask on, be there for the others, continue with the routine, and in the end of the day wait to not fall again, stay up until late because the darkness sometimes is so confortable with the soul. 

Missing you is the hardest thing, this whole on my chest who make me cry without a warning.

I miss you, I need you.

23
Out16

A clareira

Ela era apenas uma rapariga que gostava de ler, era a sua maneira de escapar à realidade a que era sujeita. Sonhar acordada era uma constante, tanto que lhe passaram a chamar a ingénua.

A neblina ia invadindo a floresta ao anoitecer, concedendo-lhe aquele ar de mistério. A luminosidade começava a escassear, mas isso não a impedia de continuar. O vestido longo arrastava as pequenas folhas que iam caindo com o movimento do vento, os cabelos longos e ondulados tocavam nos ombros e costas nuas. Ela não sabia qual era o seu destino, apenas sabia que tinha que continuar e desfrutar da sensação que a natureza lhe proporcionava. Parada no meio daquele ambiente de mistério e aconchego, ainda era possível ver a entrada da floresta e as cores no horizonte, tons de rosa, laranja e vermelho, com alguns rasgos brancos das nuvens. Era uma explosão maravilhosa, que transmitia uma paz para os olhos verem, a beleza que o universo pode proporcionar. Os minutos dourados iam desvanecendo-se e dando lugar ao luar que lentamente ia subindo no céu. Ela caminhava para dentro da floresta, as formas das árvores iam mudando com a ascensão luar, o vento permitia ouvir os sons da natureza, os animais noturnos que acordavam e os diurnos que se preparavam para irem dormir. Deixando-se guiar pelos seus sentidos foi dar a uma clareira pequena, mas repleta de flores que coabitavam com pirilampos, proporcionando um ambiente mágico. Como era belo e sossegado, o vestido e os cabelos continuavam a esvoaçar ao vento enternecedor, os pensamentos fluíam como os pirilampos que rodopiavam pelo ar. Ela deixou-se cair e o seu corpo perdeu o peso do mundo e abraçou a energia que aquele ambiente proporcionava. Não existia nada para além da beleza que era vista, e os sentimentos e sensações que os sentidos captavam. O tempo deixara de existir, porque a vida passara a ser tão simples naquela noite.  O corpo dela encontrava-se deitado na relva rasteira, a sua mente deixava-se levar, naquela clareira em que tudo era possível para uma mente ilimitada e curiosa. Ela descobrira que a beleza não está só no ambiente que a rodeava, mas também nela própria. Um ramo permitia-lhe escrever os seus pensamentos soltos naquele chão coberto de terra, folhas e erva. A terra iria guardar os seus desejos e segredos. O luar começa a desvanecer-se com os primeiros raios de sol, mais uma vez ela levanta-se e percorre o caminho por onde veio. A neblina desaparece com o calor da terra, as sombras e formas passam a tomar estrutura, mas o vento continua a fazer-lhe companhia, a percorre-lhe o corpo e a aguçar os sentidos. À entrada da floresta os raios de sol tomam a forma do sol e ela sorri.

Não importava qual era o livro, a história era lida e sentida, e nas horas que era obrigada a viver a sua vida para ter um futuro e sustentar-se, a sua mente divagava pelo sonho que tinha desde que era uma criança, que aprendera a ler e escrever. A clareira onde se permitia ser ninguém, a ser a própria liberdade, os próprios desejos, a ser a pessoa ingênua que busca encontrar o seu lugar no mundo.

 

21
Out16

*ainda só passou um mês

Ainda só passou um mês e nem vale a pena falar nos que ainda estão por vir.

A rotina não se tornou mais fácil, apenas virou automática, porque por mais que a minha alma queria ficar fechada o tempo todo, a vida lá fora continua e tenho uma licenciatura para acabar.

As saudades aumentam, acordar é uma tortura! Mais um dia sem ti, mais um dia em que não sei quando vamos poder falar, mais um dia a segurar o choro até à noite porque a dor é imensa. Ainda há alturas que consigo ser realista e agarro-me ao que gostas e ao futuro mas nunca é suficiente. O suficiente és tu e isso é a conta gotas...

Até agora sobrevivi, muito mal, pensava que as coisas iriam começar a tornar-se mais fáceis mas tem dias, e sem te sentir ainda é mais doloroso e arrasa o pouco que surgindo da minha alma.

Quero que vivas, mas não te esqueças de mim e do quão vais influenciar o meu dia. Também quero viver mas estou perdida na depressão e de manter ocupada e o resultado é esta rapariga que voltou a usar uma máscara.

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18
Out16

a luta do dia a dia

Não me lembro de ter um dia tão cansativo há um bom tempo.

Continuo a procura de respostas para as minhas perguntas, porque é que no meio das coisas boas que vão aparecendo ao encarar a realidade e ao tentar seguir com a minha vida, têm que também aparecer situações que me deixam sem chão e cair para o fundo do poço.

Já é uma tortura mental lidar com os sentimentos, engolir o choro durante o dia e à noite ser, muitas vezes, inevitável virar aquela rapariga que chora a um canto à espera de ser tocada pela luz.

Estou a lutar, por mais que esteja no fundo do poço, continuo viva e a resistir aos antigos vícios!

Estou cansada, exausta, por mais que me esforce e tente seguir o meu plano mental para tentar atingir os meus objectivos, vão existir aquelas enormes pedras no caminho que têm o jogo nas suas palavras.

Quero chegar à tudo, mas como me encontro acabo por me afogar ainda mais porque não sei como lidar, como resistir, como lutar, como viver...

15
Out16

mais uma noite, mais um choro desolado

Uma luta entre o coração e a razão.

As saudades começam a ser muitas, e fazem o meu coração sentir-se cada vez mais pesado.

Ataques de ansiedade que não largam o meu corpo.

Tento ser forte e resistir as tentações que os montros me sussuram ao ouvido... Porque a dor pode ser imensa, mas quero saber/encontrar qual o meu propósito, qual é a razão de passar um ano neste inconstante, quando vou receber tudo o que já dei de mim.

Sinto-me aquela rapariga assustada, perdida no meio da multidão. A ver a pessoa que ama no fundo do túnel, a viver e seguir em frente, sem conseguir alcançá-la. No fim acaba sentada num canto a chorar a alma que carrega o peso do seu mundo e do dele, mesmo sem saber.

Não consigo arranjar palavras para descrever, a dor e a luta que é ter que ser obrigada a viver mais um dia da melhor maneira que aguentar, ser um coração mole e acabar por pôr um sorriso na cara e querer saber da sua outra metade da alma. É ela que me faz querer estar cá no futuro, mas mesmo assim há dias que acabo a chorar como a criança desolada de há uns anos atrás.

Como continuar a sobreveviver a isto?

"Can you ever find a home?" ... "When you look me in the eyes"

14
Out16

*saudade da meia noite

Aquele choro de saudade que simplesmente começa e controla o corpo. 

Estou a fazer o meu melhor para aprender a viver sem ti, mas a verdade é que eu não quero! Quero voltar ao que tinhamos, quero aquele abraço ao fim de um dia difícil, quero poder ligar-te para te dizer que preciso de ti para me aconchegares.

Esta distância que já por si é dificil, mais o facto de não ser possível ter o sossego é aquele remoinho de emoções. Porque há muita coisa que continua não a fazer sentido sem ti, sou um robo que simplesmente tem que enfrentar mais um dia e continuar a procura da sua razão para conseguir por aquele sorriso ou máscara no dia seguinte.

As memórias não param de chegar e fazem o meu coração ficar cada vez mais pequeno e pesado.

Encostada a um canto a chorar e a escrever, a espera que estes sentimentos passem e seja capaz de voltar a por aquele sorriso forte por ti, porque hoje não o sou! Sou aquela rapariga que te quer ligar para enganar a saudade. 

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