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because your smile make me live ♥

so strong, so broken

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because your smile make me live ♥

28
Jan17

o pequeno pássaro só quer fugir

É tão frustrante! Sinto como se tivesse voltado no tempo, ao início quando estes sentimentos e emoções explodiam como um vulcão em erupção. Presa nesta gaiola, quando finalmente tenho algo pelo que estar orgulhosa. Quando finalmente consigo olhar para trás e ter algum conforto por ter vencido os últimos meses, que foram derradeiros desafios ao ser obrigada a adaptar-me a uma nova realidade e a ajustar-me a mim mesma sem a minha âncora.

Odeio quando os meus instintos estão certos, mínimas coisas que ignoro, seja de que tipo for. Depois é ainda mais difícil lidar porque é os meus instintos a dizerem a mim mesma que tinha razão, mas não podia fazer nada para evitar. Este sentimento de impotência outra vez, é simplesmente horrível ter que ficar e apenas continuar com as horas e os minutos. O tempo de sobra não ajuda, por mais que esteja ciente dos sentimentos, há medos que não se extinguem por não conhecer o desconhecido. Começa com um simples pensamento que acaba a ligar-se a muitos outros, os medos e angústias voltam a aparecer e o meu único pensamento é porque? Só queria fugir, não pedi por nada disto, aceitei e lidei e lido da melhor maneira que consigo, mas nestas noites os monstros falam mais alto e nem sempre os consigo impedir.

Há alturas que é tão complicado lidar com o que se tem passado no último ano, estar sozinha com este burburinho que cria uma guerra entre o que sinto e a razão. Tenho razões para estar orgulhosa e sorrir e apesar dos pequenos progressos nesta gaiola irá ser isso até conseguir a minha independência. Fico triste quando penso nisso, porque ainda estão mais bombas por vir, queria mais tempo para poder aproveitar estes anos de diversão, porque é que as pessoas me foram tiradas? Porque é que o meu maior medo, que apesar de estar a vencê-lo tinha que acontecer quando tinha encontrado o lugar a que podia chamar de casa? Demasiadas mudanças e ajustamentos em tão pouco tempo e no meio do turbilhão de pensamentos e lágrimas, fico completamente abismada comigo própria de uma boa maneira.

Foi a melhor decisão ter continuado, não importa os dias e noites passados a chorar, os filmes escondidos por detrás de sorrisos que desconheciam o que realmente saudade e estar sozinha significavam... Cresci, adaptei-me e ainda fui capaz de começar a lutar pelo que realmente quero e aventurar-me no que é ser adulto. Não importa cair, porque desistir já não é uma opção e tenho a minha âncora e quem preciso do meu lado. 

Tenho medo e estou completamente assutada, continuo a ter um medo terrível do escuro por isso preciso da luz ao meu lado! Eu acredito, só desejava que em certos momentos as coisas fossem diferentes, porque o mundo não para, é injusto, (turbilhão de pensamentos) ... mas de uma maneira estranha mostra-nos as suas maravilhas com a ajuda do tempo e de um espelho.

 Só quero que compreendas o que se passa dentro de mim, o que sinto.

Ensinaste-me a ser forte, mas caio, mas não te preocupes porque vou voltar a levantar-me!

26
Jan17

*como é lidar com a saudade

A chuva caí suavemente lá fora e dentro de 4 paredes encontra-se um coração que grita por saudades!

A agitação acalmou e de volta aquela gaiola, veio o tempo para poder sentir mais profundamente. Em dias mais longos e menos coloridos, é sinônimo de fazer filmes sem sentido, porque há alturas em que os sentimentos, as emoções e a imaginação ganham. Porém também me permite focar no futuro que se aproxima, e começar a ficar entusiasmada por finalmente poder perceber o outro lado e fugir desta gaiola que me atormenta. 

Desde a partida que voltar à rotina foi natural, apesar da pressão colocada, algo foi aprendido com 3 meses de distância. O casulo de felicidade veio dar uma nova energia e fazer-me olhar para trás e ver o que foi vencido e conquistado. Há dias bons e dias maus, é preciso haver compreensão mútua e não existe outro remédio senão olhar em frente, sabendo que o coração vai carregado de bons e amargos sentimentos.

Lidar com saudades é algo complicado e não fica fácil com a experiência e muito menos com o tempo. A saudade apenas cresce, porque quando ela não existe todos os minutos contam, o banal vira as pequenas memórias de conforto, os momentos especiais viram uma força para sorrir e olhar em frente.

Os sentimentos de impotência são esmagadores! Não ajuda ser um coração mole, só quero ajudar mas acabo por me esquecer que para além de diferentes realidades, também existem patamares de vidas diferentes. Tenho medo de fazer asneira, quando infelizmente a vida me ensinou demasiado cedo certas coisas, que só se aprende com o tempo. Não gosto de ter que ser tão adulta, ser tão solitária e isso levar-me a não pensar adequadamente em certas ocasiões e apenas sentir e ao tentar perceber o porquê, quando essas respostas estão à minha frente. Parece que já lá vai demasiado tempo e acabo por me esquecer do quão boas essas experiências de companhia eram. Esqueço-me que ainda sou jovem e não sou uma só parte que sente.

Continuo a tentar evitar pensar, mas não consigo evitar pôr-me no outro lugar e é irritante como há alturas em que é tão natural perceber e até fico bastante feliz e depois há outras em que daí só acabo mais frustrada por estar a ser demasiado adulta, inflexivel e que isso me leve a ser egoísta por não estar a conseguir acompanhar os acontecimentos e sentimentos. Nunca é por mal, também ainda tenho muito para continuar a aprender...

Com a experiência tornou-se mais suportável, aprende-se a como lidar e esconder, mas não fica mais fácil. É mais avassalador porque numa hora têm se tudo e na hora já não se têm nada outra vez. Só preciso de realmente parar de tentar e automaticamente as respostas à perguntas não feitas aparecem.

A chuva começa a cair maciçamente e com ela vêm as lágrimas que não consigo conter mais em silêncio!

 Só quero que tudo continue com o seu rumo e a chuva passe...

"I just wanna look fine and help you"

24
Jan17

3 pequenas frases

No meio de uma daquelas arrumações de tralhas que se acabam por acumular, porque é necessário mais espaço para outras tralhas encontrei isto num caderno... Sabia da existência, mas nunca pensei que alguma vez iria voltar a ver e poder tocar nesta folha de papel que tantos sentimentos e memórias traz arrastadas

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Lembro-me de quando escrevi, quando os sentimentos começaram a existir! É inacreditável pensar no tempo que já passou, o rumo que a minha vida levou, as mudanças que ocorreram e estar neste momento a sentir uma nostálgia enorme. Era tão inocente naquela altura e não podia sequer imaginar que iria acabar a estar numa relação à distância, a acabar um curso, que não sabia se era mesmo o que queria e que acabaria por ser a decisão certa apesar do caminho controverso, que iria descobrir as pessoas a quem posso chamar família e que outras pessoas importantes continuam na minha vida e o mais importane o orgulho que iria sentir por mim própria.

Não gosto de pensar no passado, porque é no presente que temos que viver e no futuro que temos que nos focar. Há alturas que não dá para evitar por isso há que retirar os melhores momentos e sensações e poder sorrir, apesar de nem todos os dias terem sido coloridos e ter havido bastante batalhas, estas 3 frases e a pessoa referente a elas mudou o meu mundo! 

"I need you", "I love you" é o abc de uma relação, não só amorosa mas também de amizade! É a base e nela se constrói o que virá a seguir. "I miss you", quando se gosta após umas "horas" sente-se falta dessa pessoa. É o amor, o sentimento de estar apaixonada, as 3 principais frases que resumem um coração em êxtase.

Só que nunca poderia adivinhar que naquela altura, sem saber iria estar a escrevê-las com um sentimento de apaixonada e uns anos mais tarde elas iriam acabar por ter o peso das palavras, a dor penosa da saudade e sentimento de poder continuar a dizê-las.

Continuam a ser verdade, não importa os dias cinzentos, existe uma luz que dá cor! É batalha todos os dias...

Because I need you, I miss you, I love you.

22
Jan17

fim de semana na neve

Um fim de semana, finalmente, diferente! Um fim de semana passado na serra da estrela com os amigos, em modo de preparação para o frio que vou ter que aguentar.

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Fugir à rotina, ir ao encontro da natureza e do frio que se instalou. Quebrar a solidão e aquecer o coração com a companhia de quem me faz rir e é capaz de me fazer esquecer um bocado os altos e baixos que vivemos todos os dias. Entre descidas de colunas, lutas de neve/gelo, escorregar no gelo e em busca de sítios mais calmos para fazer os atrás, simplesmente desfrutar das paisagens lindas e da companhia proporcionada entre risos e brincadeiras parvas

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Foram tão boas as sensações e os momentos que foram proporcionados. Apenas uma mudança, que me trouxe de volta aquele sorriso da criança que existe dentro de mim. Entender o sentimento, que apesar da muito ter mudado, o mais importante não mudou e continua a haver uma luta para que existam mais momentos como estes, mais memórias a ser criadas!

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Não só a companhia das pessoas, mas poder voltar a esta serra com elas é um dos meus sonhos concretizados, e não com aquela corrente atrás. Viver! As paisagens que me fazem viajar entre a realidade e a fantasia, a paz interior que a natureza transmite. É mais uma ajuda para aceitar e compreender...

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Tenho pessoas ao meu lado que me fizeram sorrir, passar bons momentos, abrir o meu coração, ajudar-me a aceitar que apesar de estarmos a descobrir como ser adultos, é possível ainda voltar a viver aquelas emoções. Só que estas constantemente no meu pensamento, no meu coração, quero partilhar estes e outros momentos contigo. 

18
Jan17

um dia passado por todas as emoções

Hoje foi um daqueles dias em que a mente decide pregar partidas e fazer-nos sonhar coisas reais que se passaram uma horas antes de se ir dormir, e ao acordar parece que foi só a uns minutos atrás. "Mindblow"

Também foi um daqueles dias em que se esta bem e minimamente feliz, mas o universo decide que já foi tempo suficiente e mostra a estupidez que o cérebro pode ser capaz, vindo depois o tornado de emoções. É tão frustrante quando pensamos que não pode ser possível, mas depois apanhamos com surpresas que já deviam ser sabidas de confiar nos instintos, esses nunca erram.

E a cereja no topo do bolo, as virtudes de ser mulher e as aventuras das hormonas numa montanha russa infinita.

Como é óbvio, isto acaba com a minha pessoa a reclamar, depois de uma luta com almofadas de frustração e injustiça, e entretanto as mudanças de humor a começarem a jogar às escondidas.

Dias agitados e complicados quando a parte emocional toma conta e se torna complicado lidar com todos os sentimentos, querendo a mente um único abraço que era capaz de resolver na hora a maioria destas complicações da vida. É só mais um dia assim ... em que as saudades apertame as pessoas de quem esperemos aprovação e que compreendam porque sabem que não é fácil dizem que já estavam à espera, mas felizmente existem as outras para nos fazer "esquecer" e fazer sorrir.

Porque é que no meio de boas notícias é preciso haver sempre alguma critica? Depois de tudo o que foi dito, como é que ainda não são capazes de compreender... Esta mágoa que abre mais e mais a ferida de anos, quando sou sincera não compensa as palavras que oiço.

No fim é sempre bom ter alguém com desabafar e poder contar com a escrita, como a salvação de um dia longo.

15
Jan17

o mundo das amizades

Hoje reencontrei uma grande amiga minha de liceu, ( como é pesado dizer isto porque já lá vão uns anos, ainda ontem entrei para a universidade e agora sou obrigada a fazer planos para um futuro incerto ) e isso fez-me olhar para todos estes anos e as pessoas que já passaram pela minha vida. 

Não sei se é bom ou mau, mas nunca fui aquela pessoa que se juntou a um grupo e ficou nesse, durante as várias fases de ensino obrigatório ou no ensino superior. Devido às circustâncias da vida, sempre fui uma pessoa a saltar de grupo em grupo, basicamente um "salto em banco". Houve muitas em alturas que isso me causava uma enorme frustração, porque queria ter pessoas com quem podia combinar coisas e me iriam incluir nas delas, mas nem sempre isso acontecia e tinha que acabar à "colar-me" e, às vezes causava-me um pouco de desconforto por mais que fosse a minha parte a fazer os filmes. 

Nunca eram situações fáceis, acabando por ter uma grande influência sobre mim, mas tentava sempre adaptar-me. Só que no fundo sabia que aquele continuava a não ser "o meu grupo" e não tarda voltaria a ter novas pessoas a quem me juntar. Durante o básico, secundário e os primeiros anos de ensino superior foi sempre acontecendo, mas quem era necessário ficou, não importa se cada pessoa tenha seguido caminhos diferentes. Os primeiros anos da universidade fui uma verdadeira "salta em bancos", parecia que não me ajustava, que não conseguia encontrar aquele grupo unido como via as pessoas à minha volta ter. A minha frustração só foi crescendo, mas não podia fazer nada a não ser conformar-me porque simplesmente pensava que não me conseguia entregar ou voltar a encontrar pessoas com as quais iria criar uma ligação especial. 

Até que esse momento chegou, foi tão natural e quando dei por mim, tinha pessoas à minha volta que poderia considerar como família! Ensinaram-me, fizeram-me crescer e o mais importante descobrir quem sou e saber ver a diferença entre uma amizade com a qual podemos criar e uma amizade bastante importante em que se cria laços invisíveis. Saudades, quantas saudades tenho do que já fomos, e quanto o meu coração lamenta que a vida não seja simplesmente justa. Circunstâncias que não se podem controlar, decisões, cada um de nós seguiu um caminho...

Posso dizer que levo uma bagagem de amizades, não propriamente no mau sentido porque no fim é sempre pessoas novas que conheço e aprendo a lidar com diferentes personalidades. Não vou negar, em algumas das situações acabei a sofrer porque algumas levava em enorme consideração, mas não o contrário e outras foi a vida que se pôs no meio e mesmo estando à distância de um clique, há sempre algo que se quebra sem ser inquebrável. 

Continuo a ter alturas de revolta, de porque é que teve que ser assim, porque estamos todos em níveis diferentes e não é possível voltar haver o que havia antes. Sinto-me solitária e já não tenho a paciência de outros tempos para me juntar as pessoas e ir conviver. Prefiro ficar no meu canto, quase como sempre. 

As pessoas são inconstantes, o mundo e a vida são totalmente imprevisíveis, por isso é preciso apreciar quem podemos dizer que temos ao nosso lado, tentar reconectar-mos às pessoas que ainda levamos em consideração e avaliar se vale a pena ou não, e no fim apenas olhar em frente. Ou seja, não nos fecharmos sobre nós próprios e aprender com quem passa à nossa volta. Conhecido, amigo, desconhecido, é a conviver que aprendemos, desenvolvemos e continuamos a descobrir quem somos e o que queremos amanhã.

Tudo depende de nós mesmos e a vontade que temos para enfrentar as inconstantes das horas.

11
Jan17

E agora? Como voltar à rotina?

As saudades começam a apertar este pequeno coração, que apenas quer ficar queito e a reviver memórias e sensações. As manhãs são dolorosas, as tardes longas e as noites solitárias. 

A anestesia dos primeiros dias chegou ao fim, e a realidade bateu com força juntamente com o stress e o sentimento de estar triste e embaixo. Tenho que lutar por mim e estou a dar o meu melhor nisso! Sou uma sentimental que se deixa envolver pelo ambiente, não é por querer... 

O meu lado racional debate-se com o meu lado emocional, mas sei o que preciso de fazer. Voltar a cuidar de mim, apreciar os prazeres simples do dia-a-dia, libertar o acumular de energia física e emocional e no dia seguinte sentir aquelas dores que sou eu que me controle e sou capaz, perder-me no mundo das séries e desabafar através da escrita para o bem...

Vieste destabilizar-me de uma boa maneira, que agora voltar a uma nova rotina é mais um teste que tenho que saber ultrupassar. Apesar de ser a época mais stressante, tenho razões para me sentir melhor! Mas a procrastinação e o cansaço desfocam o bom, e preferem agarrar-se as memórias e aos vestígios da tua presença.

 Tenho o meu sinal, o que me falta é ter a força para por um sorriso e arrastar as emoções para debaixo do tapete.

08
Jan17

*A estranha sensação de voltar à rotina

De volta à rotina... 

Foram tão bons os dias passados no "casulo de felicidade". Não existem palavras para descrever o quão bom foi voltar a sentir realmente bem, apenas que são mais memórias que trago comigo. Quero agarrar-me a isso. Focar-me num dia de cada vez e continuar a lutar como tem sido até agora.

Porém é estranho, ainda há uns dias estava contigo e agora estamos cada um nas nossas vidas, diferentes. Ainda é só o início, com os exames a umas horas de começarem, o meu modo automático ligou.

Estou assustada, não sei como vou estar daqui a uns dias ou sequer daqui a umas horas... Posso dizer que estou habituada, mas na verdade não estou, é sempre difícil quando a saudade bate à porta. Ter que voltar a enfrentar os longos dias, as manhãs que acordo com saudades, as noites em que a solidão é minha companheira.

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