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because your smile make me live ♥

so strong, so broken

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24
Out09

3º capitulo - História de Amor

E aqui fica o último capitulo da fic "Históris de Amor". Obrigada pelos comentários apesar de achar a fic uma autêntica lamenchice e não se comparam as minhas habituais....

 

 

Capitulo 3 – A esperança morre

 

2 semanas depois ia com a minha mãe na rua, quando nos encontramos com a Fátima.

                -Olha a minha nora. – diz ela cumprimentando-me.

Eu começo a corar.

                -Eles ficaram mesmo a gostar um do outro. – diz a minha mãe.

                -Se ficaram, o André até andou a decorar poemas de amor para tos dizer.

Aí é que coro ainda mais, queria um buraco para me meter, todos tinham percebido que estava apaixonada por ele. Será que o que a Fátima disse é verdade? Poemas para mim? Não podia ser, não queria acreditar no que tinha acabado de ouvir, nunca ninguém me tinha feito uma coisa dessas.

Começam a passar dias, semanas, meses e anos…

Eram férias de verão, já lá iam três anos desde que tinha visto o André. Durante esse tempo fiquei agarrada a esperança de o voltar a ver.

Eu tinha de saber como ele estava, se ainda gostava de mim, se ainda pensava de mim, ou já me tinha esquecido. Levanto-me e vou buscar o telemóvel, procuro o número da Fatima, era a única coisa que tinha dele. Até esse momento nunca tivera coragem de telefonar, mas naquele momento era o que mais queria, por isso carrego no verde.

Quem atende é a mãe e eu digo que queria falar com o André que era um amigo.

                -Quem é? – pergunta ele meio agressivo.

                -Sou um amigo teu. – minto.

                -Pois, como se eu acreditasse.

                -Tens razão, não sou um amigo, mas uma amiga. Sou a Patrícia, não sei se te lembras de mim. Conhecemo-nos numa festa há dois anos atrás, eu já fui uma vez a tua casa …

                -Patrícia? Patrícia? Ah, a Patrícia. Sim, já me estou a lembrar de quem és.

                -Ainda bem. Eu estou a ligar-te porque como nunca mais falamos nem nada …

                -Pois fois. Gostei muito daquele dia em que vieste cá casa.

                -Eu tabém e muito. Tens telemóvel?

                -Não, está avariado, porque?

                -Porque assim podíamos falar mais a vontade.

                -Eu depois quando tiver , ligo-te ou assim.

                -Ok, então vou ficar a espera. Gostei muito de falar contigo.

                -Eu também, então até uma próxima.

                -Xau.

E desligo a chamada, foi tão bom ouvir a voz dele, que saudade … Ele tinha-me despachado, mas eu nem liguei isso o meu coração estava a falar mais alto do que a consciência.

Passam mais 2 anos e o amor acabou por se desvanecer, mas a esperança de o voltar a ver continua acesa.

Vou cedo para a festa porque queria ficar mesmo lá a frente, mas antes tenho que ir com a minha mãe as barraquinhas e como ainda nenhuma das minhas amigas tinha chegado. Estou a espera dela quando vejo um rapaz a passar e sinto uma coisa esquisita dentro de mim, mas não liguei nada. Vamos ver o pavilhão e quando estávamos a sair encontramos a Fátima com uma amiga, mais o André e a namorada. Ele tinha mudado que quase que não o reconhecia, fico a olhar para ele e ele para mim apesar de estar com a namorada, esta era em parte parecida comigo, mas mais branca. Ele era o rapaz que tinha visto …

A esperança acabou de morrer naquele preciso momento, mas eu até me sentia feliz, agora sim podia seguir em frente sem ter nada que me agarra-se ao passado!!! Nessa noite a minha vida virou uma pagina, era novamente uma rapariga livre que só queria aproveitar o presente e esquecer o passado. Mas gostava de poder falar com ele só para lhe perguntar porque é que nunca me procurou, nem telefonou? Se gostava de mim podia ter feito alguma coisa, já que tinha decorado os poemas…

Chamo-me Patrícia, tenho 15 anos, estou feliz comigo própria e está é a minha é a minha história de amor.

 

14
Out09

2º capitulo - História de Amor

Capitulo 2 – O reencontro

 

As semanas vão passando e na minha cabeça só havia André e a sonhar acordada na próxima vez que nos encontrássemos.

-Onde vamos? – pergunta eu pela quinquagésima vez a minha mãe.

-Vamos a casa da Fátima. – responde a minha mãe finalmente.

-Que Fátima? – pergunto eu completamente no mundo da lua.

-A mãe do André – desço a terra e fico especada a olhar para a minha mãe. – Queres um babete? – goza ela.

Eu não respondo e encosto-me ao banco, tento acalmar-me, mas não conseguia, os nervos começam a apoderar-se de mim e sinto um nó no estômago.

A minha mãe arranja um lugar para estacionar, saímos do carro e descemos a rua. Chegamos a casa dele e como o portão estava aberto entramos, assusto-me com um grande pastor alemão, devia ser o cão dele.

A minha mãe vai tocar a campainha e pouco tempo depois aparece a Fátima.

-Quem é? Ah! Olá, entrem.

Subimos as escadas e entramos na cozinha, o André estava ainda a almoçar, mesmo assim estava giro.

-Olá – digo eu assim que o vejo.

Ele não responde porque estava a comer, mas acena-me. A Fátima vai mostrar a casa a minha mãe e eu fico a falar com o André. Falamos um pouco de nós e de como eram as nossas vidas, sinceramente só me lembro da parte de ele ter vindo da Suíça e ter chumbado logo no 1º ano porque não se adaptou a língua, por isso ainda estava no 4ºano, porque estava completamente obcecada a olhar para ele.

-Queres ir dar uma volta pela aldeia? – pergunta ele e começa a avançar para a porta e desce as escadas e eu segui-o. – Mãe vou dar uma volta pela aldeia com a Patrícia.

-Está bem, mas toma bem conta dela e não demorem muito.

-Ela está em boas mãos. – e ele sorri para mim.

Saímos da casa dele e vamos dar uma volta por toda a aldeia, sentia-me tão bem ali que não queria que aquele momento acabasse nunca.

Passa por nos uma mulher:

-A passear com a namorada? Muito Bem.

Não dizemos nada e assim que ela já não nos vê começamos a rir as gargalhadas.

-Estes velhos só sabem dizer estas coisas. – diz ele a rir-se, como ficava tão perfeito.

Chegamos a casa dele e o cão ia para ladrar, mas ele vai logo cala-lo.

-Entra para a garagem. – diz-me ele baixinho e apontando com o olhar.

Eu entro dentro da garagem, aquilo era uma espécie de sala de estar. Ele tinha os livros da escola em cima de uma mesa e vou até lá, queria ver como era a letra dele. Estava quase quando ele vem ter comigo.

-Ainda bem que entraste logo para aqui, assim o Rex não deu sinal que nós já tínhamos chegado.

-Pois, mas porque não queres que a tua mãe saiba que já chegamos? – pergunto não estando a perceber nada.

-Porque quero pregar-lhe um susto. A uma passagem lá em cima que vai dar a outra divisão e assim aparecemos de repente e assustamo-las. – diz ele com um sorriso maroto. Ele pega-me na mão e começa a caminhar – Anda!

Subimos mais uma escada e vamos dar a uma espécie de escritório. Ele larga-me a mão para ir a frente na passagem, mas eu antes de ir fico a olhar pela janela, não sei bem porque.

-Vais gostar de passar pela passagem é estreita, mas nós passamos na boa. – viro-me de repente para ele e ficamos frente a frente. A acra dele começa a aproximar-se da minha, estava a começar a sentir-lhe a respiração, quando ouvimos uma mulher a chamar. Ele afasta-se e olha pela janela, era a mesma de a bocado.

-Deixa-a a chamar, faz de contas que ainda não cá estamos, a tua mãe não tarda há-de ouvi-la.

-Mas ela já me viu, desculpa, mas tenho de ir chamar a minha mãe. – ele avança para as escadas e começa a desce-la.

Eu suspiro, e começo a caminhar, não ia ficar ali sozinha, aquela mulher estragou-nos o momento perfeito.

O André e a mãe começam a falar para a mulher e eu e a minha mãe acabamos por ir embora.

-Xau – digo eu com um olhar matador para a mulher.

-Xau, gostei muito de estar contigo. – diz ele com um sorriso.

Como aquele gesto me deixava nas nuvens. Vamos para o carro e a minha mãe começa a fazer perguntas, mas eu estava novamente no mundo da lua, aqueles momentos com ele foram inesquecíveis.

 

 

3º Capitulo --->  Clica Aqui

10
Out09

1º capitulo - História de amor

Tcharam!

E aqui fica o 1º capitulo de 3, de uma fic, como hei-de dizer, especial…

Espero que gostem, mas aviso já esta muito lamechas e nada emocionante e nem sei se dá para se sentir o que a personagem sentiu porque fiz isto à pressão. Culpem a bestie, não a mim :P (já vou ouvi-las)

 

 

Capitulo 1 – O sentimento

 

O ambiente da festa até estava animado, mas como sempre não me relacionava com aquilo, nunca gostara muito de festas. O meu género era mais ficar em casa a ver Tv ou ler um livro, mas como sempre fui obrigada pela minha mãe a ir. Estávamos a ver uma daquelas bandas de festas a actuar e eu só pensava em ir para casa ou então ir até a beira rio, já que a lua se reflectia na água.

De repente vejo a minha mãe a falar com uma mulher e ao seu lado um rapaz que ao principio não ligo muito.

-Patrícia, esta é a Fátima, foi minha colega na misericórdia. E aquele é o filho, o André.

-Olá – digo eu e cumprimento-os.

Fico ali especada a olhar para o André ao mesmo tempo que tentava ouvir a conversa das “mães”.

-Porque não vais ali para cima com a Patrícia? – pergunta a mãe do André.

Ele vira-se para mim e pergunta com um sorriso:

-Queres vir?

Eu encolho os ombros e vou com ele. Chegamos ao cimo do pequeno monte e sentamo-nos a ver as pessoas dançar e a olhar para a lua.

-Como te chamas? – pergunta ele e nesse momento vejo-o melhor que nunca graças a lua a incidir a sua luz sobre ele.

-Patrícia e tu és o André, não é?

-Sim, sou, parece que a tua minha mãe diz o meu nome bem alto. – ele começa a rir, aquele riso era lindo.

-Nem foi assim muito, mas acho que toda a festa ouviu. – e começamos a rir cada vez mais.

-Tens quantos anos?

-10, mas estou quase a fazer 11 e tu?

-11, mas fi-los a pouco tempo.

-Então somos quase da mesma idade. – começo a brincar com a terra e ele imita-me.

Ficamos em silêncio a olhar para a lua e a apreciar aquele ambiente, sempre que olhávamos um para o outro os nossos olhares cruzavam-se e só sabíamos sorrir.

-Esta noite está tão bonita. – diz ele.

-Pois, está a lua faz as coisas terem um brilho especial.

-E muito mais cintilante, como tu por exemplo…

Se estivesse mais luz ele pensava que me tinha tornado num tomate. Fico sem saber o que responder, aquele elogio foi o melhor que alguma vez alguém me tinha feito.

A mãe dele chama-o, ele levanta-se e vai ter com ela. Ele desliza o monte e eu fico de boca aberta a olhar para ele, felizmente ele não tinha percebido, tudo nele era perfeito! Como ele estava a demorar e estava cansada de estar sentada, levanto-me e começo a descer o monte, mas quase no final escorrego e ele vai a correr ter comigo, agarra-me e eu deixo-me cair nos braços dele e olho-o nos olhos. Naquele momento acho que nenhum dos nós os dois tinha duvidas que estávamos apaixonados.

-Obrigada – digo eu com um enorme soriso e o coração a bater a mil à hora.

-De nada. Estás bem, não te aleijaste? – pergunta ele não tirando os olhos de mim.

-Sim, estou, apareceste mas altura certa. – saio dos braços dele e vamos ter com os adultos.

-Então, já se cansaram? – pergunta a minha mãe.

-Sim e está a arrefecer lá em cima. – digo eu enrolada.

-Queres vir dançar? – pergunta ele.

-Desculpa, mas não me apetece e eu não sei dançar. – digo eu com esperança de não o ter magoado.

O que tinha acabado de fazer? Dei uma bela tampa ao rapaz dos meus sonhos, o que é que me passou pela cabeça?

Ele acaba por ir embora e despede-se de mim com dois beijos na bochecha e um xau, eu fico paralisada e não consigo dizer uma única palavra, simplesmente lhe aceno. Fico a vê-lo afastar-se até o perder de vista. Assim que o deixo de ver solto um longo e profundo suspiro, era tão bom sentir aquilo.

-Ele era giro, não era? – pergunta a minha mãe.

-Sim e muito simpático. – fico com um enorme sorriso na cara.

Eu e os meus pais vamos para a ponte ver o fogo-de-artifício que estava quase a começar. Aqueles conjuntos de cores faziam-me lembrar aqueles olhos azulados, aquele cabelo castanho claro, aquele sorriso do André. Na minha cabeça começam a surgir várias perguntas que não tinham resposta, Onde será que ele estaria? Será que já tinha ido embora ou também estava a ver o fogo-de-artifício?

Chego a casa, visto o pijama e enfio-me na cama a olhar para o tecto e a pensar naquele noite, o momento em que estive sentada com ele e momento em que literalmente caio em cima dele, aquela voz e aquele sorriso que não me saiam da cabeça …

 

 

2º Capitulo  ---->  Clica Aqui

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