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because your smile make me live ♥

so strong, so broken

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because your smile make me live ♥

22
Mai16

(quase) finalista

Oficialmente uma quase finalista!

Abençoada espero, um escaldão de nariz e bochechas, um dia bom!

Um etapa que esta quase a acabar, já passaram 4 anos que me fizeram crescer e reconhecer quem sou. Com amizades ao meu lado, não só de palavras bonitas mas de gestos quando foram precisos. 

Ainda não esta completo, mas nunca consegui ver este momento chegar até ele já estar a frente dos meus olhos! Um breve olhar para trás, todos os obstáculos, todas as vezes que o desepero tomava conta de um estudante no limite. Não acabou é apenas olhar em frente e continuar, não há outra solução...

Foi dia de emoções constantes:

💎uma ferida a latejar e o meu coração a querer derreter pelas saudades e todas as memórias que aquele abraço provocou.

💎um orgulho em mim, por ter chegado tão longe, com tanta pedra no caminho.

💎a felicidade das boas palavras e os sorrisos que provocaram porque sei que vos vou levar para a vida!

💎o coração cheio por aquele sorriso me fazer sentir que estou onde devo estar e é assim que quero continuar! 

Ter a pessoa que mais amamos ao nosso lado num momento tão marcante é mais que confortável, é sentir-me em casa, é sentir o orgulho em ser quem sou e que é assim que quero continuar. A lutar e não deixar de ser o coração mole e sorriso fácil.

 

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15
Mai16

uma quase finalista

   Nostalgia, alegria, tristeza, saudade é só um pouco dos sentimentos que passaram pelo meu corpo. Já se passaram 4 anos, posso dizer que sou finalista por estar a terminar o principal do meu curso, mas ao mesmo tempo ainda tenho uma luta para continuar e vencer!

   Os três momentos mais marcantes da minha vida acadêmica.

   O 1º desfile, a emoção de passar de lama a moliça, um percurso de praxe e poder vir a usar o meu traje com orgulho, um novo banho, desta vez, de cerveja para ser abençoada e sentir o frio na minha pele com o misto de agora que comecei, é apenas continuar.

   O 3º desfile e poder ser eu a dar um banho à minha pedaça de terra, que vou ter para sempre guardada no meu coração com imensa emoção e orgulho. Só ela sabe como é tão bom ouvir que ela é que têm em orgulho em me ter escolhido como patroa!

  O 4º desfile e finalmente usar o lençol, sinal que o final esta próxima, não tanto quanto esperava, mas os imprevistos e má sorte são assim. As boas emoções do inicio com o calor de um pouco de álcool, procurar pelas pessoas e encontrar outras que não se esperavam e ter a sua marca no lençol, o qual ainda não fui capaz de ler, a correria para trás e para sempre, os abraços e sorrisos num ambiente de festa. A nostalgia, um pouco de tristeza e lágrimas a quererem insistir em cair chegando-se a tribuna. Quase como um minifilme a passar pela minha mente de quatro anos com muita alegria, choro, desespero, diversão e memórias…. Acabou e graças ao meu orgulho de pedaça, as lágrimas caíram, de felicidade e tristeza.

   Não queria que aqueles momentos acabassem, não queria que a semana do enterro acabasse. Apesar de nas semanas dos anos anteriores terem sido momentos de diversão plena, talvez por este ser o último, sinto como se fosse o que mais me encheu o coração. Com tanto trabalho que este ano me têm exigido, foi rara a vez que sai e me diverti por isso os poucos, mas bons dias foi para matar essa sede.

   Ainda não estou no fim, mas posso dizer que graças às pessoas que mais prezo e gosto, aprendi a viver e a divertir-me e estão a ser os melhores anos da minha vida.Tenho pena de algumas delas não terem estado presentes, mas são vidas e apenas tive que aceitar.

   Foram e provavelmente ainda virão mais momentos em que só me apeteceu desistir, mas olhar para trás e ver o caminho que já percorri, relembrar-me pelo que lutei durantes longos anos e o quanto continuo a lutar e relembrar-me do calor do cortejo académico, aquece-me porque tenho pessoas maravilhosas ao meu lado.

Um simples obrigado!

09
Fev16

conversas paralelas - praxes

   Praxe, esta palavra para muitas pessoas que não sejam desta geração e não estejam por dentro do assunto, esta logo associada a discriminação, humilhação,… e as mortes que ocorreram no meco.

   Provavelmente noutros posts, já devo ter falado um pouco sobre minha experiência, mas nada muito profundo. Como disse num outro post, não tive ninguém próximo que me explicasse como era a vida universitária e muito menos como seria a praxe. Por isso as praxes eram uma coisa que me dava um pouco de receio, era uma atividade desconhecida e tinha aquela ideia (enganosa) de que ia ser rebaixada e obrigada a fazer coisas horrorosas e não poderia dizer que não, senão iria ser ainda pior.

   Entrei para a universidade na 2ºfase, já tinham havido umas 2-3 semanas de aulas, ou seja já tinham havido 2 praxes. No dia em que ia haver praxe, nem estava a contar ir, porque só me avisaram no próprio dia e não estava minimamente preparada, mas como mais algumas pessoas de 2ºfase iam, acabei por ir “arrastada”.

   A universidade de Aveiro tem regras aplicadas à praxe, em conjunto com o Conselho do Salgado que supervisiona, das quais, estas tem que ser fora do campus, praxes sujas só podem ser feitas durante o dia, o dia de praxe é a quarta-feira e pode haver mais umas 2-4 noturnas, não se pode dizer palavrões, …

   Aquela praxe como foi a primeira, foi um choque emocional, que me ficou gravada e lembro-me de tudo o que se passou. Um mundo completamente novo e diferente do que tinha em mente.

   Dirigimo-nos para o local, fizemos o elefante quando estávamos quase a chegar e sentamo-nos. A chamada, um pequeno discurso psicológico dos veteranos sobre o comportamento nas últimas praxes e depois começaram os jogos. A primeira coisa que me mandam fazer foi partir um ovo e limpá-lo com o rabo, fiquei congelada, mas lá acabei por fazer e voltei ao meu lugar, tive mais uns jogos de perguntas, onde punha-se um ovo na cabeça de um colega e se soubesse a resposta carregava-se. Entretanto gerou-se uma confusão e fomos obrigados a sentarmo-nos. Uma lama tinha-se virado contra um veterano com palavras agressivas e empurrando-o e um lodo foi ajudá-la e entretanto foram os dois expulsos da praxe e logo a seguir, praxe psicológica para fazer daquilo uma lição. Passados uns 45 minutos, essa lama e lodo voltam e eram afinal veterano, tinha sido uma praxe revelação. Por ser nova e ter entrado de para-quedas só consegui entender isto umas semanas depois, mas aquilo chocou-me bastante e meteu-me medo no momento da ação e repreensão. Por fim tivemos a tradicional nhanha do nosso curso e fomos para casa sempre acompanhados dos nossos veteranos e mestres. Não foi tão mau como tinha em mente, por isso continuei a ir…

   Sempre quis trajar e fazer parte da comunidade académica e fui até ao fim com as praxes, porém não tenho uma experiência muito boa. Eu era muito tímida, que consegue passar despercebida e assim passava a maior parte do tempo de praxe sentada no meio de mais alguns sem fazer grande coisa, no fim acabava por se tornar um pouco chato. Não quero dizer com isto que a praxe não era divertida, porque era, mas devido ao facto que conseguir passar despercebida não era muitas vezes “chamada”. Sempre houve jogos e outras atividades, principalmente de integração. Tivemos o batizado, pelos nossos patrões/patroas, o tempo passou e chegou o desfile de enterro e foi outra experiência incrível, não tenho muitas palavras para descrever porque é mais a adrenalina de se sentir que propriamente emoções. É uma memória de um ritual de passagem que fica.

   Tive uma patroa, mas a nossa relação não foi muito além da praxe, talvez ambas tivemos um pouco de culpa nisso, mas pronto. Por isso quando finalmente chegou o meu ano de praxar, tentei fazer as coisas um pouco diferentes do ano em que fui praxada, tentar fazer a diferença para quem fosse mais despercebido. Durante as praxes se via alguém mais despercebido, eu mais o meu grupo de amigos íamos ter com essas pessoas e mandávamo-los fazer alguns jogos para se entreterem, e não terem que passar pela mesma experiência que eu. Durante a praxe existe uma hierarquia, mas fora delas somos todos iguais, não há distinções apenas ainda mais convívio! Tive a sorte de ter tido um pedido para ser patroa de uma lama fantástica e prometi a mim mesma que não ia deixar que a nossa relação fosse como a que tive com a minha patroa. Foi um orgulho ter sido escolhido pela minha pedaça do coração, poder batizá-la e poder batizá-la novamente no desfile do enterro. É a minha boneca que me faz ter orgulho nela, na academia que somos todos nós, na vida académica e nos ensinamentos que provém do convívio entre os mais novos e mais velhos. Saber que conseguimos passar isso aos alunos do 1º ano e eles dizerem que afinal a praxe não é má, é divertida e mais uma oportunidade de conviver e conhecer melhor as pessoas do curso, acho que isso é o mais importante! Praxe não é só sujar, humilhar, … vai muito mais além disso, para o convívio, experiências, conhecimento de nós próprios e saber viver a vida académica.

   Conheço pessoas que optaram por não fazer praxe, mas não é por isso que foram excluídas ou coisa parecida porque a vida académica vai para além destas ideias. O convívio e as relações com as pessoas foi igual! Iam na mesma aos jantares de cursos, saídas depois das praxes, …

   Tenho amigos noutras universidades e faculdades e as tradições de praxe e como esta se desenrola maneira varia de sitio para sitio, porque como disse acima cada universidade/faculdade tem as suas tradições e a sua maneira de gerir a praxe. É pena esta tradição antiga, provavelmente, ir extinguir-se nos próximos anos porque para mim é um convívio com diversão, é poder passar o que ensinaram aos novos alunos e poder integrá-los nos melhores anos das suas vidas.

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29
Nov14

Pedaça e Patroa mais babada!

Minha Pedaça, não imaginas o orgulho que tenho por me teres escolhido como tua Patroa e o quanto isso significou para mim. 

Ao ler a tua carta não tive dúvidas do quanto foi especial não só para mim, mas também para ti. Adorei o teu presente, que por acaso já tem nome ovelha shirley, vou estar aqui para ti sempre que precisares. A ajuda, os conselhos, ... que te dou é por gosto e carinho que te tenho.

Foi um orgulho baptizar-te com aquele garrafão tão especial e divertido, foi uma sensação de gratidão, foi inexplicável. Desculpa se ficaste muito molhada, tentei não ser muito má.

Espero não te desiludir e que aproveites os teus próximos anos nesta magnifica universidade.

Juntas vamos conseguir alcançar os nossos objectivos, porque desistir não pode existir no nosso vocabulário.

Sê bem vinda a academia boneca ♥ ☆

 

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18
Nov14

Experiência Universitária

Vida de estudante universitário é tudo menos fácil, trabalhos, frequências, quase sempre uns atrás dos outros ou mesmo uns em cima dos outros, mas também tem o seu lado bom, as saídas, as festas, o convívio, a experiência!
3 anos já se passaram desde que entrei no curso de química na universidade de Aveiro, ao início não estava muito confiante porque caí de pára-quedas (2º fase). Entrei mas não sabia bem se era aquilo que queria, apenas queria uma saída rápida de casa para finalmente poder experimentar a sensação de ser independente e ser livre!, algo que envolvesse laboratórios já era o suficiente.

Não foi fácil o primeiro ano, praticamente só tinha S. para me apoiar aqui e não me dava com quase ninguém do meu curso,só mais as pessoas de engenharia química , mas o segundo já correu melhor. Comecei a dar-me melhor com o meu curso, depois de uns meses sem grupo, sem rumo encontrei pessoas que me acolheram de braços abertos e agora já não consigo passar muito tempo sem eles, as minhas pegas preferidas <3 Ou seja para mim, apesar da turbulência que teve foi o melhor, descobri os prazeres da vida e o quão bom é aproveita-los!

Agora que olho para trás, o primeiro ano custou-me porque foi uma mudança enorme, não me perdi com as saídas e as coisas que as pessoas normalmente dizem que é complicado um pessoa que é muito protegida lidar, mas não tinha um bom método de estudo, quer dizer, não sabia o quão eu precisava de estudar para conseguir ter uma nota razoável, não tinha bem noção do esforço e dedicação que cada cadeira exige. No segundo ano a minha vida deu várias reviravoltas, caiu-me o mundo, perdi meio que o meu rumo, mas secalhar não havia mesmo outra solução, aprendi imenso com isso. Sinto orgulho de mim porque consegui aguentar-me e correu melhor que o primeiro.

Estou actualmente no 3º ano, mas infelizmente ainda não é este ano que acabo o curso porque tenho cadeiras em atraso e química não é propriamente fácil, exige quase tanto trabalho como uma engenharia. É difícil conseguir conciliar o trabalho que as cadeiras exigem mais conseguir manter uma "vida social decente" e ainda conseguir ter um bocado de tempo livre, é um enorme malabarismos mas vida de estudante universitário é mesmo assim

 

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  Kiss Kiss 

23
Nov12

nothing relevant to say or not

 

 

 

Apenas que nestas últimas semanas mal tenho tido tempo para prestar atenção à minha volta e ter um momento de descanso onde possa sequer dizer o que estou a sentir.

Tem sido dias tão agitados, entrar em casa e sair para a ua, voltar a entrar e voltar a sair para ir estudar, só as quintas é que são sagradas, e voltar a entrar para ir dormir.

 

 

Na última quarta foi o meu baptismo e morri de frio a levar com aquele bidão de água gelada pelo corpo, mas a minha madrinha até foi boazinha relativamente a outros e ela gostou dos meus presentes.  *-*   A "cerimónia" em si até é engraçada, os veteranos andaram a por velas à volta do lago e o efeito da luz reflectida na água era lindo, mas estamos em novembro e a noite já é um frio que nem vale a pena dizer o choque térmico que senti. Por enquanto o pior já passou, acho, agora só falta o enterro em abril.

 

 

Já tenho a carta de condução   :b

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