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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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08
Abr20

Desafio 52 semanas - a 15

escrito por bii yue

Semana 15: O que há de pior no mundo virtual?

  • A imagem da vida perfeita. Sendo o assunto do momento, e não podia ser mais a verdade, digo isto também por mim. O ser humano tem a tendência de mostrar que esta tudo bem e que leva a vida que sempre quis, podemos dizer que por uma questão de aparências. Mas nunca é a verdade, porque todos temos problemas, dias maus, situações e coisas que menos gostamos mas toleramos. Essa ideia aos poucos esta a desmoronar-se, porque no final de contas uma pessoa só mostra o que quer. Como é óbvio, não vamos mostrar as coisas que nos fazem sentir mal, onde nos vamos sentir inferiores ou expostos ao julgamento. Temos que ser conscientes e não nos deixar-mos iludir pelas aparências.

 

  • O hatte. "Porque por detrás de um ecrã é sempre mais fácil falar mal, não estamos a ver as emoções e as expressões da pessoa a mudar, e isso oferece-se um certo poder e segurança." Isto é o que dizia às crianças nas sessões de como navegar em segurança na internet. O cyberbullying  é uma realidade assustadora. Todos os dias surgem novos casos e com tendência a agravarem-se as consequências, e infelizmente a segurança e a atuação da policia não é a melhor no momento. Porque é que vamos falar mal e dar tanto hatte na internet senão o iríamos fazer cara-a-cara. E cada vez mais acredito que para se chegar a esse ponto, é porque não se esta bem com a pessoa que se é no momento. Todos temos opiniões, não precisamos de gostar todos do mesmo, mas também é escusado ir para a internet quando a argumentacao não vai ser forte e for simplesmente para atacar só porque sim.

 

  • A pressão de ter que estar sempre conectado e a par das novidades. O mundo tecnológico esta em constante crescimento, todos os dias aparecem aplicações, jogos, websites, ... novos. Uma pessoa tem que estar SEMPRE conectada. Quando não esta vem a historia de para que é tens o telemóvel. Ou quando uma pessoa sente a necessidade de se afastar vai existir uma tempestade num copo de agua ou pelo contrario e ninguém deu pela falta. E isso vai trazer consequências para a nossa sanidade mental. É uma linha muito ténue ou um jogo da moeda ao ar. Mas somos nós que temos o poder.

 

  • Não saber se a pessoa do outro é real ou tal como se mostra. A história do capuchinho vermelho e do lobo mau. Os casos de catfish são inúmeros, aliás até existe o programa em que era viciada. A facilidade com que se pode mentir ou ocultar a identidade é outra coisa assustadora. Até que ponto é que conhecesse-mos verdadeiramente a pessoa que se apresenta em frente do nosso computador, até onde é que podemos confiar. Não são só pontos maus, também existe a vantagem de se nos quisermos exprimir sobre assuntos mais sensíveis, ninguém tem que vir a descobrir a nossa verdadeira identidade. Apenas precisamos de ter cuidado em certas situações. 

Mas aqui nos sapinhos é tudo boa gente. 

 

  • Viciante. Conseguir encontrar um equilíbrio é complicado quando se esta tão envolvido neste mundo das redes sociais. Já existem aplicações e funcionalidades no telemóvel que ajudam a controlar as horas e termos consciência de quanto tempos passamos por lá. Mas vamos ser verdadeiros, mesmo que se passe esse tempo vai haver sempre a tendência a aumentar mais um bocadinho porque queríamos ver mais um episódio ou lembramo-nos de pesquisar sobre mais alguma coisa.
06
Abr20

Olá Abril

escrito por bii yue

É mais uma vez que venho atrasada, mas é sempre a tempo, porque isso agora é o que não falta. 

Março, bem foi um mês em que a vida de toda a gente mudou, para uns drasticamente, para outros mais lentamente. Ninguém esperaca que o covid-19 viesse a tomar estas proporções, e os seres humanos se vissem a ter que mudar a sua rotina e serem confinados a um espaço seguro. 

Era um mês que tanto ansiava, porque ele vinha cá. Não veio, foi muita lágrima, raiva e frustração. Ainda dói, porque agora não há uma data e provavelmente irão ser os 6 meses sem conseguirmos estar juntos e é duro.

Era um mês que ia finalizar um projecto e começar um novo. Agora apenas tenho esta incerteza de não saber quando deixo de estar em tele-trabalho e voltar a ir ser um ratinho de laboratório. 

Um mês com planos que tiveram que ser cancelados e postos em stand-by. Estava tão pronta para começar a viver mais desta aventura. As energias ao rubro e sempre ali no limite do burnout, porque tudo foi acontecendo gradualmente até explodir.

Sê gentil Abril, é apenas isso que peço. 

Não sei se irei passar o mês inteiro em casa, ou eventualmente irei voltar à empresa gradualmente. É continuar agarrada à rotina que criei, na esperança que isto vai ter um fim, eventualmente... Até lá, produzir contéudo, ir mais à fundo na descoberta da pessoa que sou, viver pelas tecnologias e não me perdeu, uma vez mais, no meio termo. 

04
Abr20

Desafio dos pássaros - Não tenho o tempo

escrito por bii yue

- Deixa-me ir, isto não pode esperar, o tempo é agora. Sinto em todo o meu corpo que não há mais tempo a perder, a minha alma chama por isso. Tenho que ir e viver, descobrir mais de quem sou e do que sou feita. 

- Não estas preparada, precisas de mais tempo. Precisas de planear melhor, ter em conta tudo o que pode acontecer, aumentar as tuas poupanças, zelar melhor pela tua segurança. Espera, espera mais um bocado, porque ainda há tempo.

Ela olhava ao espelho, completamente vidrada no seu reflexo. As suas vozes interiores gritavam uma contra a outra. Só queria silenciá-las para conseguir ouvir o seu coração. Não tinha tempo para estar a aturar-se. As lágrimas escorriam lentamente pela sua face.

Estava tudo pronto, as malas feitas e encostadas à porta. Ela estava pronta, botas de salto pretas, leggins pretas de algodão, camisola de lã branca a dar pela coxa, casaco volumoso azul-escuro.

Fecha os olhos, respira bem fundo e olha-se novamente ao espelho. Estava nua, com as lágrimas já a baterem no seu peito, punhos cerrados e com o quarto numa desarrumação na sua arrumação

Não tinha o tempo de qualidade para ela própria, o problema era esse. Não queria enfrentar-se, era mais fácil perder-se no tempo. Precisava de respirar e olhar-se nos olhos, perguntar-se o que realmente era e o que queria. Lidar com ela própria, aceitar, respeitar, perdoar e amar.

01
Abr20

Desafio de escrita dos pássaros - encruzilhada da alma

escrito por bii yue

Tive uma ideia! Não, são várias ideias, mas não sei qual devo escolher... Qual será a melhor? Qual será a que realmente quero? Qual será a que me irá trazer mais concretização, mais prazer? Qual será a que irá trazer aquele sentimento de estar a seguir o meu verdadeiro propósito e ser verdadeira a mim mesma?

É uma encruzilhada e eu ali parada no meio. Estática, mas com o coração a pulsar com todas as revelações, e abismada com o caminho que estou a tomar. Qual é o mais correto? Qual é o melhor? Qual é o mais brilhante? Qual é o mais prospero? Qual é o mais trabalhoso? Qual é o mais gracioso? Qual é o mais prazeroso? Qual é o ideal?

Em tempos de descoberta, as portas e janelas abrem-se. Tudo depende da atenção e intenção que estão implantadas no ser. O poder de escolha pertence-nos, mas é a decisão que perdura. E qual é essa decisão? Não sei, mas tenho as ideias...

Ouve. Reflete. Confia. 

Tudo têm o seu tempo.

27
Mar20

quando começa a custar todas as tuas forças e sanidade mental

escrito por bii yue

São 7:30, o despertador toca, abro os olhos e o sol entra põe entre as cortinas. Apenas sinto a necessidade de acordar cedo para aproveitar a manhã, o silêncio e sossego, mesmo com a cidade silenciosa. Talvez seja por causa da rotina que tinha contigo, acordar cedo e aproveitar o nascer do sol. Ou a sensação de conforto do sol entrar e abraçar o quarto, porque acontecia o mesmo nos quartos nas casas partilhadas ao longo dos anos de universidade. 
É uma nova manhã, passou mais uma noite a lutar contra a ansiedade, mais um dia longe da sociedade. As saudades são imensas e fazem o coração ficar cada vez mais pequeno, daí tanta mudança de humor. A incerteza está de mãos dadas com a frustração.

Muitos insights, em diferentes momentos do dia. Tudo vai correr bem, é aguentar, "aproveitar o tempo livre" para depois voltar à rotina, aos poucos, e viver o resto da aventura. Aquela sensação de começa a gastar as coisas, vai com tudo sem medos, porque em breve vais ter que fazer novamente as malas e vai ser uma dor de cabeça levar tudo de volta à Portugal. Nestas alturas vem uma raiva, porque para isso já podia ter voltado mas a empresa mandou-nos ficar com esperanças vagas. E agora conseguir arranjar viagem de volta é com preços de gastar mais do que tenho. É desesperante, frustrante, preocupante e deixa a ansiedade sempre pronta a fazer uma festa (como ontem à noite, que fiquei a querer bater no fundo).

Estamos todos no mesmo barco, o sentimentos é geral para todos nós. Temos os dias bons que passam, mas também temos os dias maus onde só apetece bater com a cabeça na parede. Faz-se planos das primeiras coisas que se vai fazer assim que for possível voltar sair à rua sem restrições, as cidades que ainda se quer visitar. Fala-se da possibilidade de sermos mandados embora e como nos sentimos em realação à isso, a injustiça, a má gestão mas a emrpesa também se agarrou à esperança cega que isto iria passar rápido. Estou sozinha, neste quarto já há 10 dias, mas não estou sozinha. Existem as videochamadas, as chamadas, as mensagens. 

O que me resta é o conforto de ouvir a tua voz, quando tudo começa a desmonerar, e calma que isso me dá.

És o meu porto-seguro, que me faz lembrar de colocar os pés na terra, ter esperança e confiar.

26
Mar20

Não é fácil, nunca o é

escrito por bii yue

Sinto-me a ser puxada para os tempos em que estavas de Erasmus. Mas é tudo diferente, o quarto, o país, a maturidade, os papéis. Aprendi imenso e isso poderia trazer algum conforto para o agora, mas não é isso que acontece. Porque os sentimentos e emoções estão presentes, são mais profundos porque viveu-se tanto mais. A diferença foi que cresci, cresceste, crescemos. A nossa visão do mundo mudou e aprendemos a aceitar a realidade ... mas não é fácil, nunca o é.
Durante o dia estou bem, mas assim que a noite se põe tudo fica escuro. O meu humor muda como o dia para a noite, tudo vem ao de cima, aquele aperto no peito não se desfaz, a respiração fica mais curta e não é profunda. 
Estou sozinha, num quarto onde não existem vestígios teus, mas tenho os que guardo na memória, os que trago no meu corpo. O quão quero voltar a sentir-me protegida nos teus braços, a tua pele na minha, a tua respiração junto a mim. Os pequenos gestos de carinho, os toques, sentir-te, ver-te e ouvir-te à minha frente!
Os dias vão passando, mas prolongam-se por entre tentativas de estar ocupada e não pensar na falta que me fazes. Na saudade e dor de ter deixado o que construímos para trás, na esperança de termos um futuro melhor, de tornar-me numa adulta e descobrir do que realmente sou feita, de ser melhor para mim e para ti. Nenhum de nós esperava que isto viesse acontecer e agora vemo-nos confrontados com o incerto, sem uma data para estarmos novamente juntos. É mais saudade e angústia. Porque agora só resta esperar, agarrados à esperança que tude melhore e que o tempo não venha a ser assim tanto...

Quero-te, quero-te tanto ao meu lado novamente.

Quero, quero tanto voltar à rotina no conforto da nossa casa. 

Quero, quero tanto o nosso tempo.

Quero, quero tanto a nossa familia reunida.

24
Mar20

cuida de ti!

escrito por bii yue

Enraizar, conectar profundamente, têm sido as palavras de ordem desde o primeiro dia que fiquei em casa. No entanto, só no domingo é que senti que estava enraizada e conectada, mas também foi quando vieram todas as emoções ao de cima, colocadas a um canto dada toda a situação.

As saudades pesam e tudo em mim grita para voltar para Portugal, porque ao menos tenho o conforto que me falta aqui. Evito pensar que este fim-de-semana ele podia cá estar, ou que nesta quarentena ia voltar a ter aquele mês de dezembro em casa que me soube tão bem. A Bélgica também tem a sua ironia, porque têm estado dias constantes de sol e dias perfeitos para ser turista. Notícias, só sei pelo que me dizem porque decidi desligar para não me sentir a ser puxada para aquele ciclo de ansiedade e sentimentos que me vão levar ao desespero de estar longe de casa. 

A minha rotina tem sido muito centrada em ioga e meditação, enraizar-me e ir mais a fundo neste processo de desenvolvimento pessoal e conectar-me com o verdadeiro eu, dar prazer a mim própria e não podia faltar o netflix & chill. Estou em teletrabalho, mas agora o que não falta é tempo. O que pode ser traiçoeiro, porque a vontade de ficar a fazer absolutamente nada é enorme, mas depois contando os dias que faltam e os que já passaram, é preciso ter algum sentimento de propósito

Não diria que estou bem, o medo e a incerteza estão de mãos dadas, as saudades fazem um nó no coração. Há dias que passam melhores que outros, pelo meio há bastantes mudanças de humor. Uma semana já passou e agora é que vai custar verdadeiramente a passar. Sinto falta da liberdade, de saber que a qualquer momento se podia viajar livremente pelo mundo (porque agora não sabemos quando vamos voltar a estar nos braços um do outro). Ironia do universo, quando acabo por ter toda a liberdade e estar a começar a aproveitá-la, é tirada e volto a estar sozinha, desta vez verdadeiramente no seu significado. Felizmente, já não sou mais aquela pessoa que não era capaz de aguentar a solidão, mas não é por isso que não deixa mais alguma ferida e teima em ir abrir outras que se estavam a curar.

Um dia de cada vez, a cuidar de mim, a tentar estar o mais sã possível, não cair nas presas do despero. Aproveitar o tempo para o que me mantém ocupada e em contacto com universo.

23
Mar20

Jornada de Amor Próprio - 5 dias de sensações

escrito por bii yue

Estou nesta jornada de transformação com todo o meu coração. 

Amor próprio é uma tema bastante falado nos dias de hoje em dia, mas há uma tendência de pôr demasiada pressão num tema e consequentemente em nós próprios. Não é algo que apareça de um momento para o outro, é um trabalho continuo e sem um fim. Porque há cada dia que passa estamos a reescrevermos-nos, a aprender, a viver. 

São afirmações, visualizações, contemplações. Capacidade de abertura para nós deixarmos sentir (tanto o bom, como o mau). Mudar o pensamento e a conversa connosco mesmo. Consciencialização que há passos em frente, passos atrás para se conseguir dar novamente passos em frente. Estarmos dispostos a implementar novos hábitos, mudar outros e "banir" outros tantos. Aprender a dar atenção ao nosso corpo e mente, saber ouvir e interiorizar as aprendizagens que vão sendo aprendidas.

O nosso corpo diz-nos muita coisa, mas nem sempre estamos dispostos a ouvir ou aceitar.

Tenho aprendido bastante, por isso trago-vos um pequeno desafio de 5 dias. 

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Dia 1 - o olhar no espelho

O simples gesto de olharmos-nos ao espelho. Mas não aquele olhar rápido para ver se esta tudo no sítio e estamos em condições de sair à rua. Um olhar introspetivo, com consciência, com presença. Olhar para o corpo e apreciar o que menos gostamos, abraçar o que gostamos. Olhar não só para o nosso exterior, mas também para o nosso interior. Ver para além do corpo físico, ver também o nosso interior. Trabalhar em afirmações, enquanto olhamos para o nosso reflexo.

sentir )

Dia 2 - carta de amor a nós próprios

Durante o dia temos mil e um pensamentos, tanto positivos como negativos. No entanto, a nossa mente tem tendência a agarrar-se ao negativo, em vez de se focar no positivo. O nosso consciente e inconsciente têm um grande poder e a maneira como deixamos esses pensamentos afetar-nos é importante. É daí que que vêm muitas crenças limitadoras, que acabamos por tomar por verdadeiras.

O exercício de hoje é escrever uma carta de amor a nós próprios. Sobre o que gostamos em nós mesmos, as nossas qualidades, os nossos pontos fortes, pelo que estamos gratos, o quão incrível somos. No fim lê em voz alta a ti mesmo, sente esse poder.

 

ouvir )

Dia 3 - um cheiro que te faça sentir bem (óleo essencial, vela, perfume, incenso)

Quando sentimos um cheiro agradável que nos faz sentir bem, o nosso cérebro leva-nos a essa memória, que nos enche de alegria e conforto. É uma associação poderosa. Enquanto estamos envolvidos nesse cheiro, o objetivo é reler a carta de amor que se escreveu. Deste modo o nosso cérebro irá criar uma associação. Numa altura em que nos sintamos mais em baixo, ao cheirar esse cheiro escolhido, o nosso cérebro que criou uma ligação, irá levar-nos a carta.

cheirar )

Dia 4 - meditação ativa com movimento

Existem dois tipos de toque. O sexual que a sociedade evita falar em que o objetivo final é prazer sexual, para além de todo o toque no processo. Que já por si é um ato de amor próprio, apreciação e ativar pontos chaves que nos deixem excitadas (os). O toque "de vaidade" quando se esta constantemente a tocar no corpo por apreciação. A sociedade tenta reprimir estes comportamentos, mas o corpo é nosso e demais ninguém! O toque no nosso corpo é amor próprio pela apreciação, valorização, consciência e conhecimento de cada canto deste corpo físico. 

Este exercício é uma meditação, mas é ativa e com movimento. Coloca uma música ambiente, senta-te numa posição confortável. Fecha os olhos e respira profundamente pela boca 3x. Sente o ambiente ao teu redor, entra na sintonia da música de fundo. Coloca as mãos sobre as pernas. Começa por sentir onde estas sentada(o), se é diretamente no chão num tapete de ioga, um tapete, em cima da cama e tens um edredon, numa cadeira ou sofá e tens o tecido de que é feito. Sente essa sensação nas tuas coxas, pernas e pés. Sente também a fibras da roupa na tua pele, que sensação te traz, como te sentes. Gentilmente com as tuas mãos vais subir pelas pernas, sentindo esse toque no teu corpo. Na barriga e para por uns momentos para sentires essa energia. Vai subindo gentilmente e ao teu ritmo pelos braços, ombros. Pelo peito dando e sentindo o teu amor próprio. Na tua cara, nos teus cabelos. Quando sentires-te satisfeita(o), roda gentilmente os ombros para a frente e para trás, e a seguir a cabeça. Mexe a parte superior do teu corpo ao ritmo da música, deixa-te fluir. Quando te sentires satisfeita(o) e preparada(o), para e assimila o que sentiste até agora neste momento presente. Respira profundamente e abre os olhos gentilmente.

toque )

Dia 5 - comer atentamente

Há muitas emoções associada a comida. Temos uma tendência para exagerar a comer ou nem sequer comer e pomos de lado o verdadeiro propósito que a comida têm. Para nutrir o nosso corpo. 

O exercício é comer que gostamos, o que nos deixa a sentir tão bem. O objetivo é comer com atenção, consciência e gratidão, em vez de vergonha ou arrependimento que acaba por afetar a nossa energia. Agarra na tua "treat" e coloca na tua mão esquerda. Observa, que cores tem, é suave ou áspero, que cheiro tem, é quente ou frio, o quanto pesa, faz a tua barriga rugir por antecipação. Pratica a gratidão por todo o caminho que percorreu até este momento, quem preparou, as origens. Agradece por todos essas etapas, pelos nutrientes que provêm do que irás comer, ao universo. Coloca na boca e antes de mastigares e aprecia o sabor, a que sabe. Fecha os olhos, aprecia e aproveita essa experiência.

saborear )

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E tu? Vais embarcar neste 5 dias de sensações?

Aventura de uma vida ♥

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