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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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14
Jan20

Dinossauro dos blogs sapo

bii yue

Como fazer as malas para meio ano, quando se passa por 2 estações e quero levar o máximo que conseguir daqui para gastar menos dinheiro em bruxelas (sim, a pessoa é forreta e poupada!), esta a dar comigo em doida (já fiz e refiz a mala, ainda não encontrei o tetris ideal), venho aceitar o desafio do Dr. Doutor

Eu considero-me um dinossauro nesta comunidade de sapos (onde pelos vistos também existem pássaros), porque criei o blog em maio de 2008. Sendo que o primeiro post é as aflições de uma pré-adolescente a lidar com mudanças corporais, emoções e a descobrir sentimentos. Passaram-se 12 anos! De todo que não sou aquela pessoa, fui crescendo e sempre acompanhada pela escrita. Não me vou repetir muito, porque ainda há umas semanas atrás fiz a reflexão de 10 anos

O que me fez continuar foi adorar escrever e aqui sempre foi o meu cantinho para partilhar o que me vai na alma. E saber que irá sempre existir uma comunidade  Verdade seja dita, grande parte das pessoas que conhecia da altura em que estava mais ligada já não estão por estas bandas. Fui conhecendo outras que me enchem o coração e a sorrir feita parva por todo o carinho ou parvoíce. A comunidade não mudou ao longos dos anos, aliás tornou-se ainda unidade. 

Obrigado a todos os que lêem e que comentam. E a equipa do sapo por ter melhorado esta plataforma. E a mim própria por voltar sempre a este espaço e enchê-lo com as palavras que precisam de sair e ser lidas.

12
Jan20

Marioneta

bii yue

Uma marioneta onde se vê os fios a mover por algo ou alguém. Acordar, levantar, fluir com o dia e as vontades, um abraço, uma palavra, deitar, dormir. As emoções vão e vêm, mas a sensação que perdura é uma dormência.

Mais um dia sem uma rotina certa, a fazer preparações, a ser forte inventando formas de estar distraída. A ser uma marioneta dos dias. Um corpo estático que se move por algo maior, fios transparentes percetíveis com mudanças de luz. Uma expressão de calma por entre sorrisos, cravada na face de madeira. Uma construção segura para aguentar todos os medos, incertezas, saudade, toda a excitação, planos, esperança. Uma construção resistente e capaz de dar suporte.

Enquanto os fios durarem... Lentamente vão encortando. Os movimentos começam a ser limitados. A madeira ganha mais e mais sinais de uso. Infiltrações começam a surgir, a dormência desaparece por umas horas para dar lugar a uma enxurrada de emoções.

Quanto tempo irá durar a marioneta? Do quão forte é feita? 

10
Jan20

Desafio dos pássaros #17 - Luz e sombra

bii yue

Era parte dela. Uma harmonia entre a luz e a sombra. Mas também uma luta para ver quem iria persistir em grande parte dos dias

Tal como a lua que é mais visível durante à noite, mas "escondida" durante o dia, era assim à sua sombra. Sempre presente, mas empurrada para um canto. Tentativas de adormecer esse seu lado que quando se apoderava do seu corpo, turvava o raciocino e transformava os pensamentos. Emoções e pensamentos reprimidos vinham ao de cima, hábitos há muito deixados gritavam para a dor aparecer e ver sangue correr. Embora ela se encontrar uma espiral até chegar ao fundo do poço quando as sombras apareciam, existia algo de reconfortante. Na escrita que era criada durante esses períodos, as sensações de dor mas de libertação. Fazia parte da sua essência, não negava, e encarava às suas sombras com brio.

As sombras moldaram-na para conseguir ver a luz. Às vezes mais fraca, outras bem presente a iluminar tudo à sua volta. O seu brilho era por fases, como a lua, ia aumentando e diminuindo. Numa aprendizagem constante, descobria como nutrir a sua luz, como estar em harmonia consigo mesma. Era um trabalho com o seu amor-próprio, a sua intuição, de estar em equilíbrio com as naturezas interior e exterior.

Ela fugia para o seu lugar mágico. Descalça, com um vestido floral pelos joelhos e os cabelos ao sabor do vento, avançava por entre o campo cobertos de pequenas flores amarelas. Ouvia-se os pássaros, os grilos e um riacho a uns metros dela. O céu azul lentamente começava a mudar para tons laranja, a intensidade do vento ia aumentando gradualmente. Recostada a uma árvore, num ponto mais alto daquele campo esverdeado coberto as plantas a dançar sabor do vento, pega no seu caderno com sinais de uso. Abre-o e começa a escrever, deixando-se fundir com aquele ambiente, as cores do céu iam mudando, o som suave do vento a passar por entre o campo, os animais a serem mais ativos com o crepúsculo, o constante passar da água. Timidamente a lua começava a aparecer naquele fogo de artifício de cores.

Onde a luz do dia se deparava com as sombras da noite, ou o contrário?! Quando o sol se escondia para dar lugar à lua. Era uma harmonia perfeita. Ela era como os dias, tinha o seu tempo para a luz e outro para as sombras.

08
Jan20

Nova etapa

bii yue

Era suposto isto ter vindo antes das resoluções para este ano, mas sendo ao contrário, é fácil de adivinhar o que é. E quem me acompanha já deve ter percebido há mais tempo que vinha aí alguma mudança. 

Vou estagiar para a Bélgica através do programa Erasmus +. Isto já vêm de há uns bons meses, mas a resposta definitiva demorou a chegar. Ter tido o meu futuro no limbo e a atrasar-se durante meses foi engraçado. Se quero sair da minha zona de conforto, óbvio que não. Se preciso de sair da zona de conforto para crescer e lutar pelo meu futuro, e o universo continua a gritar que é este o caminho, sim. Enorme mudança na minha vida, de quem já não esta habituada a ter uma rotina e horários certos, de quem já esta habituada a ir de carro para todo o lado e não carregar o peso das compras por metros e metros, de ser uma pré-adulta.

Estou completamente assustada, mas a deixar-me ir com o flow. Nunca estive realmente e completamente sozinha fora de Portugal. O meu cérebro automaticamente não me deixa pensar claramente em como vai ser a viagem e os primeiros dias para não me darem ainda mais picos de ansiedade ou ficar com um medo que depois não vou conseguir controlar. Não vou ter o meu namorado, os meus amigos, a minha bolinha de pêlo para me confortar com um abraço. É isso o que mais custa, a falta de contacto físico e calor que o ser humano tanto quer e precisa.

Vai haver uma nova rubrica, porque isto implica mais uma vez uma relação às distância mas desta vez relatada na pessoa que vai. Se dá outra vez foi a escrita que me foi salvando, estou a contar com o mesmo e ajude a diminuir a distância e o peso da saudade, uma vez mais. Saber como é estar numa relação às distância, deveria ajudar só que é pior. Já sei o quanto aí vem, o peso da saudade, o "desespero" de não ter aquela carinho ou abraço ao final do dia. Estou a evitar com todas as minhas forças pensar na despedida, daquele sensação de ficar sem chão.

Ainda tenho muitas pontas soltas para juntar, quando já falta tão pouco para ir, mas esta tudo bem  (não sei como ir do aereoporto, não sei nada dos transportes, não sei nada de onde é suposto ir às compras, é suposto comprar um passe mas onde.) 

Quem é que vai andar sempre perdida com uma péssima orientação e a tentar falar um francês com portuganhol e inglês pelo meio. 

Fun fact: nunca gostei de francês, odiei aprender e o que vai ter que acontecer? Aprender à força! 

(se alguém for destes lados ou já lá tenha ido, diga porque ajuda é bem vinda!)

06
Jan20

20 para 2020

bii yue

O 20 para 2020 esta a acontecer, visto que no ano passado foi 19 para 2019 ou não? 

Se sim ou senão, vão aqui as minhas e todos sapos estão tagados para fazer o mesmo 

1. ter a família junta

2. fazer um curso de reiki 

3. nova tatuagem 

4. sobreviver a viver sozinha no estrangeiro

5. viajar (conhecer novos países)

6. aprender um novo idioma

7. continuar a ler e não largar esse habito

8. experimentar uma massagem profissional

9. melhorar a minha alimentação

10. participar em workshop/academia de desenvolvimento pessoal, mundo holístico

11. ser feliz 

12. aplicar de vez o hábito de beber água

13. fazer journalling mais regularmente

14. descobrir mais sobre a pessoa que sou realmente capaz

15. conseguir sustentar-me à mim mesma, sem ter que depender de ninguém

16. não desvalorizar o self-care

17. continuar a minha aprendizagem sobre astronomia e astrologia

18. aprender sobre cristais e numerologia

19. não largar as rubricas do blog

20. PARTICIPAR NA 2º EDIÇÃO DO DESAFIO DOS PÁSSAROS (eles são uns chatos e só dão dores de cabeça, mas no fundinho só nos querem ver também voar)

05
Jan20

Postal de Natal

bii yue

Aderi ao desafio da Por detrás das palavras há umas semanas atrás. Consistia em enviar um postal de natal a uma pessoas sorteada. 

IMG_20191220_110748.jpg

Adorei a ideia! Especialmente por ser a uma pessoa que não se conhece e há sempre um certo mistério. Aproveitei a deixa de ir enviar o meu postal e fiz um outro para a uma amiga. Ela já não é nova nestas andanças da cartas, porque faz parte da comunidade de pen pal friends (enviar cartas pelo mundo, como antigamente antes de haver as novas tecnologias). Por mais iniciativas assim 

03
Jan20

Desafio dos pássaros #16 - Sobre a vida adulta: Ainda não entendi o que é para fazer

bii yue

Por onde começar? Sou a mestre a queixar-me. 

Afinal quando é que já me posso considerar uma adulta...

Acho que me posso considerar adulta, visto que um dia de trabalho vai para a segurança social. Descobri como passar recibos indo à net. E não vamos sequer falar de irs porque isso também ninguém nos ensina. 

Pagar contas com taxas estupidamente altas ao fim do mês. Uma pessoa dá a contagem, mas nem assim se safa. 

Compras. Não vale a pena ter uma lista, inevitavelmente traz-se sempre algo a mais porque estava em promoção. E assim vai voando o dinheiro.

Posso ainda não ter trabalho num ambiente de trabalho de 8h x 5 dias, mas todos os problemas mesquinhos que as pessoas conseguem arranjar, todas as preocupações que se trazem para casa, todo o stress. E nem vamos falar da falta de tempo e dos horários inflexíveis.

Pressão. "Para quando se casam?" "Para quando filhos?" "Para quando assentarem?", as típicas perguntas da família sobre a vida. Não vamos perguntar o mais importante "como estas?", "como esta a tua saúde mental e física?", somo adultos e é suposto manter as aparências.

Julgamentos. É suposto manter-se uma postura mas a linha é muito ténue. As conversas alheias a julgar, por estar mais ou menos arranjada, por falar bem ou não, por postar isto e aquilo. Já existem problemas de adulto que cheguem, qual a necessidade de criar mais.

Transportes ou andar de carro e quando a pessoa da frente não se sabe mexer. Os nervos sobem, as palavras saem e depois há atrasos.

No meu caso e de mais não sei quantos jovens adultos, onde é que é possível neste país sustentarmos-nos sozinhos com o ordenado mínimo e não ter que pedir ajuda aos pais. Ou mesmo que até se consiga, no caso de uma emergência não existe dinheiro de parte porque esta todo contado.

Decisões de vida. Quando não há escapatória e temos que tomar uma decisão que irá ditar o rumo da nossa vida futura.

Se houver mais digam, porque a lista não acaba por aqui. Cada adulto sofre de um problema diferente. E todos nós em vários momentos da nossa vida perguntamos "O que é suposto fazer? Ninguém me avisou que ia ser esta dor de cabeça!".

03
Jan20

Às 4 da manhã!

bii yue

Acordada desde às 4 da manhã. Fui para a sala fazer companhia, mas o sono falava mais alto, voltei para a cama para simplesmente despertar e regressar para o sofá. Uma tentativa e vitória de descobrir os cristais que tenho e aprofundar conhecimento. Aproveitando o tempo, fui também fazer a visita de praxe aos blogs. Após muita leitura e 3 dias depois, bom ano de vinteevinte.

Estou a tentar ganhar energia para me levantar do sofá e começar a fazer algo realmente útil do dia, independentemente do sono. Estado mental de constantemente medo e ansiedade é o prato do dia e o corpo aos poucos começa a sentir o impacto. Ainda há muitas pontas soltas que tenho que selar, mas falta a coragem de agarrar o boi pelos cornos. O tempo esta a passar muito rápido, estou em mim mas não em mim, as lágrimas teimam em começar a cair a todo o momento mais sentimental, profundo, introspectivo. Não quero pensar, quero aproveitar o que resta. Não estou preparada, sinto que me falta a coragem. Não há volta a dar, só enfrentar.

IMG_20200103_074606.jpg

 

Valeu a pena por este nascer do dia mágico.

30
Dez19

Reflexão sobre os pássaros

bii yue

Os passarinhos deram-nos férias por causa das festividades, mas vêm sempre exigir algo em troca... Uma reflexão.

A escrita é algo que me acompanha desde que comecei a conseguir ler e escrever. Ser filha única puxou pela minha imaginação. Foi na minha adolescência que comecei a escrever, alguns contos e depois fanfics. A fase negra entrou na minha vida e sinto que foi o auge da minha escrita, porque quando vou reler não consigo acreditar que aquelas palavras tão sentidas e organizadas saíram de mim. O ano em que estive na relação à distância também me fez ligar novamente com a escrita, porque era a única maneira que tinha de aliviar a alma e a saudade. Veio o journaling e depois o desafio de escrita dos pássaros. 

Estas semanas (tirando uma ou duas que a minha imaginação estava à zeros para temas tão impensáveis) foram para reviver à paixão pelas palavras, uma obrigação necessária para não voltar ao on/off, a exploração do mundo que é a escrita criativa. Ter a possibilidade de contactar com outras pessoas a passar pela mesma dor de cabeça e com uma vontade de querer calar os pássaros e ler outras obras de arte é tão bom.

Obrigado por se terem juntado e lançado este desafio à comunidade  Para mim significou imenso e só me faz querer escrever mais e ver o que o meu cerebro quer escrever. Poder aliar a imaginação à realidade e misturar esses dois mundos é o que realmente adoro e é o meu estilo.

Muito Obrigado Passarinhos por este acto de bondade!

28
Dez19

Resumo de 10 anos

bii yue

Vamos fechar uma decáda, por isso há uma necessidade de refletir sobre estes últimos 10 anos. É um pouco assustador pensar em anos porque só me faz aperceber que cada vez passa mais rápido, o tempo tem tedência a escassar e a idade só sobe.

Sendo que, há 10 anos atrás tinha 15 anos, houve imensa mudança na minha vida! Altura em que deixava para trás o ar de patinho feio, mas estava numa fase negra da minha vida. Foi complicado, mas deu conteúdo escrito e fotográfico. Passou. Comecei a namorar com a pessoa que me ajudou e me viu crescer e tornar-me na mulher que sou hoje. Amizades cortadas, mas que era necessário. O secundário acabou, todas as dúvidas do que deveria seguir e o que seria na universidade deixavam-me num estado de ansiedade. Só ingressei na 2ºfase com a sorte de ter tido logo casa, mas foi uma adaptação complicada. De repente estava sozinha, longe de uma prisão e com liberdade, mas era tímida e desajustada. Conseguir acompanhar a dificuldade do curso que piorou drasticamente a ansiedade. Foi dado um tempo e aí encontrei as pessoas que me preenchiam (os jantares, as bebedeiras, as parvoíces, os abraços, as palavras, as vivências, as descobertas, os momentos). A afilhada boneca que entrou na minha vida que me faz sorrir e acredita em mim. A vida foi ocorrendo e começou-se a seguir caminhos diferentes.  Ter perdido o meu companheiro fiel de 4 patas a meio de um verão que estava a ser tão complicado com a mudança que aí vinha. Prestes a acabar a licenciatura põe-se um ano de relação à distância. Das experiências mais duras da minha vida, com muito choro, desespero e saudade. Oportunidade de viajar, primeira vez a andar de avião e estar semi sozinha num país com uma língua tão diferente. Sobrevivi. Ter chateado tanto os meus pais para arranjar um peluche de 4 patas que passou a ser a filha da casa. Licenciatura concluída, ter que me despedir da casa que me acolheu durante vários anos, onde descobri o meu lado selvagem e sem tabus, onde cresci tanto, ter que voltar à prisão que me sufoca. Uma tentativa de entrar no mundo de trabalhado falhada por cunhas. Voltar ao mundo académico para fazer mestrado e ter que procurar uma casa nova. Entrar num mundo onde podia ser eu mesma sem máscaras, mas sem identidade. Dar asas à minha imaginação e deixar veia artística fluir. A decisão de irmos morar juntos. Problemas com à minha própria pessoa que se encontrava perdida e sem rumo. Mudança para uma casa só nossa. Problemas na tese e ser deixada à minha mercê. Ter arranjado à bola de pelo preta que sinto como se fosse um filho meu. Estar dedicada ao meu desenvolvimento pessoal e aprender sobre o mundo holistico. Ser obrigada a tomar uma decisão de vida. Concluir o mestrado e preparar-me mentalmente para fechar um capítulo e começar outro. 

Tenho 25 anos e não sei o que me espera ao longo dos próximos 10 anos, porque nesta idade adulta o futuro é tão incerto como assustador. Mas também pode vir a trazer muitas coisas boas para encherem ainda mais o coração. O que peço? Saúde, trabalho, amor e o dinheiro há-de vir com esforço aplicado para tal. 

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