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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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17
Jan22

#3 para 2022

alma de bii yue

um momento de coragem

falar a minha verdade, os meus sentimentos. colocar os limites e tomar consciência do espaço individual. dizer não e descansar.

ser emigrante e continuar a caminhar nesse caminho. pegar nas malas, ter a casa às costas, não estar na zona de conforto, tolerar as saudades, de perder momentos. ganhar pessoalmente, descobrir mundos.

11
Jan22

#2 para 2022

alma de bii yue

um lugar querido

zambujeira do mar. aquela paz, aquela brisa, aquela paisagem. os pôres do sol do penhasco. a praia deserta ao inicio da manhã e ao final do dia. o natural da natureza em encontro com o natural do corpo. 

bois de la cambre, bruxelas. uma floresta no meio da cidade. caminhos e mais caminhos. natureza, animais. gritar e ecoar pelas vidas presentes. ficar perdida rodeada de ar puro e húmido.

08
Jan22

covid: o elefante na sala sobre saúde mental

alma de bii yue

Falar do vírus é assunto que dá para mangas... Veio, ficou, e irá ficar. De mansinho até que fez rebentar a bomba e pôs  o mundo em confinamento. Máscaras e gel à toda a hora. Contacto limitado. O medo a ser ligado a palavras e emergir e ficar à superfície. Mas é incrível como em tempo recorde foram elaboradas vacinas, contra o 3, 5 a 10 anos, (os testes em células, animais e depois humanos). Tem o seu senão, todos os seus efeitos secundários porque para isso seria necessário muitos mais anos de estudo. De todas as limitações, a mudança de comportamento a nível pessoal e social, o elefante na sala da saúde mental continua a existir

Qual é o impacto? Silencioso e profundo

Não tive a possibilidade de voltar à portugal, fui obrigada a ficar em confinamento na bélgica. Um país onde só estava há 2 meses, numa casa que dava para viver mas de pouco fornecia conforto, tinha um estágio que me permitia ter dinheiro, mas estava entre projectos e sem estar no laboratório não tinha muito trabalho. Consegui manter uma rotina, felizmente. Apanhar sol da manhã a ler ou a escrever ou a colocar aulas de cursos em dia. Yoga e pilates para manter o corpo são e uma tentativa para a mente. Ao final do dia entregava-me ao netflix, a mim mesma, aos pensamentos de que tinha passado mais um dia. A escrita e a fotografia foram os meus escapes e as minhas salvações. Sempre que ia às compras, dava uma volta pelo parque para sentir o mundo fora de quatro paredes. Sou grata por tudo isto, tinha o que tinha e fiz o melhor que pude com isso

Aquele sentimento de tristeza, desespero, saudade que faz doer o coração, choro, solidão, frustração, raiva, impotente, estar sozinha. Houve dias maus, ligava a chorar com o pânico a tomar conta de mim (mas sem ainda saber o que era esta sensação de medo e mal-estar), a ansiedade vinha ao final da tarde e ficava pela noite. O corpo físico estava a sofrer com ter parado de ter tomado a pílula por mais de 10 anos, com a pobre alimentação que fazia, a ansiedade constante. Aguentou-se...até o confinamento ter acabado. Voltei ao trabalho, a ter vida social e tudo estava bem durante o dia. Ao contrário da noite. onde a ansiedade virava ataques de pânico, ir sair gerava ansiedade social mesmo sendo com as pessoas que passei a chamar de família e sabia que estava segura até ter que ir para casa e estar sozinha comigo e com os medos que foram crescendo durante quase 3 meses fechada no quarto. Escalou para ataques de pânico semanais, dores de estômago constantes, estar a viver com ansiedade 24 horas por dia. Foi difícil estar fechada, mas foi ainda mais ter que voltar a estar em sociedade e novamente sozinha. 

Procurei ajuda e ajudou. Houve ensinamentos, levantou-se as primeiras camadas de descobrimento pessoal mais profundo. A liberdade foi dada e tirada, e com isso veio a adaptação. Só que em tempos de regras ficava-se por casa, já não fechada no quarto mas aquela ansiedade de memórias estava presente, o corpo gravou o que sentiu. Não era só a depressão sazonal. Vieram as vacinas, a 1º dose que foi suportável, a 2º dose que veio arrasar com o sistema imunitário fraca que já estava na altura. 

No sofá, a recuperar da 3º dose que me trouxe uma dor de cabeça que não passa com medicação e só alivia ligeiramente com a pomada tiger, que me impede de estar confortável ou descansar, com febre que vai e vêm, e um mau estar enorme. É como estar com o tpm ou menstruada mas num nível acima, uma mulher aguenta, mas não nesta dimensão.

Adaptei-me, continuei em frente e esta realidade é o presente que pode durar anos. O meu corpo carrega o peso do trauma e a mente trouxe todas a história. A minha saúde mental sofreu e continua a sofrer. Não foi fácil e agora vejo o quão fragilizada estive. Passei a viver com a ansiedade e ataques de pânico constantes, aprendi a identificá-los e a controlar alguns. Não todos, que continuam a ser momentos pesados e difíceis. Tenho que ter cuidados com a alimentação e ter incorporado ayuerveda foi o que ajudou a não ter desenvolvido problemas. Grandes multidões e espaços pequenos trazem o pânico ao meu corpo e mente. 

Tenho perfeita noção que ainda estou na ponta do iceberg, existem triggers que ainda não reconheço ou entendo que provocam os ataques de ansiedade/pânico, e todo este impacto que o elefante teve na saúde mental veio estimular. E toda esta assimilação é esmagadora! 

IMG_20220107_145558.jpg

07
Jan22

#1 para 2022

alma de bii yue

uma memória feliz

é dificil escolher só uma. por isso vão memórias

férias em buarcos e caminhar pelo mar adentro. passeio no campo com os meus pais. ser reconhecida numa conversa de 3h num momento que me sentia deprimida e ter passado horas a chorar.

férias na serra da estrela com amigos. jantares antes da semana académica. 

viagens na bélgica com o pessoal que fui cohecendo. festas passadas a cantar e dançar.

prenda do dia dos namorados. férias na zambujeira. 

ir buscar o kookie e os primeiros dias. 

realizar desejos de longa data e ter a possibilidade de soltar-me.

abraços.

03
Jan22

desafio de 52 semanas de 2022

alma de bii yue

2022 com 52 semanas. Desta vez venho resgatar o desafio da nossa abelha favorita para as primeiras 30 semanas. E outras 24 perguntas para as restantes.

✶⊶⊷⊶⊷❍⊶⊷⊶⊷✶

© ninho de escritores

  1. Lista 10 coisas que te fazem realmente feliz.
  2. Quais são os 3 animais que mais gostas e quais os que menos gostas.
  3. O que mais admiras da tua personalidade.
  4. 5 sitios que queres visitar
  5. Senão houvessem limites na vida, o que faria.
  6. 3 músicas que não paras de ouvir em repetição.
  7. O que te tira mais energia.
  8. Palavras de sabedoria que trazes contigo.
  9. Algo que esta a ser difícil lidar.
  10. Escrever sobre algo que te fez sentir forte.
  11. 5 coisas que te fazem sentir gratidão.
  12. Sobre o que estas excitada(o).
  13. Todos os momentos do teu dia.
  14. O que precisas de perdoar a ti mesma(o)?
  15. Algo que sentes saudades.
  16. 15 factos sobre ti.
  17. Uma lição que aprendeste da maneira difícil.
  18. Uma área da tua vida que queres melhorar.
  19. Pontos altos e baixos do mês.
  20. O que te inspira na vida.
  21. Como me sinto neste momento?
  22. 2 coisas que posso começar a fazer que melhorem a minha vida.
  23. Uma carta a ti mesma(o).
  24. Planos/objectivos para o futuro.
02
Jan22

continuação

alma de bii yue

Perante os últimos dias as grandes lições é sobre expectativas e que o controlo é apenas uma ilusão. E aprender a gerir o que vêm com isso, não é fácil... Traz frustração, dúvidas perante escolhas, crenças de não acertar, não ser boa o suficiente, estar constantemente a cometer erros, de não estar à altura. Mas o principal é que vem relembrar a valorizar, algo que parece tão descartável. Nada é perfeito porque irá sempre existir algo a fugir, como areia entre os dedos. Tumultuoso. Mas o que levo é reaprender a saborear a viagem. 

Começou por estar "sozinha", ter o tempo e espaço para mim, dedicar-me à aprendizagem e praticar, viver no momento sem planos. Crescer pessoalmente e profissionalmente, viver a independência e liberdade. Chegou a altura de seguir em frente. Uma mudança nos ventos, o tapete tirado dos pés, mas haviam coisas certas. 

O caminho mostrou-se numa direção que só me mostrou que, apesar de ter crescido, as coisas foram fluindo até ser altura de voltar a abrir os olhos e lidar com as maiores crenças e traumas que carrego.

Esqueci-me de mim. Deixei de tirar self-portraits, deixei de escrever tanto sem um tema especifico com a alma. Deixei de estar comigo sozinha. Deixei de me mexer e ficar vencida pelo cansaço das viagens e trabalho. Deixei de ser, deixer de estar, deixei de parar e ir de encontro aos meus lugares seguros. 

30
Dez21

#51 de 51 perguntas

alma de bii yue

uma carta para a pessoa que foste este ano

uma guerreira. não desanimes agora, porque é um processo e as pedras irão desaparecer no seu tempo. confia.

um ano com bastantes desafios. viver quase sozinha, voltar a ter a família. levar com chapadas de mão quente, completamente inesperadas, uma e duas vezes. novamente uma e duas vezes. mas conseguiste

foi um ano intenso, e apesar de no momento parecer que tudo esta a fugir entre os dedos, vê o quanto alcançaste! algumas coisas podem não ter sido da maneira como querias, mas a estrada foi dar a um caminho semelhante. 

viver com pessoas que se tornarão familia. os jantares, os passeios, os desabafos, os berros, as gargalhadas. e depois chegaram mais uma vez as despedidas. mudanças.

as viagens, às idas à portugal, os curtos tempos mas que valem a pena. 

fazer malas e empacotar. tempo livre, desfrutar da natureza do país. fazer malas e desempacotar. tentar dar o minímo de conforto. mudar de cidade, de rotina, de estilo de vida.

águas calmas e serenas que se tornaram agitadas perante tempestades constantes. à deriva por águas estagnadas, ir numa direcção e voltar ao ponto de partida.

esta confiante de ti, batalhas contra a ansiedade, contra ti mesma. momentos de desespero, de voltar a dar de caras com os monstros, a depressão, o descontrolo. mas momentos de viagens interiores que te trazem mais respostas. aprendeste hábitos que já levas imprimidos no corpo.

perdoa-te. és humana, és feita de terra, com emoções e sentimentos a colidirem constantemente. precisas de movimento e balanço que irás voltar a encontrar. 

23
Dez21

O estacionamento

alma de bii yue

Conto de Natal da nossa abelinha.

Conto de Natal 2021

Um manto de branco cobria o estacionamento. Só os candeeiros à luz das velas contrastava com a escuridão da noite. Um ou outro carro espalhados pelo espaço que já levavam com um manto ligeiro de neve. E no centro um trenó. O vento frio gelado, sons de animais que não hibernaram. Um cenário gélido. Uma pequena cidade abandonada.

As pessoas foram influenciadas a mudarem-se para os grandes centros, deixando as aldeias e pequenas cidades ao abandono. Estas ficaram no esquecimento ou serviam de passagem breve à exploração de um presente distante. Pessoas aventureiras tentavam tornar-se nómadas, voltar a viver da natureza e dar vida ao que foi deixado para trás. No entanto, acabava por se tornar insustentável visto que iria existir uma ligação com a civilização e esta cortava todas as tentativas de escape e retorno.

À procura do pinheiro foi substituída pela procura incansável de presentes. A lareira pelo aquecimento central. A neve e frio por animações 3D. A figura do pai natal por um robo que voava. As reuniões e jantares em pessoa por telas para prevenir demasiados aglomerados. As histórias passaram a ser sobre recordações... A trazerem os velhos tempos,tradições e a misturarem-se com o que passado. Frio e neve lá fora, os dias curtos. Lareira a aquecer e dar luz ao ambiente. Decorações naturais espalhadas, comida preparada na hora, feita com carinho e trabalho de equipa. Chocolate quente com especiarias. Velas e incensos. Azevinho à entrada da porta principal. Celebrar e agradecer.

Envolta em cobertores, é desperta pelas sombras provocadas pela luz da lua cheia. Com a mente aturdida fica no vácuo de não conseguir processar os pensamentos que estava a ter. Uma realidade, uma visão, um sonho, um pesadelo?! O cansaço e o sono pesam perante o breu. Volta a adormecer, aconchegada entre os cobertores, com as brasas da lareira a proporcionarem calor naquela cabana no meio do tudo do nada. 

20
Dez21

pedras nas mãos

alma de bii yue

Em cada mão carrego peso. O corpo instável a tentar contrabalançar-se. Um lado com os problemas, stress, desgaste, cansaço, preocupações. Outro lado com as alegrias, conquistas, começos, carinho, amor.  

Toda a adaptação e mudança. A depressão sazonal. Os dias curtos e cinzentos. A longa rotina. O cansaço de não ter um descanso profundo.

Ver as vidas a passar e só ouvir os relatos. Quando possível visitar, mas o tempo passar a correr e não dar para tudo. Viver as lembranças de tempos de tanto empoderamento.

O conforto de ter espaço próprio. O abraço para apaziguar à ansiedade. Construir um novo lar. Descobrir um novo capítulo da vida. Em busca de um equilíbrio...

As saudades a baterem à porta. Coração pequeno pelas festividades. Pequenos atrasos e problemas de adulto, que são como aquela pedra no sapato que teima em não sair. Sem férias em condições atmosféricas geladas. Mas mercados de natal, finalmente vistos e vividos!

15
Dez21

A fogueira

alma de bii yue

Desafio no âmbito da iniciativa da Mãe Natal, conhecida por imsilva.

Invernos rigorosos pediam celebração para gerar ânimo e celebrar o final dos meses pequenos e escuros.

As árvores eram decoradas com laranjas, maçãs e outras frutas secas que eram secadas para durar pelos meses de pouca colheita. À entrada das portas eram colocadas pinhas e azevinhos. Sinos e símbolos que representassem luz eram espalhados pelos espaços públicos. Velas com ervas naturais, nesta época eram usadas em abundância. Sacos com ervas associadas à prosperidade e fertilidade eram criados para ser oferecidos e colocados em casa até à próxima estação. Uma taça com frutos secos e cenouras era deixada à lareira para aquando da visita do velho homem do inverno. As renas não só permitiam que ele conseguisse chegar as aldeias mais distantes, como também ajudavam a montar os preparativos para as celebrações. No centro da aldeia a fogueira era alimentada durante dias. As pessoas reuniam-se de volta desta partilhando comida, bebida e as suas artes. 

O espírito e o ânimo das celebrações, dava esperança para os meses até a chegada da primavera. A comida e bebida com o calor da fogueira combatia o frio do inverno. As conversas, as brincadeiras, os cânticos e danças não deixavam a magia morrer... Porque à volta da fogueira estava o fogo, para tudo e para todos.

Tradições que foram sendo sufocadas, alteradas e adequadas às sociedades e épocas que vieram. Uma ilusão que foi obrigada a ser criada para proteção. Desconstruir a história da celebração pagã e tradições nórdicas. Como um manto a esconder a verdadeira aparência do humano. Uma rena e o trenó sozinhos para desviar a atenção. 

Time Flys Away ☽ ☾


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biiyue
uso as palavras e imagens para me expressar. a jornada de desenvolvimento e cura pessoal é a luta e motivação para descobrir do que mais sou capaz.
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