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because your smile make me live ♥

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10
Jul20

Desafio 52 semanas - a 28

alma de bii yue

Semana 28: Minhas maiores “neuras” e manias são...

  • Limpezas! Tem que estar tudo limpo, a cheirar bem e sentir-me confortável nesses espaços. 
  • Mexer no cabelo.
  • As coisas têm que estar da maneira que eu quero. Se alguém mexe e coloca noutra sitio eu vou lá e meto da maneira que me deixa confortável.
  • Usar o tipo ou like, ou meter expressoes em inglês pelo meio das minhas frases.
  • Não conseguir esperar assim que meto uma coisa na cabeça (algo que quero comprar, falar com alguém, ...), tenho que fazer logo.
07
Jul20

Fim de semana em Paris

alma de bii yue

E não é que a pessoa que não gosta de certos cliché, foi a cidade mais cliché do mundo. Paris nunca esteve no sonhos, apenas acontece estar perto e ser um dos países para os quais já se pode viajar. O que queria mesmo era ter ido a Versalhes e as catacumbas que não aconteceu, por isso talvez numa próxima. A cidade é bonita, a Torre Eifel e o bairro perto do Sacre Soeur tem um certo encanto, sendo os locais que mais gostei. No entanto, continuo a achar que é overrated (já devem saber que sou um pouco do contra e cada um tem a sua opinião) e é bastante romantizada devido aos filmes e pedidos de casamento. Dou-lhe um 8,5/9 numa escala de 10, após 33 km a pé durante 2 dias.

Decidimos ir na sexta a noite e após 4 horas de viagem de autocarro, foi diretamente para a cama com o cansaço. No sábado fomos tomar o pequeno-almoço as Galerias Lafayette, mais especificamente ao Chez Meunier. Rumo ao Museu do Louvre, que estava fechado com muita pena minha, passando a ponte de Arts seguindo para a Catedral de Notre-Dame. Continuamos até aos Jardins do Palácio do Luxemburgo e a hora de almoço fomos experimentar os típicos crepes (que não são nada maus e não me lembro do nome do sitio) e a seguir tomar café no Dose Coffe Dealer. A tarde fomos aos jardins dos Champs-élyées e rumo ao Arco do Triunfo por aquela avenida que faz o ser humano sonhar. Após ficar sem fôlego devido a mascara, a subir em espiral escadas que pareciam não ter fim chegamos ao topo do arco e a vista é de cortar a respiração! Descer novamente com mais tonturas que nunca e as pernas a tremer como varas verdes de todo o esforço até então. O culminar é na icónica Torre Eifel e Jardins do Trocadéro. Foi nesse momento que comecei a gostar porque não da para ficar indiferente a paisagem. Fomos a procura de um restaurante onde encontrei o nosso querido Luís de Camões e acabamos no restaurante do Marcello, onde comi italiano que me alegrou corpo e alma. Voltamos a Torre Eifel para a ver iluminada e é lindo, fica um ambiente magico, só tenho imensa pena de estar nublado e não ter visto a lua cheia magnifica que também estava. De volta ao hotel onde cada uma aterrou pouco depois de estar na cama. 

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No domingo fomos tomar o pequeno almoço ao Le Studio Café e visitar o Sacre de Coeur. Andamos por esse bairro, passando pelo muro das diversas linguagens de amo-te, pela estátua da Dalida e voltamos as Galerias Lafayette para ver a paisagem. Fomos almoçar ao Buffalo Grill, local que adorei pela vibe indígena e country. Seguimos por essa avenida até voltar ao hotel para ir buscar as malas e ir apanhar o autocarro. Por um questão de minutos que conseguimos, porque primeiro tivemos problemas a entrar no metro e depois atrasou-se e chegamos no exato momento que estavam a fechar as portas.

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Posso dizer que Paris é uma cidade mais limpa que bruxelas, desinfetam as ruas e a grande maioria das pessoas usa mascara nos transportes e estabelecimentos públicos (apesar de aqui haver um pouco de relaxamento) e há imensa gente (apesar que disseram que não havia quase ninguém comparado a alturas que já tinham ido)

De volta a bruxelas ventosa cansada, com dores de pés e com o músculo do pé direito a fazer-se ouvir ao subir e descer as escadas de casa. Mas grata pelo fim de semana, pelos momentos passados, por ser a portuguesa criança no meio dos espanhóis que se tornaram aquele grupo que vou levar no meu coração, por ter tido aquele sentimento de é tudo no tempo certo e esta tudo bem.

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06
Jul20

desafio: o rosto em 100 palavras

alma de bii yue

Como descrever o vosso rosto sem imagens, apenas por palavras e com um máximo, 100 palavras?! Parece fácil, mas não o é.

"Cara de criança/adolescente com anos de mulher. Olhos expressivos que escondem e dizem tanto. Ar sereno e sorridente. Orelhas de macaco escondidas, mas a ouvir. Nariz de papagaio que já levou com uma bola de basquet. Marcas de crescimento, marcas de guerra contra um ferro de engomar em pequena. Boca pequena mas sempre com um sorriso. Um rosto alongado que tantas emoções e máscaras tende a mostrar. Uma alma a acordar e a progredir."

 

Este desafio teve início a 1 de Junho de 2020 e será deixado a vogar pela blogosfera
para todos os que lhe quiserem dar continuidade. Usa a tag: o meu rosto em cem palavras, para ser mais simples encontrarmo-nos.

IMPORTANTE: publica o link deste post, para quem nos lê ter acesso a todos os retratos.

Obrigado minha querida Ana de Deus!

 

01
Jul20

Olá Julho

alma de bii yue

Se retirarmos o facto de aqui em bruxelas estar tempo de chuva e frio, é irreal como já é julho! (Hoje é dia perfeito de ficar em casa a ler um livro acompanhado de um chá quente, olhar la para fora e desfrutar do som, cheiro e visão da chuva a cair. Em vez ouve-se a chuva a cair na empresa e o cheiro cada vez que as portas se abrem.) Lembro-me de estar a escrever para junho e voou... Não vamos falar da viagem de retorno porque até ao ultimo minuto vai ser uma incógnita, mas oficialmente em contagem decrescente. As emoções já estão ao rubro, a minha mente de controladora também esta a adorar fazer-se ouvir porque o dilema do momento é como organizar as malas (visto que metade em menos de 2 semanas já vai recambiado e roupa de inverno ocupa demasiado espaço!) e ansiedade é outra coisa que esta entalada na garganta e estômago.

Junho, consegui viajar e visitar mais umas cidades da bélgica, aproveitar os parques da cidade, retornar ao trabalho com a força toda, reajustar a minha rotina e cumprir mais um objetivo da minha bucket list. Tomei uma maior consciência sobre mim mesma, toda a mudança interna e externa e esta nova adulta que sou. O tempo dá a sensação de tão acelerado que grande parte esta a ser assimilado inconscientemente e conscientemente estou a ir com os dias, com o que vai aparecendo e aproveitar.

Julho, tenho que agarrar na coragem e fazer-me a vida. O tempo de espera acabou e agora é tempo de ação, de saltar de pés juntos e deixar o universo decidir o que me quer dar em retorno. Só que esta complicado lidar com todos os medos, as crenças, a guerra entra a minha sombra (mais apreciada e valorizada) e a luz, as constantes duvidas na minha cabeça, a pressão externa que acaba por acender a interna.

Sei que será o mês das emoções, das mudanças, do re-ajuste, da prova de mostrar como estes meses de trabalho interno me fazem agir de maneira diferente onde coloco-me em primeiro lugar e respeito o que sinto e compreendo que são fatores externos e não internos, do recordar e reviver.

Namaste.

29
Jun20

A minha história de deixar de tomar a pílula anticoncepcional

alma de bii yue

Acordei um dia com o meu corpo a pedir para deixar de tomar a pílula. No entanto essa ideia já andava na minha cabeça há alguns meses, só que com a mudança de Portugal para a Bélgica, já iria ter mudanças suficientes. Em abril, o corpo gritou e eu não tive como não ouvi-lo, por isso tomei a decisão de parar de tomar a pílula. 

Foi uma decisão que o meu corpo tomou por mim, mas até esse momento ponderei bastante porque infelizmente a minha história não era a melhor, tal como as experiências que adquiri das mulheres da minha família. Um histórico familiar de dores e fluxos terríveis. Infelizmente, esses padrões ficaram gravados e passados para mim. Por volta dos 12-13 anos aparece-me a primeira menstruação e foi assustador com a quantidade de dor e fluxo, toda a mal disposição e a sensação de sentir-me suja. Isto levou-me a marcar uma consulta do ginecologista e comecei a tomar a pílula, não só por causa desses sintomas mas também porque tinha quistos. Nos meses seguintes os sintomas melhoraram para quase inexistentes e foram-se passando anos. Até uma ida à médica de família e ela decidir mudar a pílula, porque a que estava a tomar era a mais forte e a longo prazo poderia ter consequências. A partir desse momento começou o ciclo esgotante de não me dar bem com nenhuma, os sintomas que estão na bula ao fim de 6 - 8 meses começavam a aparecer em proporções extremas. Voltava a médica de família e ela argumentava que era normal  haver sintomas secundários e faz parte. Como se o normal para grande maioria das mulheres pudesse ser considerado normal e continuam a haver médicos com esta conversa que já não cola (tema que infelizmente já foi abordado aqui com muita revolta). Apesar de o fluxo ser coisa que sempre se manteve igual e mínimo, dores, acne, enxaquecas que duravam dias, tpm e mudanças de humor. Houve um episódio que começou a querer fazer-me tomar uma atitude, um mês em que as mudanças de humor levaram a que me transforma-se numa pessoa que não era e ter não só o meu namorado, como outras pessoas a dizerem que aquela pessoa não era eu. Não me venham dizer que isto é normal, porque NÃO O É! Voltei a minha médica da família e ela veio com a mesma conversa e o meu copo a encher, voltei a mudar de pílula. Após 8 meses, os sintomas começam a agravar-se uma vez mais, e numa tarde ligo a médica a pedir para mudar a pílula. Nesse momento jurei a mim mesma que era a última tentativa. 

Após tomar 5 pílulas anti-anticoncecionais e mais de 10 anos, parei. Estava com medo, porque ouvi e li relatos de outras mulheres em que a transição não foi fácil porque o corpo passa por um enorme detox hormonal e tem que se reajustar a produzir as hormonas naturalmente.

Durante a primeira semana estava a sentir-me bem, mas a segunda e a terceira semana foram más, mudanças de humor (ir do extremo de rir ao chorar, com inúmeros picos de ansiedade pelo meio durante uma quarentena), dores de estômago com ou sem comida no corpo, enjoos, inchaço e cansaço constante, calores. Depois começou a melhorar gradualmente, felizmente, apesar de até hoje ainda ter alguns dias com alguns destes sintomas mais acentuados. Ao princípio com os relatos que tinha ouvido, pensei que a minha menstruação não ia aparecer, apesar de sentir e observar as diversas fases do ciclo no meu corpo mas após dois dias o previsto, veio. Foi uma experiência totalmente nova, porque desde o início que tomava a pílula e apesar de ainda o corpo só agora estar a começar a desintoxicar, era sangue vermelho, vivo e verdadeiro. Nesse momento senti-me mulher!

Para ajudar nos sintomas, foi-me aconselhado experimentar tomar brahmi e shatavari e acredito que isso têm-me ajudado. Já se passaram 3 meses e sinto-me bem comigo própria, estar a redescobrir um ciclo menstrual e ajustar-me a ele. Re-descobrir-me ainda mais como mulher. 

Vou continuar a deixar o meu corpo a cada desentoxicar e curar-se. Quando voltar à Portugal, logo verei se consigo dar-me bem como os metodos naturais ou terei que optar por outro, porque também não sei como esta a minha saúde feminina nesse sentido. Uma coisa é certa, pílula não volta a entrar no meu sistema!

Toda a jornada de auto-conhecimento levou a estar mais consciente do meu corpo e consequentemente o caminho levou-me a aprender o que é o sagrado feminino. A verdade é que uma mulher não carrega só as suas memórias, mas também de todas as suas ancestrais. É um conjunto enorme de acontecimentos, dores que ficam gravadas no corpo e que precisam de ser curados (o que tenho feito é através de meditação e é espantoso! Descobri o momento que marcou como seria a minha primeira menstruação, acontecimentos dos quais nem sequer me lembrava que deixaram uma marca, e o que mais me sensibilizou foi toda a dor de ser mulher do coletivo ao longo de gerações e gerações). 

25
Jun20

Desafio 52 semanas - a 26

alma de bii yue

Semana 26: Se eu pudesse mudar de profissão, eu seria…

  • Escritora. Seguir esta paixão de deixar fluir o que esta dentro da alma, puxar pela imaginação e aventurar-me a escrever um livro sobre a rapariga que tantos textos têm por aqui.
  • Viajar profissionalmente. Se fosse boa com a câmara, não me importava de andar pelo mundo a tirar fotografias e depois expor esse trabalho. Contactar com culturas, pessoas, estar sempre a aprender algo novo e a desenvolver-me como pessoa. 
  • Dona de casa. Ou seja, conseguir trabalhar a partir de casa em alum negócio online e ter tempo para mim, para o trabalho e fazer as lides de casa. Admito que gosto muito de ser uma fada do lar, naquele tempo entre ter entregue a tese e mudar-me para bruxelas, passava os dias em casa (muitas vezes a procrastinar, sem uma rotina certa e mesmo assim não tinha muito tempo para fazer o que realmente queria) mas gostei porque estava confortável e era eu que fazia os meus próprios horários e essa é das melhores liberdades.
  • Continuar no âmbito da química. Apesar de tudo, gosto bastante do meu ramo e devido ao meu background tenho versatilidade. Só tenho que continuar a tentar descobrir o que realmente me faz vibrar.
24
Jun20

Só mais 1 mês 

alma de bii yue

Contagem decrescente "oficialmente", porque viajar de avião é tudo menos certeza neste momento. Marquei a viagem de regresso no inicio de maio para um dia, 2 semanas depois mandaram a cancelar e marcar para o dia antes. Há duas semanas lembrei-me de ir ver porque precisava do recibo e descobri que tinha sido cancelada e não me tinham re-marcado mais nenhuma. Conclusão: não existem voos diretos para o porto em nenhuma companhia, vou ter que fazer escala e passar uma nada confortável noite passada no aeroporto.

O tempo esta a voar, ainda há pouco tempo tinha começado uma quarentena e agora estou prestes a acabar eramus e voltar para portugal. As saudades são muitas, sinto imensa falta do conforto de ter a minha casa, o calor humano e estar nos braços da pessoa que se ama, da minha família, amigos, das pessoas e da cidade, do mar e natureza em menos de 20 minutos. No entanto, também começa haver aquela lágrima escondida no canto do olho. Ter que me despedir de pessoas com quem acabei por criar uma amizade e me aturam todos os dias! (neste fim-de-semana cheguei a conclusão que a minha paciência é escassa e coitados de terem que me ouvir, e sou uma criança no que toca a animais e coisas fofas, mas nunca fui tão o eu verdadeira como o sou agora!), encerrar um capítulo de estágio e que me trouxe tantas aprendizagens. Deixar uma cidade onde me sinto tão confortável e onde aconteceu tanto desenvolvimentos pessoal e momentos de tanta sicronicidade e deja-vus

O que se segue é um enorme não sei, é o que vier e o que o universo me oferecer. De momento, estou a evitar pensar no futuro e apenas aproveitar os últimos cartuchos desta experiência de erasmus.

22
Jun20

O caderno

alma de bii yue

Um simples caderno mas que carrega tantos ensinamentos, palavras inundadas de emoções, frases para reler e relembrar. 6 meses depois esta totalmente preenchido, após muitas aprendizagens e crescimento. O que levo é uma enorme gratidão e um sentimento inexplicável de saber o quão cresci, o quanto me transformei. A luz para dar lugar as sombras, as sombras gritarem para serem ouvidas e vistas. Começar a abrirem o caminho para a andarem de mãos dadas.

Foi no dia 14 de Dezembro que o recebi no workshop da Inês Pimental. Pouco tempo depois começou a ser preenchido pelo programa da Ana Silva, "Este e o momento faz de ti a tua prioridade". Poucas semanas depois da minha vinda para bruxelas começou a receber poderosas palavras graças ao programa da Carina Palma, "Conecta-te ao amor". A meio da quarentena veio o programa da Clarissa Guelves, "Livro do amor", que me fez dar aquele passo em frente que até então estava tão reticente de tomar. Para o terminar veio o programa da Nadia Bila, "Desafio de 7 dias para Despertar a Deusa Guerreira".

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Apesar de o tempo ser relativo e ter sido só uns meses, reler o que escrevi no início e tomar consciência, voltar aos dias em que comecei e sorrir! Mindfulness é estar mais consciente, mais presente, só conseguimos controlar o agora e o que é nosso, aceitar os baixos e celebrar os altos. Respirar e deixar fluir.

Aventura de uma vida ♥

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