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because your smile make me live ♥

so strong, so broken

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03
Jun18

Violência no namoro, quando isso te acontece na vida real

A IPDJ têm algumas campanhas de sensibilização para crianças, jovens e adultos.

No ano passado fui voluntária na campanha "Navegas em segurança", basicamente envolvia ir a escolas falar sobre o tema de como estar seguro na internet, os problemas e perigos associados, alertar os participantes que apesar de ser bastante divertido, útil e que torna tudo mais fácil, também existe um lado menos bom. Tanto os panfletos e os power points foram facilitados pelo IPDJ, eu apenas os modifiquei um pouco os power point porque a minha opinião tornava-se mais fácil o discurso.

Este ano fui voluntária na campanha "Namorar com Fairplay", um projecto mais elaborado. Assemelha-se ao de cima, ir a escolas falar sobre o tema. Trabalhei com mais três pessoas, onde preparamos panfletos e construímos power points de raiz. Trabalhamos com duas turmas por duas sessões, onde expunhamos o tema o que era a violência no namoro, os vários tipos e violência, física, psicológica, emocional, ..., as consequências que adevinham para as vitimas, o que é possível fazer para prevenir, e posteriormente eles tentavam explicar o que para eles era namorar com fairplay através de jogos. Fui a turmas de 7º e 8º ano, eles têm uma certa noção e levaram a sério, felizmente. Provavelmente já se esqueceram de tudo, mas gosto de pensar que se alguma situação lhes aparecer à frente, vão ser capazes de reconhecer, antes de ser "tarde demais". Basicamente, tentasse pegar num assunto bastante importante nos dias de hoje, e transformá-lo num assunto mais simples de falar e lidar

As pessoas têm noção do que é a violência física e são capazes de agir contra isso, porém quando se passa para violência psicológica ou emocional, não é tão simples. A vítima convence-se que irá passar, que é só uma fase menos boa, que gosta imenso da pessoa e se tentar falar com essa e pôr-lhe limites, tudo se irá resolver, e por aí adiante. Porém na realidade não é assim tão preto e branco. Há pessoas que não mudam, apenas há periodos de sossego e conforto enganoso. É extremamente dificil uma vitima conseguir ter a coragem de falar, é uma relação, é intimo, é suposto ser uma experiência boa, envolta em amor e crescimento mútuo, só que também é preciso haver respeito, limites que cada pessoa têm direito e dever a ter a sua própria vida. Vou ser o cliche de dizer, que há pessoas que estão disposta a ajudar, porque apesar de essas pessoas pensarem que estão completamente sozinhas, não é sequer perto da verdade! Não estão sozinhas, há pessoas que estão sempre dispostas a ajudar, só que é necessário a pessoa ter a coragem de ir e pedir, não ter medo, agarrar no seu livre arbitrio e desejar querer melhor

Apesar de estas campanhas ajudarem imenso a alertar as pessoas, ainda há muitas lacunas na justiça e na ajuda. Ainda há um certo preconceito, as pessoas têm medo de falar e ser-lhes apontado o dedo. É um problema real, com consequências graves para a vitima e precisa de ser ajudada, não de vir a ter, ainda mais medo porque a sociedade ainda não cresceu suficiente. 

Com isto, venho contar a minha experiência, porque depois de ter feito esta campanha, sinto que opiniões e histórias são importantes para ajudar o próximo. Pessoas à minha volta já foram vitímas de violência no namoro.

Há uns anos uma amiga minha, tinha um namorado que era controlador. Isto passou-se ainda no secundário, ele controlava as mensagens dela e era um pouco bruto e quando isto começou a acontecer, ele tentou dizer que não era por mal, que era só porque gostava imenso dela e queria saber quem eram os amigos. Porém quando ela pediu para lhe ver o telemóvel, as coisas começaram a ficar feias. Ele só lhe entregava um tempo depois, ou seja, quando ela pedia ele dizia que já dava e estava só a responder a umas mensagens. Ela já andava a desconfiar do comportamento dele, primeiro ser controlador em relação à ela, e depois quando era o contrário, ou arranjava desculpas para ter que ir a outro lado e desaparecer de repente ou que estava a fazer algo e já lhe entregava o telemóvel. Houve um dia que ela conseguiu pegar-lhe no telemóvel sem ele ter tempo de fazer alguma coisa, nesse momento ele começa a ser agressivo que quer o telemóvel de volta, ela por instinto foge dele. Ela descobriu que ele falava com outras raparigas, ele veio com desculpas, que gostava imenso dela e que as atitudes eram por medo e que não sabia porque falava com outras daquela maneira quando a tinha a ela como namorada. Ela aceitou desculpas, deu-lhe mais uma oportunidade para ele demonstrar o que não era. Porém, o namoro só melhorou uns dias, ele continuou com aquele comportamento, ela sempre que o confortava, ele tornava-se mais agressivo que chegou ao ponto de lhe bater. Ela acabou tudo, ele não aceitou e continuou a persegui-la, continuou a bater-lhe. Esta situação já se passou há alguns anos, por isso já não me lembro bem como acabou, mas acho que ela falou com os pais e nesse momento ele recuou e deixou-a completamente em paz.

Outra situação é mais recente, não posso dizer que seja especificamente violência psicológica, mas depois de ter tido formação, considero que seja, sendo infelizmente o caso mais complicado e que mais ocorre na sociedade.

Uma amiga com quem falava regularmente, acabava por vir desabafar comigo da sua relação com o namorado. Ela vivia para ele, tinha muitos poucos amigos e gostava imenso dele, apesar de em muitas situações não se sentir feliz, que era suposto ela merecer aquele tratamento. Apesar disso havia altura em que se sentia feliz ao lado dele, tentava explicar-lhe o que sentia nas alturas menos más e ele dizia que entendia e que iria mudar a sua atitude. Isso acontecia, mas era durante pouco tempo e as coisas acabavam por voltar ao mesmo. Eu ouvia, dava a minha opinião apenas porque compreendia o lado e só a queria ver bem. Houve alturas que se calhar era um pouco direta demais, mas é só porque eu conseguia sentir a dor nas palavras dela e logo a seguir dar desculpas que não podem ser dadas quando uma pessoa não faz muito para mudar. Houve um dia que ela me disse que tinha acabado com ele há umas semanas, eu fiquei aliviada porque ela precisava de se reencontrar com ela mesma. Disse-lhe para aproveitar para ir se divertir, o que é perfeitamente natural. Porém isto saiu-me completamente ao contrário, porque por alguma razão ela deve ter interpretado que estava a dizer-lhe que ela tinha que ir sair, conhecer novas pessoas e ir comê-las ou ter relações com elas. Por favor, eu não penso assim, aliás nem sou desse tipo que pessoa! Apenas lhe disse aquilo, por experiência própria, que uma pessoa estar livre para se ir divertir com os amigos, descobrir quem ela própria é, através de atividades que fica "limitada" quando se têm outra pessoa é óptimo para olhar para o passado e presente com outra maturidade. Continuando a história, no dia seguinte recebo uma mensagem do suposto ex-namorado pelo número dela. Resumidamente ele vêm tentar se impôr comigo, a dizer que ela não pode ter mais amigos, para além de ele como amigo, que ela não pode conhecer pessoas novas, que ela não é livre! Esta última continua sem me sair da cabeça, porque tudo foram palavras dele, uma pessoa dizer que a outra não é livre é violência. Não venham com desculpas, mesmo que estive num momento de tentar ser agressivo comigo, a boca fugiu-lhe para a verdade de quem ele é. Ele tentou fazer um jogo comigo, de que eu é que era a má da fita por lhe pôr ideias, que eles entenderam bastante errado, na cabeça dela. Que ele estava a tentar remedar a situação, que ia ser melhor. Só que ele ao mandar-me mensagem, só mostrou o contrário, que continua a controlá-la, que ela nunca irá ser livre, que ela nunca irá ser capaz de ter os seus próprios amigos e que terá que viver sobre as asas dele. Eu fui uma ameaça por apenas lhe dizer algo banal, só que a fez pensar, provavelmente alguns comportamentos, pensamentos mudaram e ele começou a notar e não gostou porque ia contra o que ele queria que ela fosse. Deixei o pó acalmar e no dia seguinte mandei-lhe mensagem a dizer a minha opinião, bastante direta. O que ele disse não é de uma pessoa que não seja controladora, ninguém têm esse poder de dizer que não tem livre arbritrio sobre a outra, que apesar de parecer que ela não têm ninguém ao seu lado, as pessoas continuam lá só estão à espera que sejam tomadas atitudes, e que esta tudo nas mãos dela. Isto porque já foram dados muitos avisos e há situações em que não se pode fazer mais nada, a não ser esperar. Esperar que a pessoa tome uma atitude, sem medo, com coragem. Infeliizmente isso nem sempre pode vir a acontecer e as relações podem escalar para outro tipo de violência.

A mensagem que quero deixar com esta partilha de histórias, sendo uma pessa de fora é que eu compreendo o lado das vítimas, não é fácil virar as costas aquela pessoa que amamos e que está sempre lá. Mas também existem limites e quando isso interfere com a nossa felicidade interior e não nos deixa ser quem somos ou queremos ser, por mais doloroso que seja é necessário por um ponto final

Relações não são fáceis, não são aqueles contos de fadas que se acredita quando se é criança. É preciso haver diálogo e respeito mútuo.

14
Mai18

SelfCare

Sempre fui desleixada em relação a ter cuidado comigo própria. Preguiça, desleixo com a minha imagem, demasiado nova para me preocupar com os efeitos a longo prazo.

É uma moeda de duas faces, alturas em que ando tão concentrada com o dia-a-dia que qualquer coisa serve para vestir, nda de acessórios, os cuidados rotineiros e nada mais; alturas em que dá aquela vontade de vestir algo mais bonito, confortável, usar acessórios para dar outro ar e aquela sensação de bem-estar e confiança que sabem tão bem. 

Durante a minha adolescência até a actualidade que sofro de acne. Tive muitas crises durante a adolescência, fiz tratamentos dermatológicos que resultaram, infelizmente, ter tido uma pré-depressão que me desregulou as hormonas e voltei a ter crises mas um pouco menos acentuadas. Usava os cremes que vê-mos e ouvimos nas publicidades, mas só resultavam nas primeiras 3-5 utilizações e depois ou não fazia diferença ou piorava a minha pele. 

Ao entrar para a universidade, comecei a preocupar-me um pouco mais com a minha imagem. Tentava usar um pouco mais de acessórios, variar nos meus visuais, só que sempre foi complicado porque o meu guarda roupa era muito de criança e não havia possibilidades para o renovar. Aos poucos fui e vou comprando peças mais casuais e elegantes, e assim renovando.

Hoje em dia, consegui encontrar um equílibrio! Tenho mais cuidado comigo mesma, com a minha pele, com o meu cabelo, a minha alimentação ainda é um trabalho em processo. Pratico exercício físico regular, passei a apreciar e reconhecer os momentos de self care, não só cuidar de nós próprios, como mimarmo-nos de vez em quando. Porque são as pequenas coisas que deixam uma marca, um sentimento, uma emoção.

15
Abr18

Onde é que me agarro?

Quero agarrar-me a algo, mas à minha volta só sinto o vazio. Sem dar conta, dei por mim perdida e desanimada perante um mundo que não abranda. Quero sentir algo, só vejo as emoções a passarem à minha frente. Tento agarrar-me as palavras que conseguem tocar no meu coração mole, reconfortante. Só que aquele silêncio grita ao meu redor. 

Aquele tremor que me faz voltar a realidade. É verdade, estou distante, distraída. Eu apercebi-me, só não sei como parar este comboio que não para de passar à minha frente. Não sei como perdi motivação para continuar a lutar pelo lugar onde estou, para as coisas em que sou boa e me fazem sentir realizada, para as tarefas do dia a dia que passaram a ser simplesmente automáticas.

Perdi-me, não sei a razão certa, talvez tenham sido várias. Isto de ser jovem adulta, são sentimentos e emoções arrebatadoras. Um momento tem que se saber ser adulta, quando por dentro só se quer continuar a ser aquela jovem que põe as responsabilidades e preocupações num canto e apenas vive para viver! Um outro momento não dá para fugir, responsabilidades, dinheiro, preocupações do presente e futuro, tentar ser o mais racional possível apesar de haver aquele murmúrio constante de medos.

Estou a tentar combater esta moleza, este sentimento de procrastinação, esta emoção de vazio. Parece que é mais fácil apenas deixar ir às coisas com o vento e ficar parada a olhar, mas nesses instantes perde-se o rumo. Retornar ao caminho certo exige auto-disciplina, auto-controlo em diversos campos, não num só, e é esse ponto que torna tudo mais complicado. Ter motivação para pequenas partes vai aparecendo, no entanto, para um todo não surge de um dia para o outro. É preciso ter uma luta interna que exige energia mental de um corpo fragilizado que esta assustado com este todo assunto de ser jovem adulta.

17
Mar18

é assim que quero estar contigo

Deixa-me ficar no teu colo, a mexeres-me no cabelo, a falarmos a vida. É o meu lugar favorito, sinto-me protegida. É bastante aconchegante sentir os teus braços a envolverem o meu corpo, os teus dedos a percorrerem a minha pele.

Podemos ficar assim durante horas, sem dar conta de o tempo passar. É o lugar onde só existimos os dois, podemos ser nós próprios, sem máscaras, sem tabus. Podemos falar de memórias, de objetivos, de sonhos, de brincadeiras, de aleatoridades.

É reconfortante sentir que estás aqui, sentir o teu calor, sentir os teus sentimentos, sentir que é mútuo, sentir que é o certo.

Tudo mudou, mas nada mudou. Evoluímos, superamos e fez-nos apreciar ainda mais. Não parece que existiu um ano de relação à distância, que nos tornamos independentes de certas formas, que viajamos e descobrimos o que nos provoca aquele frio na barriga de estar continuamente a descobrir.

Gosto de recordar memórias, de falar sobre as nossas aventuras, discutir as nossas metas positivas,...

O futuro continua a assustar-me, às vezes podem surgir lágrimas, tenho medo de voltar a estar separada de ti, ter que voltar a lidar com sentimentos angustiantes. Estar partida em inúmeros fragmentos, mas sorrir-te. Aguentar a saudade, que se tornou uma palavra tão séria e profunda.

Por agora, quero continuar a deitar-me ao teu lado e falar sem parar. Sentir-me esta pequenina com um coração cheio de amor por ti, esta adulta estranha qe sabe que o lugar a que pode chamar casa é ao teu lado.

04
Fev18

É o presente ou o futuro

Quando tudo estava a correr muito bem, há sempre aquele zumbido a dizer que é bom demais para ser verdade. Mas continua a aproveitar enquanto podes, porque nunca pode inagimar a chapada que o universo te vai dar. É assim a vida e tudo mais, é isso que nós faz ficar mais fortes, ... 

Eu aceito isso tudo, apenas pensei que tivesse quebrado o ciclo, que desta vez iria ser diferente. Estou mais matura, estou a lutar pela minha vida pessoal e profissional, estou a tentar conjugar vidas com trabalho, no qual tenho que continuar a contar cada bocado para apenas continuar.

Sou grata pelas conquistas que consegui, pelas oportunidades que apareceram, por apesar de todos os problemas que foram surgindo consegui voltar e construir um novo lugar em que me sinto em casa. 

É só que fui apanhada de surpresa, voltar a reviver emoções que não pensei que iriam voltar a acontecer, pensar num futuro que parece distante mas esta mais perto do que realmente quero admitir e sentir-me novamente aquele miúda assustada porque não quero voltar a ficar sozinha se isso vier realmente a acontecer sendo mais uma vez o meu último ano. Eu sou capaz, eu consigo voltar a levantar a cabeça e olhar em frente, eu sou forte para isso e tenho esperança. 

É como um barco que entrou num remoinho, às voltas e voltas, aos poucos avança um pouco mais para o centro, mas dá mais voltas que esses avanços. Assim me expresso, assim me sinto.

Vou conquistando algo, sentindo orgulho de mim própria por estar a conseguir, ser esta quase adulta a preencher as falhas e não desistir, só que também sou aquela rapariga frágil com um coração mole, que no fundo tem medo de mais um futuro incerto, da possibilidade de ficar longe e sozinha, de voltar aquela prisão por mais que tenha conquistado uma vida e mais uns tempos de liberdade.

Portanto, é difícil aceitar estas emoções de volta, sentir que volto a um velho ciclo que pensei que tinha quebrado, voltar a sentir-me vunerável por me fazer mais forte do que realmente sou sem largar um lágrima, até agora...

24
Jan18

férias cá dentro

Para quebrar a rotina de um novo capítulo e tirar uns dias de merecidas férias, finalmente decidi-me a marcar as tão faladas férias cá dentro. Já andava há um longo tempo a querer ir à Lisboa, e fui este fim de semana.

É uma agitação bastante diferente da calmaria de uma pequena cidade, um ambiente diferente do Porto. É uma cidade enorme, nunca pensei que fosse andar tanto em apenas 4 dias. Mesmo com os transportes públicos, fazendo parecer que acaba por ficar perto e não é assim tanto a distância. 

Estava a precisar de uns dias afastada da realidade, dos problemas, num novo sitío, a sair da zona de comforto e experimentar um novo ambiente. Foram umas mini férias, a dois, construir as nossas memórias e seguir uma das nossas paixões, viajar

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Terreiro do Paço

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Convento do Carmo

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Torre de Belém

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Navio aberto ao público no Parque das Nações

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 Oceanário de Lisboa

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 Parque das Nações

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 Castelo de São Jorge

06
Jan18

skip the drama

You shouldn't be so soft and feel so intensly. You're fine in one minute and in the other everything take over your body.

It's never that easy. There are good and bad days.

 

It should be more just for fun, doing the things that you love in the end, and make some money.

You try to be an adult in a young face. You're smarter and know things so you should be just fine, unfortunately luck is also needed.

You're doing your work and without knowing you're dragged to dramas that aren't yours. Other people forgot the main point of that world! Is so hard when you have a strong opinion and can't say anything, just consent and move on.

I really try not be affected by the background noise, I try to have fun and transmite that, I try just be myself and hope that I receive something in return. It feels good in the end, doing one of the things I love and have the results I want.

So... When do you know that is too much? Why do I care so much? I don't even know the people. Why are this affecting me?

I've been discovering so much in the last months. Because the way I am, the people I know, I thought that the world was moving....but is not exactly like that. There still are lots of people that doesn't know how the real things are, or are taugh in wrong ways and have afraid to get out of that wrong comfort zone.

It hits me, I already have some life experience, I already try lot's of new things and don't have afraid to continue to explore. My soft heart can't handle see some people who have so much to reach and don't try because of the fears, bad edducation, traumas, don't have enough self-confidence. 

It tooks some years to have a opinion about several things, have my own word! That's way I really wanna scream to the world.

01
Jan18

sabor da percepção

2017 foi um ano de mudança e bastante crescimento. 

Começou com o ajuste à realidade que ele tinha voltado, mas iria embora novamente por mais uns longos 5 meses. Felizmente tive as oportunidades de puder viajar e ir ter com ele, descobrir novas cidades, envolver-me na paixão de viajar, sobreviver à relação à distância.

Comecei o estágio que me ajudou imenso à nivel pessoal, mantendo-me ocupada, e nível profissional, abrindo-me a porta para a realidade e fazer-me descobrir a minha vocação.

Com a licenciatura quase terminada, ele volta defenitivamente. É a altura assustadora de dizer adeus à casa que me acolheu por 6 anos, de ir para o mundo real à procura de trabalho inexistente por experiência para à qual não existem oportunidades.

Meses de calor bastante complicados, de volta à prisão de 18 anos, por ter tido à minha liberdade e ser tudo tirado, por uma busca infinita de oportunidades que não respondem ou que são roubadas. Consegui arranjar trabalho, nada certo, mas dava para ganhar experiência com o público, manter-me ocupada...

Porém estar naquela prisão começou a tornar-se tóxico, é exaustivo e só me via crescer com o passar dos dias e ter cada vez mais certezas do que realmente queria. Felizmente licenciatura concluída! 

Tentei a sorte e consegui voltar à cidade que me acolheu tão bem, continuar a minha educação, uma tentativa de voltar à rotina que tinha tido com ele à um ano atrás. Isso não aconteceu, acabou por ser ainda mais complicado do que quando ele estava em erasmus. Era uma nova etapa, consegui de volta à minha liberdade e desta vez veio uma semi-independência

O periodo da relação à distância parece tão distante, deixou lições e maturidade. Os meses de calor parecem só mais uma daquelas memórias empurradas para o fundo da gaveta por serem sentimentos tão recorrentes e dolorosos, ficar com um nó no estomâgo e sem ar. A rotina de voltar em ambientes novos instalou-se, novas vidas, novas prioridades. Têm sido esgotante, mas sinto-me a lutar pelo meu futuro (nível acadêmico/professional, pessoal, financeiro).

Jovem adulta, não me dou conta da idade que tenho pelo meio em que me encontro. Dou-me conta pela maneira como encaro à vida e como o transmito às pessoas à minha volta. Sou quem eu sou, não tenho medo de o mostrar. Posso continuar a ser um pouco ingénua e viver, ainda, muito nos meus mundos. Só não significa que não vejo o que se passa ao meu redor, apenas ponho à minha energia no que aho que é importante.

Um sabor de que é o certo, continuar a agarrar as oportunidades e lutar ainda mais pelo meu futuro!

É isso que quero que continue em 2018. 

" I used to always cry and give up...I made many wrong turns...But you...You helped me find the right path. I always chased after you...I wanted to catch up to you...I wanted to walk beside you all the time. I just wanted to be with you...You changed me! Your smile is what saved me! That is why I am not afraid to die protecting you!! Because...I love you..." 

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