#11 de 52 perguntas
Se pudesses fugir, para onde irias?
Para um lugar entre a floresta e o mar. O sossego de dois mundos. Explorar sem destino. A cada dia ser o mesmo lugar, mas com uma paisagem em constante mudança. Viver rodeada da natureza.

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Se pudesses fugir, para onde irias?
Para um lugar entre a floresta e o mar. O sossego de dois mundos. Explorar sem destino. A cada dia ser o mesmo lugar, mas com uma paisagem em constante mudança. Viver rodeada da natureza.

Vamos a mais um pouco de journaling, graças às previsões que a Ainda Solteira partilha e eu adoro! (e que ficou completamente esquecido nos meus rascunhos)
. Quem sou quando ninguém está a olhar? Quem sou quando não tenho de me esconder?
Uma pessoa carinhosa, sem muros para escalar.
. O que me faz rir e dar gargalhadas até doer a barriga?
Momentos genuínos de parvoíce.
. Qual é a memória mais antiga que tenho?
Estar no meu berço e o cão da minha mãe vir enroscar-se a mim e adormecer.
Rosa faz-me lembrar o cachecol que recebi do natal e as palavras do porquê da cor "para te ligares mais ao poder do feminino". Tornou-se indispensável, faz-me sentir confortável e quentinha contra o frio e vento. E é o único rosa no meu armário.
A verdade é que tenho um lado mais masculino do que feminino, pelo ambiente em que cresci, e por só agora estar a perceber o meu lugar na família. Mas o meu lado feminino também esta presente, mais escondido e ainda um pouco reprimido (pelo que dizem).
Rosa da energia de carinho das pessoas que me toleram, rosa das pessoas que me obrigam a sentir e usar mais o rosa, rosa do nascer e pôr do sol, rosa dos donuts do lidl que adoro, rosa mais escuros das rosas do jardim, ...

Sabes mais sobre o desafio aqui.
descreve o teu estilo
a descobri-lo e reinventá-lo para o que sentir naquele dia ![]()
algo que seja mais uma maneira de me exprimir para o mundo
O cansaço traz todas as inseguranças, traumas e medos ao de cima. A ansiedade não é só o que se vê, mas também o que não se vê. Os gatilhos fazem-na acordar e ela perdura agindo e disfarçando-se em comportamentos do dia-a-dia.
Quero chorar, quero colo, quero carinho, quero amor. Quero que este abismo que se abriu novamente não me faça sentir tão assustada. Automaticamente colocar máscaras porque foi assim que fui crescendo e é o meu mecanismo de proteção.
Quero fazer tudo ao mesmo tempo, quando tenho que aprender a fazer uma coisa de cada vez. É tanto a percorrer a minha mente e o meu corpo, ao mesmo tempo que o meu corpo começa a sangrar e a libertar-se do que não é mais necessário.
Dar tempo a mim mesma e parar após a intensidade. Sentir, chorar o que tiver que ser, sentir o que é pesado e negativo, deixar ir e recolher-me sobre mim própria. Conectar-me com o corpo, com os sentimentos, ir às suas origens, sentir e abraçar.
Uma jornada com constantes provas, situações em que ocorrem espelhos, em que o humor e o que é preciso naquele momento em constante alteração. A mente vagueia porque sente o mundo contra, tudo parece ir na direção errada. A comunicação torna-se pior, as ações na sua inocência saem desajeitadas e destrocidas.
A criança ferida aparece, traz a culpa e a vítima por não saber como agir corretamente. A adolescente traz a raiva, a mágoa, a incompreensão e a revolta. A adulta traz os vícios, a injustiça, a solidão. As diversas máscaras também aparecem, preparadas para serem colocadas. E a humano do presente refugia-se em si própria.

"Aceitar a nossa insegurança absoluta é a única maneira de permanecer seguro. Aprenda a relaxar com a insegurança aparente. Comece a reconhecer o poder imutável em cada mudança, em cada nova e diferente situação. Nesta aceitação agradável, você encontra a segurança imutável."
Começa a meio de 2019 até meio de 2020. É um ano, por isso vai contar! Pode ser Ana de Deus (cliquem aqui para ver as outras partilhas)?
A minha vida transformou-se. Trouxe imensas aprendizagens, crescimento, realização pessoal, sair fora da zona de conforto. E só consigo esboçar um sorriso. Perante os sentimentos e emoções mais pesados, também existem vivencias que deram lugar à memórias tão boas e que me dão aquele calor de amor.
estarmos a viver juntos e mudar de uma suite para uma apartamento arrendado
ter o carro e mais liberdade de movimento (ou seja poder ir à praia e floresta quando sentisse)
adoptar um gatinhos (insistência minha por passar tanto tempo sozinha e sempre querer ter tido um animal à meu encargo) que passou a ser o amor e terror da casa
férias juntos, numa roadtrip à descobrir à costa portuguesa e finalmente ir ao sul de Portugal! descobrir o local mágico da Zambujeira do Mar
apresentar a tese de mestrado e concluir à universidade
pegar em toda a minha coragem, fazer malas e ir começar o meu estágio de 6 meses em bruxelas, longe de tudo o que conhecia
começar a "trabalhar" na minha área e estar em constante aprendizagem
conhecer pessoas e um ambiente completamente novo
viajar e conhecer novas cidades e países
reflexão e apostar ainda mais no meu desenvolvimento pessoal
enfrentar os meus medos de estar longe e sozinha
reviver inúmeras vezes todas estas memórias!

Sentados no muro adentro do mar. As ondas batem nas rochas salpicando-os com salitro que tem a ajuda do vento. Meados da primavera, tempo quente, um sol que já aquece, um céu azul sem nuvens. A cor do mar é o reflexo perfeito da mistura das cores azuis do céu.
Aqueles momentos de presença em silêncio, a ouvir as ondas a rebentarem, a ver as gaivotas a voar e os caranguejos a fugirem nas rochas, a sentir a mistura de calor e fresco de vento na pele.
Ela encosta-se no ombro dele, e olhando de relance percebe um sorriso tímido a surgir. Ri, com todo aquele sentimento de bem-estar.

Sabes mais sobre o desafio aqui.
livro favorito
Tudo começou com um presente de aniversário dos mbm e que trago com imenso carinho, porque acertaram em cheio no que começou a ser a minha série de livros favorita!
A cerimónia mortal que consumi em tempo recorde e a partir daí comecei a ler o resto da saga que estava traduzida para português.
E sem dúvida que o meu livro favorito é o Êxatase Mortal de J.D Robbs.

Cheguei a comprar um em inglês, mas nunca passei das 10 primeiras páginas e entretanto esse livro ficou em portugal. Com isto e de ter voltado a ler frequentemente, é altura de voltar a série mortal.
Mais um fim de semana de sol e ar fresco, perfeito para começar as férias. Como o hábito e prazer mandavam, a viagem começa de manhã cedo.
Partindo de Aveiro e seguindo a estrada nacional, passando por Mira até à Figueira da Foz.

Após uma breve paragem segue-se a estrada nacional até se ir de encontro à estrada atlântica, a mítica estrada da costa oeste.

Um estrada que é um prazer enorme conduzir para apreciar a paisagem de floresta, dunas, mar, sentir a liberdade e natureza.
A primeira paragem é sempre no farol de São Pedro Moel.

E acabando na Nazaré para almoçar. À tarde segue-se São Martinho do Porto e sobe-se a serra para absorver a vista incrível do mar e horizonte. E mais uma paragem para sentir o ar fresco envolvido em salitro.

O dia acaba em Peniche e a visita obrigatória até à Papôa e ver as Berlengas ao longe. Seguindo a nacional que dá à volta ao cidade dentro da muralha observa-se o sol a começar a descer até se chegar ao farol do Cabo Carvoeiro e assistir ao magnífico por-do-sol.

O dia seguinte é passado mais uma vez passado na estrada, começando o mais cedo possível. Entrando na auto-estrada até ao Portinho da Arrábida. Assistir à beleza da cor azul clara transparente do mar com o contraste dos verdes da serra.

Continua-se pela nacional e passasse pelo alto alentejo. O contraste do sul com o norte, a vegetaçao mais baixa, o amarelo dos campos e quintas, sente-se o calor e o ar mais pesado, os animais a pastar, o barulho dos insectos em terras que poucos humanos vivem. O caminho é longo até chegar-se mais para o final da tarde até à Zambujeira do Mar. Terra pequena, mas com uma beleza e magia que me encata e apaixonou.

Desafio Sonhamos ir por aí! - Vá para fora cá dentro... de casa! por Cristina Aveiro
Uma laranja, que desde que começou e teve a oportunidade de entrar num novo mundo, sonhava em ser azul. Palavras sinceras do coração foram ditas. E isso levou ao retorno, a uma nova etapa do laranja. Mas continuava a sonhar com o azul, a deixar o seu coração falar e a lutar para isso acontecer.
Num dia atarefado, os colegas azuis da laranja convocam uma reunião, e explicaram a proposta para ser azul, criando um novo lugar para expansão. A laranja fia incrédula e sem palavras, mas era pura felicidade. Sem hesitações, o sim falou mais alto. Segue-se entrevistas com outros azuis, e durante esse tempo manter uma postura de laranja ainda mais empenhada e determinada. Tanta emoção a percorrer as suas veias, sente-se realizada, feliz e que mais uma vez tinha sido o poder das palavras e o seu esforço. O dia de se tornar azul chega, dirije-se à sala e mudam-lhe a cor. E assim ela começa um novo capítulo, onde se sente realizada, capaz e orgulhosa.

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