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because your smile make me live ♥

so strong, so broken

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19
Mar19

Qual a minha ambição?

bii yue

Puseram-me esta questão qual era a minha ambição de quando era mais nova. A verdade é que eu nunca pensei ou sequer conseguia imaginar o meu futuro quando fosse crescida, como o sou agora. Apenas tinha em mente que iria fazer tudo para sair de casa assim que tivesse oportunidade! A maior parte da minha adolescência foi agarrada a essa "ambição", só queria que esse momento chegasse e não conseguia imaginar um depois.

Devido a toda a história, essa era a minha ambição (se assim se pode chamar), porque também nunca fui daquelas pessoas que me imaginava já como adulta, ou sonhava com o casamento e coisas desse género. Serei a única? Se calhar não, mas senti-me como uma pessoa que não tinha ambições que valessem a pena. Afinal vivia para quê? Para que futuro? Quais eram as minhas ambições de vida? 

Neste momento da minha vida, gostava de dizer que tenho ambições e se calhar até tenho, mas levo a vida mais por objectivos. Tenho objectivos finais (a chamada ambição?!) , sei que carreira quero seguir, o que fazer para me fazer sentir que estou a viver a vida e não a desperdiçá-la. Sinto que a palavra ambição é demasiado grande para a minha pessoa, porque habituei-me a definir objectivos e viver mais no presente e não a ficar ansiosa pelo futuro

Se sou uma pessoa ambiciosa? Um pouco, gosto de me surpreender a mim própria, gosto de lutar pelos meus objectivos e sentir aquela realização no final. Qual é a minha ambição? Vai ser o clichê de ser feliz e puder chegar a conclusão que apesar dos obstáculos, consegui viver e ter momentos que ficaram gravados na memória (que me fizeram sorrir, que me fizeram sentir liberdade e independência, que me derretem o coração) e me ajudaram a ser a pessoa adulta que sou hoje e irei continuar a ser...

08
Mar19

Dia Internacional da Mulher

bii yue

Hoje é um dia focado nas mulheres e toda a controvérsia à nossa volta. Somos seres humanos por vezes mais sensíveis, mais susceptíveis ao mundo que nos rodeia, que encaram dificuldades acrescidas.

O dia é mais focado na violência doméstica. Nos casos contáveis que acabam em morte, nos incontáveis casos em que as mulheres sofrem em silêncio, nos numerosos casos em que a justiça não actua de forma justa e decide ignorar. A violência é assunto para ser falado, para consciencializar as pessoas porque só assim é que ao longo do tempo poderá haver mudança. É necessário denunciar, ajudar as vitimas a ter essa coragem porque irá ser um ponto sem retorno, onde tudo irá mudar e é isso que é o mais assustador para a vítima. Conscencialização e união são as palavras de poder.

No entanto, também é necessário referir outros assuntos importantes para este dia internacional da mulher. Em pleno século XXI, continua haver mutilação genital em alguns países, continua a haver casamentos forçados, continua a não haver direitos para as mulheres e são consideradas numa escala abaixo dos animais, continua a haver inúmeras castigos que podem levar à morte se a mulher não se comportar como um objecto apenas para servir e agradar ao homem. Ainda há muito caminho a percorrer, guerras a ser ganhas, vozes para serem ouvidas, direitos a ser ganhos.

Há que relembrar e homenagear todas as mulheres que até aos dias hoje que lutaram e lutam para termos os nossos direitos ouvidos, para que haja igualdade de sexo, para que sejamos vistas e ouvidas. Às mulheres da ciência que fizeram descobertas importantes, às sufragettes que nunca desistiram até ter sido feito justiça para os nossos direitos serem aceites, às que conseguiram chegar ao mesmo nível que os homens com muitos esforço e lágrimas derramadas.

O dia internacional da mulher é um lembrete para ser usado como referência da nossa história! Os fracassos que levaram a grandes vitórias para que hoje em dia, uma enorme percentagem de mulheres, tal como eu, tenha a liberdade de se expressar como se sente à sua maneira, para que possa estudar, para que possa ter direitos e dar a sua opinião. É um dia para agradecer, mas também para ter noção que ainda há um longo caminho a percorrer por quem ainda não possuem os mesmo direitos que a maioria sortuda!

02
Mar19

Negligência médica na saúde feminina

bii yue

Saúde feminina, é um tema que finalmente as mulheres estão a ter coragem para falar e partilhar experiências. No entanto, têm sido a geração mais nova de mulheres e isso faz com que ainda haja muitos profissionais que não levem a sério os problemas e acabe por haver bastante negligência e desprezo pela saúde feminina.

Estou especialmente a falar da pílula contraceptivo e os sintomas associados que supostamente são normais, mas não o são! É óbvio que há efeitos secundários associados a todos os medicamentos, mas não me venham dizer que é normal uma pessoa ter enxaquecas que duram dias e que impedem certas vezes o trabalho regular, que é normal uma pessoa ter cólicas que tenha que se encolher, que é normal haver uma tpm tão acentuado que transforme a pessoa no que ela não é, que é normal uma mulher conformar-se e ter que se calar porque o médico é que têm razão, ... NÃO, NÃO É NORMAL OU SEQUER ACEITÁVEL! Isto interfere com a vida da pessoa, causa marcas psicológicas porque afinal o problema somos nós e não a pílula. Esta totalmente errado, porque esta demonstrado que as pílulas de 1º geração eram as melhores e raramente causavam efeitos secundários. Com a evolução da medicina, foram surgindo novas gerações de pílulas e os seu genéricos, mas com isso também trouxe efeitos secundários que é suposto uma mulher aceitar quando causa mau-estar. Não é suposto uma mulher viver reprimida, ser acusada que são só as hormonas e não tarda passa, quando a cada mês que passa só agrava. 

Felizmente é um tema a ser cada vez mais falado, porque muitas e muitas mulheres sofrem com os efeitos secundários da pílula e a enorme influência que tem na pessoa e no dia-a-dia. Há cada vez mais experiências similares e começa a haver uma sensibilização para a saúde feminina. No entanto, os profissionais de saúde do sexo feminino e masculino não estão a acompanhar essa mudança e há inúmeros casos de negligência, sendo o meu um deles. 

 

Já tomo a pílula deste os meus 12-13 anos, comecei com a Diane 35 para tratar de vários problemas e dava-me bastante bem com essa. Passados uns 6 anos, numa consulta a minha médica de família, que continua a ser a actual, decidiu mudar-me e a partir daí começou o ciclo vicioso dos efeitos secundários. Enxaquecas, cólicas, inchaço, retenção de líquidos, tpm extremamente agressivos. Ao fim de 1 ano e meio era obrigada a experimentar uma nova pílula, porque já não aguentava o que sofria. Durante os 3 meses de o corpo de habituar estava minimamente bem, até voltar ao mesmo. Há um ano decidi ir a uma ginecologista, a pensar que desta vez ela iria entender-me e ajudar-me porque era o profissional mais indicado. Não me entendeu, fui gozada e negligenciada! Perguntou-me se a pílula tinha deixado de fazer efeito porque tinha engravidado, eu disse óbvio que não, mas as minhas cólicas e enxaquecas eram agressivas e o tpm transformava-me numa pessoa que não era, porque era sempre chamada a atenção pelo meu namorado. Essa profissional pouco lhe faltou rir-se na minha cara ao dizer isto e eu fiquei a pensar em como é possível uma profissional ignorar as dores de um paciente, especialmente sendo mulher e de certeza passar pelo mesmo. Mudou-me a pílula com bastante má cara, mas ao menos tinha conseguido o que queria. Só que mais uma vez ao fim de meio ano, estou novamente no mesmo ciclo vicioso. Fui expor o caso à minha médica de família, mas mais uma vez não importa o que diga ou o que sinta, que provavelmente o meu corpo precisa de algo mais forte ou de outra geração para não sentir tanto os efeitos secundários. Porque os profissionais de saúde é que sabem, porque são eles que estão no nosso corpo a sentir as dores, angústias e mau-estar, porque são eles que decidem negligenciar a saúde humana, especialmente nas mulheres mais novas

 

A saúde feminina é desprezada! Somos mulheres, somos humanos, temos direito a que os profissionais nos ouçam verdadeiramente e que façam os possíveis para nos ajudar. Não sermos negligenciadas e rebaixadas pelo nosso género, temos direitos a ser ouvidos.

01
Mar19

O sonho não esta morto!

bii yue

6 anos atrás encerrei um dos meus sonhos, no entanto ontem retrocedi no tempo e tomei consciência que poderá vir a acontecer... Voltei muitos anos atrás no tempo, quando ainda era uma adolescente, aquela pita apaixonada por uma banda, todas as memórias, todos os posters, as amizades criadas, todo aquele mundo de Jonas Brothers.

Há 6 anos atrás eles fizeram um comunicado a dizer que a banda tinha acabado e que cada um ia abraçar novos projectos e partiram o coração e sonho de muitos jovens. Mas agora voltam em grande quando ninguém estava a espera e com todas as esperanças em baixo. Não só por ser uma música dedicada as mulheres da vida deles e nota-se como eles cresceram, mas especialmente pelo lado dominante que elas assumem no vídeo. A música é muito boa, o vídeo à primeira vista pode parecer um pouco estranho, mas esta muito bem feito e as sequelas em que elas entram é perfeita! Adoro os momentos simples mas românticos da Danielle, a presença activa da Sophie e mostrar o seu lado mais poderoso, o charme e classe da Priyanka

Como é óbvio nunca parei de seguir o trabalho de cada um, apesar de não relacionar com os estilos de música que desenvolveram. Porque Jonas sempre serão Jonas!, uma banda de 3 que marcou a adolescência, com um estilo pop que começou da disney, mas aos poucos foi-se afastando. Admito que o último álbum deles antes de se separarem, não me agradou. No entanto estou com as expectativas bastante elevadas para este retorno!

Não importa o tempo que passou, serão sempre os Jonas Brothers que marcaram a minha adolescência. Fizeram-me criar amizades e felizmente tive a oportunidade de conhecer duas delas ao vivo, e o histerismo que foi com elas no insta, juro que voltamos todas no tempo a ser aquelas pitas completamente derretidas por eles.

Já não sei quantas vezes já ouvi a música "Sucker" em loop. Estou bastante entusiasmada para ver o que mais eles nos traram no futuro e com esperança que isto não seja uma vez ocasionalmente, mas que voltem a revivar o que eram, mas da maneira adulta que o são agora.

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