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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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13
Abr19

manta branca

bii yue

A chuva cai incessantemente lá fora, o vento faz com que ela batesse fortemente no vidro provocando aquele barulho confortante. Sentada no chão e enrolada a um cobertor, ela olhava para as gotas a escorregarem pela janela, a saborear os pequenos momentos de reconforto que o tempo lhe trazia. Ia saboreando o chocolate que fumegava na sua caneta favorita, numa tentativa de prolongar aquele sentimento de conforto e afastar toda a ansiedades e medos que carregava.

"Sinto um peso nos meus ombros, um aperto no peito que não me deixa respirar, uma vontade enorme de chorar. Um coração mole, empático, que se deixa levar pelas emoções. Um cérebro que deixa de ser racional, que se preocupa demasiado, que pensa demasiado. 

Seguir os instintos e arriscar, é o mais certo e sensato no momento. É uma linha muito ténue entre o racional e sentimental. Faz com que a ansiedade e medos cresçam. E se já não fosse suficiente, as pessoas à voltam tem opiniões desatualizadas mas que acabam por influenciar desnecessariamente."

Ela enrosca-se mais na manta que aquecia o seu corpo, enquanto a sua mente vagueia por meio das ansiedades e medos. A chuva vai caindo mais forte, o som a ecoar pelo quarto. 

"Não gosto quando sinto que perdi o controlo, mas também não duvido dos instintos. São os medos e ansiedade que mexem com o meu ser. Responsabilidades, medo do futuro, de não ser suficiente. O lado racional apela ao bom senso, cria planos e agarra-se ao futuro. O lado sentimental luta para afastar o desnecessário, não cair na rede da ansiedade, ter em mente que era um objectivo."

Os olhos começam a querer fechar, aquele ambiente deixa-a embalada, entre a realidade e os pensamentos. Ela bebe mais um bocado do chocolate quente e deixa-se adormecer pelo som da chuva e a luz cinzenta que invade o quarto.

10
Abr19

nova rotina, adaptação a uma vida a dois

bii yue

Uma vida a dois implica uma nova rotina e uma adaptação de horários. Especialmente da minha parte, porque não estou a trabalhar mas acabo por acordar cedo com ele e tendo um sono bastante leve não consigo voltar a adormecer. 

Antes de se começar a notar o dia a nascer mais cedo e ainda era inverno, acabava por ficar na ronha até serem as horas habituais de me levantar, arranjar e ir para a universidade. Voltar da universidade, fazer exercício, ser dona de casa, tentar trabalhar para algo que fosse preciso (universidade, projectos de voluntariado, blog) e não cair na procrastinação de ficar a ver televisão. Já passaram quase 4 meses e só há mês atrás quando os dias começaram a crescer comecei a sentir a necessidade de aproveitar aquele tempo entre acordar e iniciar o dia, porque já chego a casa cansada e parece que nada rende. Isto também começou porque a minha resistência é nula, apesar de fazer exercício mas não gosto de fazer cardio. Decidi que ia começar a fazer exercício logo assim que acorda-se em vez de ser quando chegasse a casa, como já o tinha feito no tempo que ele foi de eramus. As primeiras duas semanas foram mais complicadas, porque o sono e cansaço vão-se acumulando e a vontade de ficar na ronha é enorme. No entanto senti que a produtividade aumentou, tal como a disposição para o dia porque acabo por despertar o meu corpo mais cedo e sinto que aproveito bem esse tempo morto porque é menos uma "preocupação" quando chegar a casa. Agora com este tempo de inverno de volta, a vontade de ficar no quentinho é uma tentação e é preciso obrigar-me e apelar à força de vontade.

Até que gosto de me levantar cedo, ver o dia a nascer e realizar-me que em poucas horas já me consegui sentir produtiva e isso acaba por dar um boost para o resto do dia, também porque dá a sensação que as manhãs são maiores e as tardes um prolongamento, onde existe quase sempre tempo suficiente

Aos poucos estamos a habituar-nos as nossas manias e feitios, dar espaço um ao outro, conhecer as alturas e situações para aparvalhar ou ser sério. Há dias fáceis, em que existe sintonia, há outros que nem tanto, em que a paciência se esgota e mais vale ficar no nosso canto.

01
Abr19

Tirei o 2° siso incluso

bii yue

Eu fui tirar o siso o siso no dia 28 de Fevereiro, pode parecer que o post vêm atraso, mas já se passou um mês e continuo com dores! Voltei a fazer um "vlog" a gravar a minha experiência durante os dias que tive com os pontos.

Quando tirei o 1º siso incluso inchei bastante, mas assim que a minha cara e gengiva começaram a desinchar, as dores na gengiva e osso também foram diminuindo gradualmente. No entanto, desta vez, o siso incluso estava numa posição pior (praticamente deitado debaixo dos molares), pelo que tive mais tempo na mini-operação e foi preciso abrir mais a gengiva e andar a cortar o dente por baixo dos molares e em consequência levei mais pontos, 5. Não inchei tanto, mas tive o dobro das dores nos ossos e gengiva. Felizmente consegui começar a comer mais cedo, por volta do 4º dia, enquanto que da primeira vez foi só no 6º dia que me arrisquei a começar a comer comida mais passada. Seria de esperar que umas duas semanas depois de tirar os pontos ficasse como nova, mas infelizmente isso não aconteceu e pelos vistos vou ficar com extrema sensibilidade para o resto da minha vida. Isto porque quando aquando da tirada do siso, tive que pedir ao dentista para parar por 2 vezes porque não estava a aguentar a broca a cortar o dente e mexer com os nervos dos molares. Como fiquei com um espaço a ser preenchido, os nervos ficaram bastante sensíveis e quando como algo mais rijo ou bebo algo mais frio ou quente, vêm-me as lágrimas aos olhos.

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