Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

25
Mai19

bater com a cabeça nas paredes

bii yue

"Posso desistir?", é a pergunta que mais tem pairado na minha mente. 

Se ao início (apesar dos atrasos, represálias constantes, ser a aluna deixada andar e com menos importância) até estava a gostar do meu trabalho laboratorial de tese por ser algo fácil e bastante rotineiro, neste momento estou completamente desmotivada e é um sofrimento e peso emocional ter que o fazer. Isto porque lembro-me que logo a seguir vêm 2 horas ou mais a tratar de dados, a tentar não cair na ansiedade de nada encaixar na reta de calibração (que supostamente não esta perfeita, ao fim de quase 2 meses a repetir sempre o mesmo e eliminar inúmeros dados!) , a tentar não mandar tudo ao ar e ir para um canto forçar-me a chorar e ceder. 

É um breakdown e ainda nem sequer comecei a escrever e sentir a pressão de estar a semanas de ter que entregar a versão final. Ainda nem estou com matrizes reais e já é um terror abrir o ficheiro com todos os dados e não me perder no meio de tantos números. Como vou sobreviver? Como encaro a cara do meu orientador quando lhe mostrar estes dados? Como justifico os possíveis erros para os quais ainda mal tive tempo, paciência e motivação para pesquisar? Como explicar senão faz sentido para mim? Como não me sentir ainda mais inferiorizada, burra e acabar por lhes dar mais razões para tudo o que já se passou?

Acontece a todos e não estou a saber lidar da melhor maneira. As noites de poucas horas de sono, esta rotina que me esgota, o stress e pressão a começarem a fazer-se sentir, os sentimentos de estar a falhar comigo mesma em prol de querer aproveitar estar um pouco mais da boa vida que ainda tenho, da completa falta de motivação que vai e vem e salta de assunto em assunto, de querer chegar a todo lado e a todos mas algo fica perdido pelo meio, 

20
Mai19

dia de cão

bii yue

O que dizer sobre hoje?

Um dia não.

Um daqueles dias que levamos com as pessoas a piorar o nosso humor, a atrasar a nossa vida, a alterar os nossos planos, a colocar-nos sobre um stress que não existiria se o nosso humor até estivesse normal. 

Um dia que marca, em que ambições são destronadas. Em que não sei o que sentir, como agir, o que é suposto fazer a seguir. Se é suposto chorar, se é suposto gritar, se é suposto tentar quando é um não certo. Continuar em frente ..., os planos também eram definitivos, havia probabilidade de haver um não final e acabava ali. Mas havia sempre aquela esperança, aquela mudança de vida. 

Melhor virá, talvez sim, talvez não, é apenas seguir com vida.

14
Mai19

uma casa a que se pode chamar casa

bii yue

Aconteceu, mais cedo do que estava nos planos mas temos uma casa só nossa! Um espaço completo só para nós, sem ter que ser partilhado com outras pessoas. É tão bom, porque foram 6 anos a viver com outras pessoas e meses a viver num espaço confinado em conjunto. A minha paciência já estava no limite, apesar de adorar aquela suite e a localização excelente. Posso estar longe (no meu caso), mas sem dúvida que é melhor para nós e manter a nossa sanidade

Lembro-me tão bem de antes de quando ele voltou de erasmus ter aquela voz a gritar que estava saturada de viver sozinha no meio de pessoas meio desconhecidas, que queria dar o passo seguinte. Era cedo demais, porque cresceu-se um pouco mais e no final coisas acabaram por tomar o seu rumo quando menos esperava e no tempo certo da vida de ambos. Imaginava, mas era algo tão desenhado ao de leve 

Se estou feliz? Sim, apesar de a minha rotina ter mudado e estar-me a habituar a esta nova realidade. Aos poucos a casa começa a preencher-se, a criar o nosso espaço e o conforto e segurança vão-se criando e construindo. É um processo de aprendizagem, rotinas ligeiramente alteradas, encontrar um meio termo para ambos os lados.

Cheers!

10
Mai19

desabafo

bii yue

Mais uma vez, perdi a conta a quantas vezes aquela necessidade de escrever apareceu, mas a preguiça venceu. Prometi a mim mesma que ia fazer o esforço de me focar na escrita criativa e na escrita da tese, mas nada disso tem acontecido. São várias as razões e também são várias as desculpas que dou a mim mesma. Sinto-me a falhar comigo mesma, é uma necessidade necessária para não deixar acumular e evoluir. Eu bem tento e chego a abrir esta página, mas acaba por se perder no meio de outros afazeres, as horas a passar, perdida por onde começar...

Caio no ciclo vicioso da preguiça, de ficar sentada a olhar para o vazio, a deixar as coisas acontecerem e acumularem , de ter coisas para documentar e deixar passar as emoções. É uma situação frustrante, desde que pequena que amo escrever mas desde há uns anos que existem estes períodos que comprometo mas falho redondamente, deixando-me frustrada, a querer mudar mas é como se falta-se algo pelo meio. 

A vida tem sido agitada, só que não é justificação, são apenas desculpas bonitas para a falta de motivação, para a perda de rumo pelo meio, estar apática do meu corpo cansado por falta de descanso. Sei quem sou, os objectivos por que quero lutar, mas talvez me tenha conformado em alguns pontos, largar um pouco a rédea na esperança que traga algo de bom ao invês de desperdiçar tempo que não pode ser recuperado.

Tudo começa e acaba em mim, é a parte bonita mas também é a parte feia. Sei como quebrar este ciclo vicioso, é apenas começar, dar o primeiro passo, atirar a primeira pedra, mas é como manter a motivação para continuar quando ficar a um canto a refletir no vazio, a ver o tempo passar se torna tão apelativo para a alma apatica que me sinto no momento.

Sobre mim

foto do autor

Parceria/Colaboração

contacto: helenabeatriz12@sapo.pt

Pesquisar

Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2016
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2014
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2013
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2012
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2011
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2010
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2009
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2008
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Inspiração


Follow

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Sigam-me