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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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04
Jul19

Dia 14 de Journaling

escrito por bii yue

Qual é pior: falhar ou nunca tentar?

Nunca tentar.

Ao falhar houve pelo uma tentativa, e talvez daí venha uma aprendizagem. Se não houver uma tentativa, irá sempre ficar uma dúvida no ar, como seria se afinal tivesse tentado, onde poderia estar neste momento, será que com isso iria ter guiar-me para outras oportunidades... 

Durante imenso tempo vivi nestas dúvidas dos "e se...", mas isso não me levava a lado nenhum, não me fazia avançar e a minha atitude teve que mudar. Pelo menos ao tentar, não existem dúdivas posteriores, e às vezes é necessário tentar e arriscar. Não se sabe a que isso leva, é preciso estar preparado para o que virá a seguir, mas o mais importante é a consciência estar limpa e estarmos bem com as decisões que tomamos.

9.jpg

trabalho de @picbabbs

02
Jul19

Dia 12 de Journaling

escrito por bii yue

Aquilo que os outros pensam de mim é realmente importante?

Não!  

Mas sendo humano, levamos sempre em consideração e um pouco a peito o que os outros pensam de nós. O que difere de pessoa para pessoa é o quanto deixamos que isso nos afete, se deixamos que isso acabe por mudar a pessoa que somos e queremos ser, ou se ouvimos mas continuamos a ser fidedignos a nós próprios.

Irá fazer-me infeliz? Até que ponto isso irá afetar a maneira como me vejo ao espelho? Irá afetar a maneira como ajo? Irei ter que mudar por causa do que os outros pensam? Respostas negativas a estas perguntas, são para parar e pensar se realmente vale a pena estar agarrado a estas corrente. Viver em função dos outros, em vez de vivermos em função de nós mesmos. Tratar da nossa própria felicidade, ganhar a nossa auto-confiança, mostrar a nossa essência e descobrir o nosso lugar no mundo. Sermos nós mesmos e sentirmo-nos bem na nossa pele.

Já me importei com que as outras pessoas pensavam de mim e deixava-me afetar consideravelmente por isso. Há certas situações e certos assuntos que ainda levo a peito, porque o que dizem não corresponde bem a realidade que sou, no entanto, só com ações é que se nota a diferença, não palavras porque só queremos ver o que nos interessa ou convêm.  

Não tenho medo de mostrar quem sou, sem filtros, ser eu mesma. Pensem o que quiserem de mim, porque provavelmente (quem faz adivinhas) nem sequer me conhece assim tão bem, muitas vezes são apenas suposições do que veem, sem saber a história toda. É inerente do ser humano, mas saber ter uma mente aberta e não julgar logo à primeira vista também o deveria ser...

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01
Jul19

Dia 11 de Journaling

escrito por bii yue

Até que ponto a minha vida tem estado sob o meu controlo até ao momento?

A meu ver por mais que se tente controlar o possível, existem sempre inúmeras variáveis que interferem nessa ideia de podemos controlar a nossa vida.

Isto é dito por uma virgem, uma perfeccionista, uma control freak! Sempre vivi e ainda vivo um pouco a querer controlar tudo (tanto na minha pessoa, acontecimentos à minha volta) e se perco um pouco essa sensação de controlo é um terror lidar com isso. Se algo que posso controlar deixa de ser possível, começo a panicar, a sentir-me completamente perdida, sem o que fazer a minha vida. Era bom que fosse por uns breves minutos, mas dura horas e dias. É complicado deixar de ser emocional e apelar ao lado racional, ou seja, que por mais que tenhamos um plano traçado e esteja tudo a ir conforme o desejado e esta tudo a ser controlado, podem ocorrer acasos que disturbam e instala-se o caos.

Viver baseada no controlo da vida é extenuante e aos poucos fui obrigada a aprender e a mudar a minha atitude e forma de encarar a vida. Óbvio que a sensação que temos tudo sobre o controlo e a vida esta a correr bem devido a isso é uma sensação maravilhosa, mas quando algo se desvia torna-se o oposto. É necessário abraçar a ideia que nem tudo pode ser controlado, há sempre coisas que não esperamos a acontecer, sejam elas boas ou más. 

A ideia de podermos controlar minimamente a vida traz algum conforto e podemos em alguns momentos deixar-nos levar por isso, mas acho que o sentido da vida não é só isso mas também abraçar e enfrentar o vêm. 

Respondendo diretamente à pergunta, há certas coisas têm estado sobre o meu controlo (o meu desempenho, a maneira como reagi as momentos críticos). Basicamente as minhas ações mais diretas, mas o resto agora que paro e penso é meio que uma ilusão. Estamos a viver intensamente o dia-a-dia que não dá perceber se realmente esta sobre o nosso controlo ou não.

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Aventura de uma vida ♥

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