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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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29
Out19

azul e rosa na pele

bii yue

Esta ideia já andava na minha cabeça há uns meses, só ainda não tinha tido a paciência para meter as mãos na massa. Num fim de semana que fui à casa dos meus pais, lembrei-me de trazer os blocos de aguarela para concretizar a minha ideia. 

Ora bem, a minha ideia final era a tinta ficar bem marcada no corpo e cobrir a pele. Não foi isso que aconteceu, por isso improvisei. Poderia ter tido a paciência para pintar com um pincel, mas quando me vem a inspiração é simplesmente pegar no telemóvel e tripé e fotografar. 

O porquê do mês do outubro, é fácil, é o mês de prevenção do cancro da mama. Uma doença que imensas mulheres sofreram e sofrem, que tem consequências devastadoras no físico e psicológico de uma pessoa. É também o tema da minha tese, daí ter mais significado para mim. Mas para mim, também significa o mês de todas as mulheres, porque é quando os humanos estão mais atentas ao que é postado e há um maior alerta para o tema, vim só aproveitar a oportunidade para me exprimir um pouco mais

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Há quem possa achar que este tipo de fotos é explicito, é mostrar muita pele, é sexual. Mas já se sabe que isso são as más línguas e a pobre visão desta sociedade que não deixa uma mulher mostrar mamilos sem serem censurados, mas para um homem já é totalmente natural. Onde o corpo feminino é sexualizado e reprimido, por se ter um par de mamas, curvas e um rabo. Uma sociedade que impõe regras, que faz as mulheres pensarem bem antes de vestir uma certa roupa para não se sugeitarem a comentários que ninguém pediu, que provoca o medo de andar sozinha e de querer responder mas calar porque já se sabe que ninguém vai ajudar. 

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Eu exponho-me, mas sem medos, sem tabus, sem julgamentos. É apenas a minha pele, o meu corpo a exprimir-se, a minha energia captada numa foto. Representa a liberdade de ser eu mesma, um ser humano com um corpo e uma alma a descobrir-se.

É sobre a liberdade de expressão, a liberdade de um corpo feminino, a liberdade de ser mulher. A liberdade que qualquer ser humano deveria ter, não importa o sexo ou género!

 

25
Out19

Desafio dos pássaros #7 - Venda ao público

bii yue

"Ora bem, ele é um casmurro do caraças e não me vai dar nenhuma opção a não ser vender o que ele quer, por isso hei-de conseguir convencê-la ou não me chame Beatriz que não leva um não como resposta."

Eu sei que você precisa de uma máscara capilar, mas de certeza que já ouviu falar de alternativas mais amigas do ambiente. O produto mais conhecido é o óleo de coco que ajuda em cabelo rebelde e denso e óptimo para hidratar, praticamente faz o trabalho de uma máscara. Também há quem use cerveja para fazer a vez de espuma de cabelo ou mesmo nívea. Óleo de amêndoa também é muito bom para cabelo seco e aplicar depois do banho. O mundo é cheio de possibilidades, só tem que estar aberta a experimentar. Para além que senão resultar consigo, porque cada um é diferente e têm os seus gostos, sempre fica com compota para pequeno-almoço ou lanche.

Você um amor, não vou dizer que irei comprar a sua compota para usar como máscara, talvez venha a tentar, mas não estou muito confiante. No entanto, você apresentou-me o seu produto com tanto empenho, um sorriso na cara e simpatia que não sou capaz de lhe dizer que não.

"Por mais pessoas assim, que são optimos ouvintes e respeitam o nosso trabalho!"

20
Out19

Projeções

bii yue

Em certas situações.

A forma como reagimos às outras pessoas, tem haver com a forma como nos sentimos. Agimos por impulso, sem controlo e magoamos os sentimentos da pessoa em quem descarregamos. Não damos contas das consequências, porque é um agir natural ao nosso olhar.

São projeções dos sentimentos e emoções. Tudo aquilo que se reprime, o que se quer ignorar em nós mesmos. Tomar consciência e admitir para nós próprios é complicado. Mas isso nem é o pior. O pior é perceber a causa (sentimentos, vivências) que levam a essas projeções. 

É um trabalho que não acaba, um defeito que desesperadamente se quer mudar, uma conversa com nós mesmo e uma introspeção que se evita. Há sempre algo que se acumula, na grande parte das vezes sem darmos conta. 

Nesta viagem de transformação, um dos pontos chaves é permitimo-nos sentir as emoções. Isto, porque não existe só positivismo, é irreal um ser humano estar sempre bem consigo, com os outros, com o que o rodeia. Existem momentos menos bons, dias maus, alturas em que parece que tudo corre mal e com isto todas as emoções negativas como a tristeza, raiva, frustração, angústia, desgosto, stress, desespero, medo, preocupação, vergonha. Ao permitir-nos sentir e questionar o porquê dessa emoção, processar e deixar o corpo libertar da maneira que desejar é o caminho mais correto para deixarmos a emoção passar e quem sabe alguma lição disso.

Ninguém quer sentir as emoções negativas. A tendência é a ignorá-las, tentar substituir por outras, bloquear automaticamente. Existe uma ideia errada de que não é suposto sentirmo-nos mal porque isso mostra o quão frágil somos, temos que estar sempre com um sorriso na cara, que se pedirmos ajuda vai haver julgamento. A verdade é que não existe mal nenhum nisso, somos feitos de emoções e programados para sentir.

Estou a aprender a deixar-me sentir. Chorar, gritar, dançar, o que for necessário para o meu corpo e alma se ajustarem. A sentir a gratidão, pelo bom e pelo mau, pelas lições, pela vida.

18
Out19

Desafio dos passáros #6 - O Amor, uma cabana…e um frigorífico

bii yue

As folhas batiam umas nas outras com o vento suave que se fazia sentir. Um arco-íris de cores começando nos tons castanhos avermelhados das folhas e acabando nos tons azuis a mudar para rosa pastel do céu. Ainda se sentia um resto de calor de verão no ar trazido pelo vento, apesar da temperatura ter baixado ligeiramente.

Por toda a paciência durante meses, ele decidiu render-se ao romantismo que ela negava, e levou-a passar a noite numa cabana "perdida" no meio de um pinhal junto à praia. Ela estava rendida aquele ambiente e ao gesto de amor que sonhava, mas ignorava. 

Era uma cabana típica por fora, mas por dentro tinha um toque moderno e simples. Enquanto ela ficou cá fora a viver aquele ambiente, ele entra dentro da cabana, acende a lareira e começa a preparar o jantar. O tempo vai passando, o jantar fica pronto e ela não aparece. Ele vai a procura dela, mas não a encontra. Começa a andar na direção na praia e vê um vulto a rodopiar e a admirar o pôr-do-sol. Lentamente vai ter com ela, a sorrir com aquela visão e a pensar que não poderia ter havido melhor surpresa. Ela vê-o, corre para ele e salta-lhe para os braços, beijando-o profundamente. Não eram precisas palavras, ele sabia como ela precisava daquela liberdade de escapar do mundo e ela sabia que apesar de desaparecer, ele iria encontrá-la, desculpá-la e viver aquele momento. 

Sentam-se na areia e entre beijos o clima começa a aquecer. Como sempre, ela já está praticamente sem roupa e pronta para lhe saltar em cima. Ele para-a porque a temperatura começou a baixar bruscamente e tinha preparado todo um ambiente na cabana. Ela lá se veste a resmungar, enquanto ele só se ri e a pica. Chegam à cabana, as roupas vão sendo espalhadas pelo chão por entre troca de beijos sôfregos e toque de corpos. Não há sexo melhor que aquele de momento e direto para a satisfação, especialmente num ambiente novo e confortável.

Saciados, exaustos e com fome vão finalmente jantar, que apesar de já estar frio tinha sido feito com tanto amor. Enquanto ele reaquecia o jantar, ela vai ao frigorifico buscar bebidas frescas, senta-se a admirar aquele eletrodoméstico e suspira em exclamação que era um igual que queria comprar para a casa.

16
Out19

o dia, a noite

bii yue

Quando a noite cai, é quando a luz começa a ficar escassa. Todos aqueles pensamentos postos de lado pelo positivismo e mindset melhorado tomam o controlo. Como senão houvesse uma barreira a impedir que o medo tomasse conta.

Durante o dia estou bem, existe coragem, segurança e esperança. Tudo faz sentido, apesar da ironia que me têm levado até este ponto. Planos e planos na minha cabeça. Mas a viver um dia de cada vez, a aproveitar o momento. Não pensar demasiado no futuro, deixar-me ir ao sabor dos acontecimentos e ver no que irá dar. Posso passar o dia sozinha, mas sei que quando  terminao sol se põe, tenho alguém que me irá fazer companhia e desvanecer o sentimento de solidão.

Durante a noite, o medo aparece, as inseguranças assumem o controlo. Aquela pessoa do dia desaparece do cenário. Só existem e se's e não sou capaz. Todo o trabalho em redor da minha pessoa deixa de fazer efeito. Não há nada que impeça este lado de tomar conta. A criança indefesa esta de volta, sem ter um ombro onde chorar, um sítio confortável para estar. Nada é colorido, só há cinzentos e pretos. Os monstros voltam, mexem em tudo e fazem as emoções virem ao de cima.

Surge um aperto no peito, a respiração torna-se profunda e incompleta. O corpo treme, as lágrimas surgem no canto do olho. Uma luta na minha mente para não se deixar afundar. Um desespero de me agarrar aquele positivismo que tento construir. Talvez ainda falte aprender sobre o equilíbrio entre os dois, talvez ainda haja imenso trabalho incompleto. 

Talvez sejam só desculpas. Da minha mente para enganar o coração ou do coração para enganar a mente. Sair da zona de conforto, enfrentar medos, conhecer o mundo, com algo certo mas incerto. Continuar na zona de conforto, viver no ideal que sempre quis e construí, com algo incerto mas certo.

É aterrorizador, assustador. Uma decisão de vida que não quero ter que tomar.

14
Out19

O pequeno grande segredo - Nivea

bii yue

Nivea faz parte da nossa vida e desde que descobri as suas maravilhas não o largo. É aqueles imprescindíveis da minha vida. Tenho o boião grande na minha mesinha de cabeceira e o boião pequeno anda sempre comigo na carteira.

O meu truque é usar todos os dias à noite, antes de ir dormir, debaixo dos olhos numa boa quantidade. No dia seguinte não acordo com os olhos cansados, mesmo que tenha dormido poucas horas.

Outro truque é usar os como protector labial. Eu tenho os lábios bastante secos e os batons de cieiros acabam por viciar e deixam de fazer o seu efeito. Por isso usar a nivea em alternativa é das melhores coisas, porque grande parte das vezes aplico de manhã e os meus lábios aguentam bem durante o dia inteiro

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11
Out19

Desafio dos passáros #5 - pontos de vista

bii yue

Mas porque é que a fila não anda?

- O sistema informático do purgatório foi abaixo e perdeu-se todos os dados para a balança fazer a decisão se irão para o céu ou inferno. Deste modo preciso que a pessoa a ser atendida diga o que pensa de si, qual é a história da sua vida.

O meu nome é Adolf Hitler e fui um político que queria mudar o mundo e sociedade enquanto vivo. Tinha milhares de pessoas a seguirem-me e a idolatrarem-me, a viverem segundo os meus ideais, consegui compor a economia em que foi deixada a Alemanha e ainda deixei a minha marca com uma enorme guerra mundial que quase ganhei, mas as escumalha conseguiu ficar à minha frente. Fiz muito mal, mas foi para o bem da huminidade. Fiz algo que a seleção natural iria demorar a executar. Fiz o trabalho que o Outro não foi capaz de fazer. Acho que mereço entrar no céu. 

No céu? Inferno, sem pensar duas vezes. Depois dos milhares que matou e do terror que instalou. Ele tem que sofrer o que fez sofrer às pessoas inocentes que mandou para a morte! 

Não discordo do que estas pessoas estão a dizer, mas o homem tem a sua palavra e o seu ponto de vista. Não sei se estará alguém nesta fila que via este homem como o seu líder, mas aposto que se lhe perguntarem qual é a opinião, irá dizer que deveria entrar no céu. Isto porque partilhavam os mesmo ideais para construir uma sociedade melhor e que estariam a fazer um bem maior. Se colocarmos de lado rótulos e doenças, vamos chegar ao fundo da questão que são pontos de vista. Cada pessoa tem o seu, nenhum de nós pensa ou acredita nas mesmas coisas, nenhum de nós vive de maneira igual. Temos o livre arbítrio, temos um cérebro que nos faz pensar e questionar. No fundo acabámos por julgar uma pessoa pelas suas ações, mas e tentar compreender as razões que levaram a isso é raro. É simplesmente mais fácil, do que ir tentar descobrir o que levou a tais acontecimentos.

- Ora muito bem, acho que já ouvi opiniões que cheguem! Este homem vai para o inferno. Fica aqui escrito que as crenças de cada pessoa têm que ser respeitadas, ouvir as razões e pesar com as ações tomadas e consequências.

10
Out19

10 min de pôr-do-sol

bii yue

Sinto a necessidade de chorar, de gritar ao mundo. 

Acordei num ritmo lento em comparação ao mundo. O ritual da manhã não fez sentido, senti-me desalinhada e frustrada por não conseguir estar confortável a fazer algo que me deveria deixar plena. 

O dia passou a voltar a estar com pessoas que me alegram o coração, a passar um bom tempo. Mas fez com que precisasse de estar sozinha e conectada com a natureza.

O pôr do sol tem um encanto indescritível, é algo mágico, único e diferente em cada dia que passa. É o universo no seu esplendor e esta a proporcionar-nos um pouco da sua energia e mostrar a beleza que esta a nossa volta, se estivermos dispostos a desacelerar, parar e apreciar. 

Simplesmente fui. Sentir a areia fria nos pés, mas macia. O vento mais frio da noite a entrar pela roupa arrepiando a pele. Sentar-me na areia a olhar para o horizonte com as ondas a rebentar como barulho de fundo. Ver aquelas cores em tons pastel e laranja enquanto o sol vai descendo e escondendo-se. Olhar para trás e ver a lua a subir no céu com tons de azul e roxo. É indescritível, porque é algo que se sente profundamente. Toda aquela beleza, faz-nos sentir pequenos mas gratos por estarmos naquele momento a apreciar e sentir a energia que vai crescendo ao redor. Obriga-nos a parar e refletir. 

A lágrima vem até ao canto do olho, por ser tanta emoção, tanto sentimento acumulado, tanta espera e sem respostas concretas para o futuro. É o confronto entre o positivismo e os medos, as inseguranças, a falta de coragem, o negativismo. É a guerra entre o dia a noite, de como em poucas horas ou minutos o meu ser se transforma. Abraço-me e sinto conforto por me ter a mim mesma, pelo menos. Tem sido uma jornada que me têm ensinado as ferramentas para os desafios que estão a chegar. Sinto-me melhor comigo própria, mas isso não impede que haja dias em que sinta que nada faz sentido, em que tudo corre mal, em que me sinto mal comigo mesma e só existem julgamentos.

Não tenho respostas, não tenho as perguntas certas.

Não tenho nada em concreto, a não ser pensamentos que vão e vêm como as ondas.

07
Out19

Sweater Weather

bii yue

Eu disse à the diary of a teenager que lhe ia roubar os tags, por isso vamos iniciar esta saga.

Sou mais pessoa de calor, apesar de também gostar imenso do outono pelas cores de mudança das árvores e os pores-do-sol com cores saídas de um arco-íris. Começar a usar aquelas roupas bem fofinhas e confortáveis, mas ainda sentir os resto dos raios de sol que sabem a calor

 

1- Fragrância de velas favorita?

Baunilha. Sou uma apaixonada por velas e tudo o que deite cheirinho. Sentir aquela fragrância doce e reconfortante, parece que ilumina a alma e enche o coração. 

 

2- Café, chá ou chocolate quente?

Café para conseguir aguentar um dia de trabalho. Chá para me obrigar a estar hidrata e matar aquela mania de querer algo doce. Chocolate quente para um dia mais frio e ir para a cama aconchegada.

 

3- Mudas a rotina de maquilhagem consoante a época?

Não. A minha rotina de maquilhagem não podia ser mais básica. Máscara de pestanas, pó matificante e iluminador. Só quando estou a parecer demasiado zombie ou me quero sentir ligeiramente mais apresentável é que me dou ao trabalho de pôr corretor e uma sombra. 

 

 4- Chapéus ou lenços?

LENÇOS! A minha coleção é enorme, sou apaixonada. E vivendo numa cidade em que o vento é constante, não dá para andar na rua sem lenço e não ficar umas horas depois já a morrer de dores de garganta.

 

6- A cor de verniz que mais uso?

Não uso. Desde que a universidade deixei de pintar as unhas por causa da praxe e depois acabei por perder o hábito. Ando já há uma semana a dizer que vou pintar, mas esse momento ainda não aconteceu. Mas se acontecer será preto ou roxo. 

 

7- Jeans ou leggins?

Jeans, sempre! Só uso leggins quando estou em casa, com um sweet e esta o outfit de preguiçosa por casa feito. Tenho saias de inverno e meias super fofas e é rara a vez que uso, por ser uma friorenta de primeira. Por isso não troco jeans por nada. 

 

8- Botas ou Uggs?

Desculpem a minha ignorância mas tive que ir ao google ver o que eram uggs, que afinal tenho mas também é rara a vez que uso por não saber como conjugar e gostar de ver. Seja a estação de ano que for, sapatilhas é vida até não darem mais. Só quando estão aqueles dias de chuva que forma poças em cada canto, me viro para as botas e nem sempre. 

 

9- Qual é a coisa que mais gostas no Outono?

As chuvas quando a terra esta seca e liberta aquele cheirinho tão bom. Poder ficar em casa a ver uma série ou ler um livro e sentir aquele ambiente e energia de outono. 

 

10- Qual é a música que te põe no mood de outono?

Não tenho nenhuma, é chegar ao spotify e colocar o mood que tenho no momento. 

 

11- Como é o outono na zona que vives?

Levar com vento frio toda a santa vez que se sai a rua. Levar com chuva que é indiferente se existe um chapéu a proteger ou não. Frio de manhã e à noite, um tempo ameno e bastante húmido durante o dia. É verdade, Aveiro mais parece ter um micro clima que é diferente do resto de Portugal. 

A febre dos tags esta aberta a quem quiser, até ao próximo.

04
Out19

Desafio dos pássaros #4 - A Beatriz disse que não. E agora?

bii yue

A Beatriz é uma pessoa que não gosta de ouvir a palavra "não", porque sempre esteve habituada a ouvir essa palavra. Daí acabava sempre no seu mundo da imaginação.

Ao crescer, foi obrigada a lidar com essa palavra e arranjar alternativas. Houve situações que a abalaram por ouvir essa palavra quando finalmente tinha a sua liberdade, mas ainda não era aquela liberdade total.

Hoje em dia, é uma palavra comum como tantas outras. Ninguém gosta de ouvir um não quando realmente quer algo. Mas já sabe bem ouvir um não quando é algo que vem a nosso favor.

A Beatriz sou eu, prazer. E disse que não. O que acontece agora?

Nada, podem tentar convencer-me, mas sem esperanças. O “não” é uma palavra que ainda me custa imenso dizer, por ser tão coração mole, querer agradar aos outros quando na realidade o meu interior quer dizer que não. Ou seja, quando o digo não há volta a dar.

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