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29
Jun20

A minha história de deixar de tomar a pílula anticoncepcional

alma de bii yue

Acordei um dia com o meu corpo a pedir para deixar de tomar a pílula. No entanto essa ideia já andava na minha cabeça há alguns meses, só que com a mudança de Portugal para a Bélgica, já iria ter mudanças suficientes. Em abril, o corpo gritou e eu não tive como não ouvi-lo, por isso tomei a decisão de parar de tomar a pílula. 

Foi uma decisão que o meu corpo tomou por mim, mas até esse momento ponderei bastante porque infelizmente a minha história não era a melhor, tal como as experiências que adquiri das mulheres da minha família. Um histórico familiar de dores e fluxos terríveis. Infelizmente, esses padrões ficaram gravados e passados para mim. Por volta dos 12-13 anos aparece-me a primeira menstruação e foi assustador com a quantidade de dor e fluxo, toda a mal disposição e a sensação de sentir-me suja. Isto levou-me a marcar uma consulta do ginecologista e comecei a tomar a pílula, não só por causa desses sintomas mas também porque tinha quistos. Nos meses seguintes os sintomas melhoraram para quase inexistentes e foram-se passando anos. Até uma ida à médica de família e ela decidir mudar a pílula, porque a que estava a tomar era a mais forte e a longo prazo poderia ter consequências. A partir desse momento começou o ciclo esgotante de não me dar bem com nenhuma, os sintomas que estão na bula ao fim de 6 - 8 meses começavam a aparecer em proporções extremas. Voltava a médica de família e ela argumentava que era normal  haver sintomas secundários e faz parte. Como se o normal para grande maioria das mulheres pudesse ser considerado normal e continuam a haver médicos com esta conversa que já não cola (tema que infelizmente já foi abordado aqui com muita revolta). Apesar de o fluxo ser coisa que sempre se manteve igual e mínimo, dores, acne, enxaquecas que duravam dias, tpm e mudanças de humor. Houve um episódio que começou a querer fazer-me tomar uma atitude, um mês em que as mudanças de humor levaram a que me transforma-se numa pessoa que não era e ter não só o meu namorado, como outras pessoas a dizerem que aquela pessoa não era eu. Não me venham dizer que isto é normal, porque NÃO O É! Voltei a minha médica da família e ela veio com a mesma conversa e o meu copo a encher, voltei a mudar de pílula. Após 8 meses, os sintomas começam a agravar-se uma vez mais, e numa tarde ligo a médica a pedir para mudar a pílula. Nesse momento jurei a mim mesma que era a última tentativa. 

Após tomar 5 pílulas anti-anticoncecionais e mais de 10 anos, parei. Estava com medo, porque ouvi e li relatos de outras mulheres em que a transição não foi fácil porque o corpo passa por um enorme detox hormonal e tem que se reajustar a produzir as hormonas naturalmente.

Durante a primeira semana estava a sentir-me bem, mas a segunda e a terceira semana foram más, mudanças de humor (ir do extremo de rir ao chorar, com inúmeros picos de ansiedade pelo meio durante uma quarentena), dores de estômago com ou sem comida no corpo, enjoos, inchaço e cansaço constante, calores. Depois começou a melhorar gradualmente, felizmente, apesar de até hoje ainda ter alguns dias com alguns destes sintomas mais acentuados. Ao princípio com os relatos que tinha ouvido, pensei que a minha menstruação não ia aparecer, apesar de sentir e observar as diversas fases do ciclo no meu corpo mas após dois dias o previsto, veio. Foi uma experiência totalmente nova, porque desde o início que tomava a pílula e apesar de ainda o corpo só agora estar a começar a desintoxicar, era sangue vermelho, vivo e verdadeiro. Nesse momento senti-me mulher!

Para ajudar nos sintomas, foi-me aconselhado experimentar tomar brahmi e shatavari e acredito que isso têm-me ajudado. Já se passaram 3 meses e sinto-me bem comigo própria, estar a redescobrir um ciclo menstrual e ajustar-me a ele. Re-descobrir-me ainda mais como mulher. 

Vou continuar a deixar o meu corpo a cada desentoxicar e curar-se. Quando voltar à Portugal, logo verei se consigo dar-me bem como os metodos naturais ou terei que optar por outro, porque também não sei como esta a minha saúde feminina nesse sentido. Uma coisa é certa, pílula não volta a entrar no meu sistema!

Toda a jornada de auto-conhecimento levou a estar mais consciente do meu corpo e consequentemente o caminho levou-me a aprender o que é o sagrado feminino. A verdade é que uma mulher não carrega só as suas memórias, mas também de todas as suas ancestrais. É um conjunto enorme de acontecimentos, dores que ficam gravadas no corpo e que precisam de ser curados (o que tenho feito é através de meditação e é espantoso! Descobri o momento que marcou como seria a minha primeira menstruação, acontecimentos dos quais nem sequer me lembrava que deixaram uma marca, e o que mais me sensibilizou foi toda a dor de ser mulher do coletivo ao longo de gerações e gerações). 

25
Jun20

Desafio 52 semanas - a 26

alma de bii yue

Semana 26: Se eu pudesse mudar de profissão, eu seria…

  • Escritora. Seguir esta paixão de deixar fluir o que esta dentro da alma, puxar pela imaginação e aventurar-me a escrever um livro sobre a rapariga que tantos textos têm por aqui.
  • Viajar profissionalmente. Se fosse boa com a câmara, não me importava de andar pelo mundo a tirar fotografias e depois expor esse trabalho. Contactar com culturas, pessoas, estar sempre a aprender algo novo e a desenvolver-me como pessoa. 
  • Dona de casa. Ou seja, conseguir trabalhar a partir de casa em alum negócio online e ter tempo para mim, para o trabalho e fazer as lides de casa. Admito que gosto muito de ser uma fada do lar, naquele tempo entre ter entregue a tese e mudar-me para bruxelas, passava os dias em casa (muitas vezes a procrastinar, sem uma rotina certa e mesmo assim não tinha muito tempo para fazer o que realmente queria) mas gostei porque estava confortável e era eu que fazia os meus próprios horários e essa é das melhores liberdades.
  • Continuar no âmbito da química. Apesar de tudo, gosto bastante do meu ramo e devido ao meu background tenho versatilidade. Só tenho que continuar a tentar descobrir o que realmente me faz vibrar.
24
Jun20

Só mais 1 mês 

alma de bii yue

Contagem decrescente "oficialmente", porque viajar de avião é tudo menos certeza neste momento. Marquei a viagem de regresso no inicio de maio para um dia, 2 semanas depois mandaram a cancelar e marcar para o dia antes. Há duas semanas lembrei-me de ir ver porque precisava do recibo e descobri que tinha sido cancelada e não me tinham re-marcado mais nenhuma. Conclusão: não existem voos diretos para o porto em nenhuma companhia, vou ter que fazer escala e passar uma nada confortável noite passada no aeroporto.

O tempo esta a voar, ainda há pouco tempo tinha começado uma quarentena e agora estou prestes a acabar eramus e voltar para portugal. As saudades são muitas, sinto imensa falta do conforto de ter a minha casa, o calor humano e estar nos braços da pessoa que se ama, da minha família, amigos, das pessoas e da cidade, do mar e natureza em menos de 20 minutos. No entanto, também começa haver aquela lágrima escondida no canto do olho. Ter que me despedir de pessoas com quem acabei por criar uma amizade e me aturam todos os dias! (neste fim-de-semana cheguei a conclusão que a minha paciência é escassa e coitados de terem que me ouvir, e sou uma criança no que toca a animais e coisas fofas, mas nunca fui tão o eu verdadeira como o sou agora!), encerrar um capítulo de estágio e que me trouxe tantas aprendizagens. Deixar uma cidade onde me sinto tão confortável e onde aconteceu tanto desenvolvimentos pessoal e momentos de tanta sicronicidade e deja-vus

O que se segue é um enorme não sei, é o que vier e o que o universo me oferecer. De momento, estou a evitar pensar no futuro e apenas aproveitar os últimos cartuchos desta experiência de erasmus.

22
Jun20

O caderno

alma de bii yue

Um simples caderno mas que carrega tantos ensinamentos, palavras inundadas de emoções, frases para reler e relembrar. 6 meses depois esta totalmente preenchido, após muitas aprendizagens e crescimento. O que levo é uma enorme gratidão e um sentimento inexplicável de saber o quão cresci, o quanto me transformei. A luz para dar lugar as sombras, as sombras gritarem para serem ouvidas e vistas. Começar a abrirem o caminho para a andarem de mãos dadas.

Foi no dia 14 de Dezembro que o recebi no workshop da Inês Pimental. Pouco tempo depois começou a ser preenchido pelo programa da Ana Silva, "Este e o momento faz de ti a tua prioridade". Poucas semanas depois da minha vinda para bruxelas começou a receber poderosas palavras graças ao programa da Carina Palma, "Conecta-te ao amor". A meio da quarentena veio o programa da Clarissa Guelves, "Livro do amor", que me fez dar aquele passo em frente que até então estava tão reticente de tomar. Para o terminar veio o programa da Nadia Bila, "Desafio de 7 dias para Despertar a Deusa Guerreira".

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Apesar de o tempo ser relativo e ter sido só uns meses, reler o que escrevi no início e tomar consciência, voltar aos dias em que comecei e sorrir! Mindfulness é estar mais consciente, mais presente, só conseguimos controlar o agora e o que é nosso, aceitar os baixos e celebrar os altos. Respirar e deixar fluir.

17
Jun20

Qual é a história da minha vida?

alma de bii yue

Poderia dizer que é uma história emocionante, mas é um percurso de vida com altos e baixos, onde errei mas também tenho vindo a aprender imenso.

Este primeiro paragrafo, foi o que tinha escrito quando me surgiu a ideia, depois de ver um vídeo da Cassey Ho da Blogilates. Mas desde então que ficou nos rascunhos, por meses e meses e quase de certeza que passou 1 ano. 

Até ter pegado nesta pergunta e colocado no papel. E escrevi, escrevi, escrevi... Por mais de 1h, as palavras iam saindo, ia revivendo os momentos mais marcantes, as emoções e sentimentos. Olhar nos olhos da criança, da adolescente e da jovem, até chegar a jovem adulta que sou hoje. E a altura de ter começado esta aventura. É um exercício poderoso, porque a história é poderosa e estamos completamente enrolados nela, sem darmos conta do valor. O que os momentos bons e maus trouxeram e fizeram por nós e o que somos neste presente. No entanto, a maneira como contamos essa mesma história aos outros e especialmente a nós mesmos é uma outra conversa

Vulnerabilidade! Para connosco, de pemitirmo-nos reviver as dores e alegrias, a estagnação e a progressão, os erros e as lições, de encarar as pessoas que fomos. Enfrentar momentos que nos trazem dor, tristeza, vergonha, descobrir traumas e a origem das crenças. Dar a mão à sombra e ir dando pequenos pulos de coragem e esperança. Permitir sentir, dar colo e amor, usar o poder interno. Porque ser vulnerável é o que esta a ser pedido no momento actual e é algo que me custa imenso. Dar-me permissão para pedir ajuda, mostrar as minhas verdadeiras faces, o que tenho tendência a guardar dentro de mim, e usar a minha voz, tem sido poderoso e transformador no interior e exterior.

Não é fácil, continua a existir um muro que não consigo transpor por impedimento próprio. medos, uma vez mais. Tenho muitas máscaras que uso e abuso, que estão impregnadas em mim devido a um mecanismo de defesa criado ao longo de anos para me proteger, mas também para me impedir de ver para lá do que o ego não queria. Lutar todos os dias, compreender a sombra, usar a minha voz, ser fiel à rotina de amor próprio.

Quero reescrever a minha história, apenas com uma visão mais alargada. As minhas pessoas fizeram o melhor que podiam com os recursos que tinham. Sou grata pelas lições que aprenderam, pelo que viveram e como me veem. Por isso, o meu reescrever é apenas olhar com outros olhos. Os momentos menos bons e onde não se sentiram amadas, estão agora a serem amadas e aceites. O amor e aceitação existiam, mas de maneiras diferente da que queriam receber e não eram capazes de entender, e esta tudo bem nisso. Porque eu agora entendo e sei que nunca estiveram sozinhas. Eu acolho-as, eu perdoo-as, eu amo-as e eu dou-lhes colo e amor. E hoje sou grata por há um ano atrás ter começado a dar os primeiros passos para me re-encontrar.

12
Jun20

Perguntas à quarentena neste mês de junho

alma de bii yue

Adoro ir ao espaço da Ainda Solteira, especialmente no início do mês quando ela faz o re-post sobre a energia do mês. A palavra renascimento, já me tinha aparecido em outras leituras e nada é por acaso, tudo é sincronicidade. O mês de junho é a continuação deste trabalho interior profundo que o objetivo final é o renascimento da verdadeira pessoa sem as máscaras que a sociedade nos obriga a assimilar ao longo dos anos.

Neste mês de junho as pessoas estão a voltar à rotina num ambiente de medo e falsa segurança, mas com a esperança e consciência que a vida parou, e aprendeu-se imenso ao termos tempo para nós e lidar com as diversas facetas e mudanças ao longo de 2 meses, mas agora é altura de voltar a sentir o significado de viver com liberdade (mesmo que ainda esteja um pouco condicionada) porque o simples é o grande.

As perguntas no post da Ainda Solteira chamaram à minha atenção e aqui vai a minha resposta. 

  • Será que consegui fazer as mudanças necessárias na minha personalidade, por forma a construir uma vida mais feliz?

Acredito que sim! Não sou a mesma pessoa que veio de erasmus, não sou a mesma pessoa do início da quarentena, não sou a mesma pessoa de ontem. Uma contínua aprendizagem, reconhecimento de processos, crenças e mudanças. Quando existe consciencialização e reconhecimento, torna a mudança mais fácil porque tendo ou não os recursos necessários para tal sei o que fazer! E confiar tanto no instinto como no universo. 

  • Será que consegui enfrentar os meus medos ou fiquei "escondida" à espera que tudo passe?

Alguns sim. Pelo menos tomei o primeiro passo de os encarar, onde é preciso reunir a coragem e um trabalho contínuo que não irá terminar nesta vida terrena. 

  • Será que abri o meu coração para poder perdoar o meu passado e começar a viver mais em paz?

Abri o coração e consciência. Agora é passinho a passinho.

  • Será que criei novas formas sustentáveis de viver o dia a dia e ser mais abundante?

Apesar de todo o trabalho interno, existem crenças que ainda estão fortemente enraizadas e que impedem um fluxo mais regular e depois temos a minha própria auto-sabotagem.

  • Será que consigo ser hoje mais feliz do que era há 3 meses atrás?

Sou mais feliz comigo mesma, sem dúvida. Passei a aceitar-me com todas as qualidades mas também defeitos. 

08
Jun20

Estou assustada.

alma de bii yue

Com toda a mudança que vai no meu corpo. Com toda a incerteza e medo no ar. Em encarar mais e mais o meu lado negro. Com ir descascando as camadas. De não ser o suficiente. De não saber o que realmente quero. De ter dúvidas do que sou. De ficar vulnerável. De falar a minha verdade. Da exposição da minha essência. De enfrentar os sentimentos. De olhar nas feridas. De confrontar e abraçar as sombras. De ver os traumas e crenças daquela adolescente e criança que fui.

São processos que mexem com o interior e exterior. Muitas emoções reprimidas a fluírem à superfície. Memórias esquecidas a serem relembradas. Falar com a criança e a adolescente culpadas e feridas, aprender a dar-lhe colo. Re-educar a mente, lutar contra as crenças limitantes, aprender como viver esta liberdade interior. Usar a minha voz, agarrar o comprometimento e aceitar o processo.

Respirar e libertar. 🙏

03
Jun20

Desafio 52 semanas - a 23

alma de bii yue

Semana 23: Coisas que me incomodam no mundo contemporâneo

  • A mania que toda a gente sabe tudo sobre tudo. Ninguém tem que saber tudo sobre tudo e está tudo bem nisso. O ser humano esta cá para aprender e experienciar.
  • Os jogos de poder e dinheiro. Há tanta coisa boa que podia estar ajudar a humanidade, mas infelizmente em certos sectores isso não acontece porque há interesses por trás.
  • Julgar uma pessoa pelo número de seguidores que tem ou o engage que consegue alcançar. isso nem sempre dita o verdadeiro valor de uma pessoa, foi algo que começou a reagir a nova sociedade e infelizmente as novas gerações guiam-se mais por isso do que pelos valores e características pessoais.
  • Haver cartões para tudo e mais alguma coisa, a carteira de uma pessoa fica a arrobotar, mais o tempo de estar à procura do certo.
  • A não consciencialização e ignorância de algumas pessoas, que é necessário tomar medidas TODOS OS DIAS e continuar com campanhas fortes de "prevenção" sobre as alterações climáticas.

E agora?! ♥

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biiyue, sou uma adulta a descobrir como viver a vida.
uso as palavras e imagens para me expressar. a jornada de desenvolvimento e cura pessoal é o que me faz lutar para descobrir do que mais sou capaz.
vai buscar chá ou café, põe-te confortável
se ressoar, sê bem-vind(o-a) e fica o tempo que precisares 🌟

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