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because your smile make me live ♥

so strong, so broken

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18
Dez10

#6

bii yue

Não sei se daqui vai sair um texto grande ou pequeno, não é isso que importa.

Vão ser frases descontextualizadas, palavras desapropriadas, contextos perdidos.

Já não escrevo para parecer bem, mas sim por necessidade.

Uma necessidade de libertar o turbilhão de pensamentos do espirito que se sente sobrecarregado.

Não o faço para agradar quem lê, mas sim para agradar a mim!

Nunca devia ter deixado fugir a vontade de escrever...

 

Devia ter ficado em casa, naquele dia de chuva.

Devia ter ficado bem calada naquele dia, poupava sofrimento por mais tempo. Talvez alguém viesse a descobrir ou não...

Durante inumeros meses consegui convencer-me e enganar-me, até que tudo rebentou, tarde demais. A partir desse momento inicia-se uma volta de 360º graus.

“É então que oiço uma voz a sussurrar-me:

-Foi a sede pela obsessão!”

É uma das minhas fic’s, a imaginação, afinal, não anda assim tão distante da realidade.

É doentio para mim e imagino que muito mais para quem sofreu com tudo. Admito exagerava demasiado, mas fazia-me sentir bem. Era umas das poucas coisas que me restava. Preferia que me tivesse dito logo tudo, existe muito por dizer, mas esta tudo entregue ao silêncio. Será melhor assim? Não sei, mas sei que é dificil tocar nesse assunto.

“O mundo à minha volta esta a desabar e eu estou a ir com ele, estou a ficar sem forças para continuar, estou a perder a minha felicidade, estou sem grande parte de mim.”

Não consegui aguentar o barco e deixei-me afundar com ele. O passado mais distante decidiu vir atromentar-me, lembrar-me os meus maiores medos, perder as pessoas que mais amo no mundo. Se menti foi para proteger, não suportava que houvesse mais dor. O assunto da liberdade voltou à toa, pensei que as coisas poderiam vir a melhorar, mas de pouco valeu, continuo a viver presa sobre quatro paredes que conseguem sufocar-me a cada hora que passa.

Não é assunto facil de lidar, é obscuro, torna-se num vicio, mas também é muito fácil de esconder. Disse e volto a dizer havia o bichinho. Tratava de forma normal porque tornou-se num escape para a falta de coragem de encarar a realidade, é assustador e arrepio-me ao pensar na pessoa que isso me estava a tornar.

A avalanche foi tornando-se maior e acabou por vir pela montanha abaixo levando com ela tudo o que se encontrava a sua frente. Perdi toda a dignidade, a confiança, o interesse e a amizade!

Já não me lembro o que é realmente dormir, acordar restabelecida, com a energia que sempre permaneceu dentro de mim. Eu tento por tudo estar sempre com um sorriso, separar os problemas, como sempre consegui, mas sinto-me demasiado cansada para o que quer que seja. Tenho que conseguir, o meu bem estar depende disso!, mas como costumo dizer: para avançar para outra é preciso coisas novas. Estou tão habituada desde sempre que agora contrariar a rotina é dificil, permanece aquela miuda certinha, que disso já nada lhe resta. O sentimento de culpa encontra-se entranhado em cada pedaço de vida.

Não sei o que fazer a minha vida, cheguei a uma encruzilhada sem saber porque caminho seguir. Um novo rumo com mudanças drásticas ou um novo rumo com “peripécias” pela frente. São tantas coisas a minha cabeça ao mesmo tempo, que reflectit apenas sobre uma, implica uma enorme dor de cabeça. Tento suportar as lágrimas, nunca gostei de chorar, as bombas estam sempre a rebentar e volta tudo ao de cima mais uma vez.

Sou capaz de suportar tudo, mas não a palavra ignorar! Demasiadas experiências, demasiados segundos planos, demasiadas recordações de dor, demasiados sentimentos associados. Já não é a primeira, nem segunda, muito menos a terceira. Um corroer ao longo dos anos...

 

O que mais quero neste momento é ter um rumo a percorrer, objectivos a concretizar, uma vida para viver, quero estar bem com o a minha volta e principalmente comigo mesma!

 

 

Muito ainda falta por escrever...

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