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because your smile make me live ♥

so strong, so broken

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02
Jul19

Dia 12 de Journaling

bii yue

Aquilo que os outros pensam de mim é realmente importante?

Não!  

Mas sendo humano, levamos sempre em consideração e um pouco a peito o que os outros pensam de nós. O que difere de pessoa para pessoa é o quanto deixamos que isso nos afete, se deixamos que isso acabe por mudar a pessoa que somos e queremos ser, ou se ouvimos mas continuamos a ser fidedignos a nós próprios.

Irá fazer-me infeliz? Até que ponto isso irá afetar a maneira como me vejo ao espelho? Irá afetar a maneira como ajo? Irei ter que mudar por causa do que os outros pensam? Respostas negativas a estas perguntas, são para parar e pensar se realmente vale a pena estar agarrado a estas corrente. Viver em função dos outros, em vez de vivermos em função de nós mesmos. Tratar da nossa própria felicidade, ganhar a nossa auto-confiança, mostrar a nossa essência e descobrir o nosso lugar no mundo. Sermos nós mesmos e sentirmo-nos bem na nossa pele.

Já me importei com que as outras pessoas pensavam de mim e deixava-me afetar consideravelmente por isso. Há certas situações e certos assuntos que ainda levo a peito, porque o que dizem não corresponde bem a realidade que sou, no entanto, só com ações é que se nota a diferença, não palavras porque só queremos ver o que nos interessa ou convêm.  

Não tenho medo de mostrar quem sou, sem filtros, ser eu mesma. Pensem o que quiserem de mim, porque provavelmente (quem faz adivinhas) nem sequer me conhece assim tão bem, muitas vezes são apenas suposições do que veem, sem saber a história toda. É inerente do ser humano, mas saber ter uma mente aberta e não julgar logo à primeira vista também o deveria ser...

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01
Jul19

Dia 11 de Journaling

bii yue

Até que ponto a minha vida tem estado sob o meu controlo até ao momento?

A meu ver por mais que se tente controlar o possível, existem sempre inúmeras variáveis que interferem nessa ideia de podemos controlar a nossa vida.

Isto é dito por uma virgem, uma perfeccionista, uma control freak! Sempre vivi e ainda vivo um pouco a querer controlar tudo (tanto na minha pessoa, acontecimentos à minha volta) e se perco um pouco essa sensação de controlo é um terror lidar com isso. Se algo que posso controlar deixa de ser possível, começo a panicar, a sentir-me completamente perdida, sem o que fazer a minha vida. Era bom que fosse por uns breves minutos, mas dura horas e dias. É complicado deixar de ser emocional e apelar ao lado racional, ou seja, que por mais que tenhamos um plano traçado e esteja tudo a ir conforme o desejado e esta tudo a ser controlado, podem ocorrer acasos que disturbam e instala-se o caos.

Viver baseada no controlo da vida é extenuante e aos poucos fui obrigada a aprender e a mudar a minha atitude e forma de encarar a vida. Óbvio que a sensação que temos tudo sobre o controlo e a vida esta a correr bem devido a isso é uma sensação maravilhosa, mas quando algo se desvia torna-se o oposto. É necessário abraçar a ideia que nem tudo pode ser controlado, há sempre coisas que não esperamos a acontecer, sejam elas boas ou más. 

A ideia de podermos controlar minimamente a vida traz algum conforto e podemos em alguns momentos deixar-nos levar por isso, mas acho que o sentido da vida não é só isso mas também abraçar e enfrentar o vêm. 

Respondendo diretamente à pergunta, há certas coisas têm estado sobre o meu controlo (o meu desempenho, a maneira como reagi as momentos críticos). Basicamente as minhas ações mais diretas, mas o resto agora que paro e penso é meio que uma ilusão. Estamos a viver intensamente o dia-a-dia que não dá perceber se realmente esta sobre o nosso controlo ou não.

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30
Jun19

Dia 10 de Journaling

bii yue

Quais foram os meus maiores erros até agora e o que posso aprender com eles?

Eu acredito que tudo acontece por uma razão e há de vir uma lição disso. 

Não ter aprendido mais cedo a respeitar o espaço e a vida da outra pessoa e ter levado ao ponto a que levou. Custou, mas aprendi a viver a minha vida, a descobrir quem realmente sou, a divertir-me com os meus amigos, a saborear os momentos.

Ter entrado tarde demais no ritmo universitário, ter demorado imenso tempo a aprender a estudar e a saber o que é realmente estar concentrada e fazer esse tempo valer a pena. Aprendi a fazer o tempo render quando consigo estar completamente focada e como me abstrair minimamente do que não é importante no momento.

Não ter ido de erasmus. Podia ter tentado, mas no meu curso isso nunca aconteceu. Devia ter tentado porque de certeza que não iria demorar tanto a acabar o curso. Não sei se no final iria ter coragem, ir completamente sozinha para outro país quando sou uma pessoa que é dependente e tão ansiosa e stressada... Felizmente tive a oportunidade de viajar e viver um pouco do que é esse mundo. Há que agarrar oportunidades, mas também fazer para que elas apareçam. Existem inúmeras possibilidades, umas vem ter connosco, mas grande parte temos que ser nós a ter a garra e lutar por elas. Estar atento as possibilidades que podem surgir, arriscar e tentar a sorte.

Um erro que ainda cometo hoje em dia, deixar-me andar e depois no final stresso porque não lido nada bem com a pressão. Estou a fazer um esforço enorme para combater isto, mas a preguiça prevalece muitas da vezes.

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29
Jun19

Dia 9 de Journaling

bii yue

Sinto-me feliz e bem na minha pele quando...

estou a fazer o que gosto e me dá prazer. 

sou apreciada.

estou reconectada comigo mesma e consigo apreciar o mundo ao meu redor.

estou a fazer limpezas, ajuda a pôr os pensamentos em ordem.

estou a viajar e a sentir apenas aquelas emoções de estar a sair da rotina e a apreciar o momento.

conquisto algo novo ou concretizo um objectivo.

roupa e makeup estão no ponto.

estou a tirar fotos e produzir novo conteúdo.

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28
Jun19

Dia 8 de Journaling

bii yue

O que me preocupa em relação ao futuro?

Ser uma incógnita, estar completamente em aberto.

Não saber em que ramo vou estar, em que cidade vou estar. Se irei conseguir arranjar pouco tempo depois ou se vou estar imenso tempo a espera. Se vou conseguir logo na área, ou terei que arranjar um part-time para conseguir ter dinheiro para viver.

É algo que não posso prever ou sequer controlar.

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28
Jun19

o nosso espaço

bii yue

Íamos ter o nosso espaço, uma casa só nossa. 

Assim que assinamos contrato, comecei a tratar das coisas porque não tínhamos mobília e a nossa intenção era no dia que mudássemos já ter pelo menos uma cama e aos poucos íamos comprando o resto (mesa e cadeiras, mesas de cabeceira, micro ondas, sofá). Felizmente havia já algumas coisas que nós tínhamos (mini-forno, utensílios de cozinha, televisão e mesa de apoio) e a casa já vinha com frigorífico e forno incorporado.

Eu tinha noção que as coisas eram caras, mas olhar para os preços foi um chapada de realidade e de como a vida adulta é dispendiosa. Foi um pouco stressante, mas tenho que admitir que adorei a roda viva de ver coisas novas e imaginar como poderia por os espaços e dar toque pessoal. Especialmente à visita ao IKEA, aquilo é um mundo e sentia-me uma criança num quarto cheio de possibilidades. Só quero lá voltar, apesar que as viagens até lá são um aperto no coração e vou completamente agarrada ao volante (conduzir no porto é demasiado stressante e perigos a cada olhar).

Neste momento a casa esta com um estilo minimalista e até gosto bastante, especialmente o quarto em tons de azul marinho que ao acordar de manhã com os raios de sol a bater, dá uma sensação incrível. Temos o necessário para viver que é o mais importante. Gostava de ter um espaço mais acolhedor, mas há que ir com calma, o dinheiro não estica e com o meu futuro tão incerto não sei até quando ficaremos por aqui, por isso quanto menos tralha trouxer, menos tralha tenho que depois levar.

Nos primeiros dias senti imensa diferença não estar no centro da cidade e ter que usar o carro para todo o lado, mas agora habituei-me e é como se fosse a minha antiga vida mas com imensos melhoramentos! E não há nada melhor que ter um espaço exclusivamente para nós, diferentes divisões e cada um ter o seu espaço.

27
Jun19

Dia 7 de Journaling

bii yue

Hoje faço uma lista de todas as coisas que me inspiram: pessoas, livros, música, arte, citações, websites, ...

A pergunta aqui é o que é que realmente me inspira? 

Posso dizer que a Demi Lovato é um icon/idolo devido à sua história e devido a estar a passar por algo semelhante acabei por me identificar e adoro as mensagens que ela passa de body positivity/body confidence e como passa a mensagem de que não interessa o que os outros pensam, o mais importante é sermos nós mesmos e estarmos em paz do que o que as outras pessoas podem pensar de nós. 

As músicas dos Jonas Brothers são tocantes e é como se fosse um reset à minha alma, é uma maneira de me acalmar pela emoção passada, de ganhar forças, de parar, reflectir e pensar.

As minhas tatuagens acabam por ser lemas desenhados para não me esquecer na correria que é a vida. A lua para aquela sensação de conforto, grandeza que tenho a olhar para uma noite de luar. A noite é escura, mas a lua esta lá sempre a iluminar. Podem existir nuvens, mas ela continua lá apenas esta escondida a espera do seu momento para brilhar. Os cristais que representam a perfeição na imperfeição, que sendo do signo virgem sou bastante perfeccionista mas nada vai ser perfeito por mais que me leve ao extremo e é preciso aceitar e conviver com isso. O heart unalame que representa o amadurecimento da pessoa, os acontecimentos que levam ao crescimento; a profundidade do ser humano, que não é só a sua aparência, mas principalmente a sua essência. Uma pessoa nasce, comete erros, aprende com as situações do dia-a-dia e o objectivo final é conquistar os seus objectivos e estar em harmonia consigo próprio. A onda que representa os meus tempos de natação e a paz e tranquilidade que era entrar naquela piscina, e naquele tempo nada mais existia a não ser eu e a sensação de estar dentro de água. 

Focus, o que tento ter sempre em mente! Sou perfeccionista, quero chegar a tudo, mas acabo por me perder psicologicamente e fisicamente porque é desgastante. Preciso de estar constantemente a relembrar-me que preciso de me manter focada e não me deixar levar pelo mundo em redor, pelas coisas que vão surgindo e me distraem e acabam por trazer ansiedade e stress desnecessário. Dou-me demais as pequenas coisas que acabam pro afetar tanto o meu estado, quando não há necessidade para isso. Preciso de relaxar e focar a minha mente noutras coisas, no que é realmente importante!

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26
Jun19

Dia 6 de Journaling

bii yue

Qual foi a última vez em que saí da minha zona de conforto?

Há um ano atrás, quando foi o Rock on Rio. Pela primeira vez fui a um festival de verão, completamente fora da minha zona de conforto. Ter que viajar para Lisboa sozinha, enfrentar o medo de andar por lá sozinha pelo menos até ter encontrado o meu amigo, voltar para casa sozinha e de noite. Correu tudo bem e valeu mais que apena, é daquelas memórias que vou levar para sempre! 

Só que já lá vai 1 ano, nesse tempo todo não me lembro de algo eu que tenha sido eu própria a fazer-me sair dessa zona de conforto. Houve situações que me deixaram fora, mas foi por obrigação (apresentar a parte bibliográfica da tese, apresentações em seminários e conferências).

Os dias vão passando, a rotina vai-se entranhando e nem me dei conta no quanto estava mergulhada nesta bolha

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trabalho de @picbabbs

26
Jun19

quarto antigo, casa nova

bii yue

Começamos a viver juntos no início do ano e o melhor que conseguimos arranjar naquela altura foi uma suite (um quarto razoavelmente grande, onde conseguimos fazer uma mini sala, com casa de banho privada) num T4 que tinha sido completamente renovada, onde a cozinha era partilhada. Há sempre contras em viver em espaços partilhados, horários diferentes, saber como conviver, ... Ao inicio nem correu muito mal, até que as pessoas que se tinha entrado começarem a sair e entrarem seres que não sabem conviver e infelizmente desta vez os horários coincidiam. Ou seja, havia alturas que naquela cozinha eram 4 ou mais pessoas a fazer almoço ou jantar ao mesmo tempo. O senhorio também não foi o mais justo possível, os quartos não eram propriamente baratos então ele aceitou casais para os quartos single, sendo que havia 2 suites e 2 quartos.... É impossível haver um bem estar geral quando há demasiadas pessoas a viver num espaço pequeno e isso começou a reflectir-se, especialmente porque eu já estava mais que saturada. E como a casa de banho foi construída de raiz e um pouco contra o tempo, começamos a ter problemas de vazamento de água no chuveiro. 

Com isto tudo e devido ao estarmos constantemente confinados a um só espaço, gera tensões e decidimos que iriamos procurar uma casa e sair muito antes do final de junho (que era até quando podiamos ficar naquela suíte). Entre preços exurbitantes, tipologias erradas só para enganar o freguês, espaços que nas fotos parecem fantásticos mas na relaidade são cubiculos, pessoas que não tem consciência ou vergonha na cara e empatam a vida de quem esta à procura de casa... aparece a oportunidade perfeita! Um T2, sem mobília só que era fora da zona de Aveiro, só que eu estava um pouco pé atrás porque os transportes aqui são carissímos e teria que pedir o carro aos meus pais e o preço da renda mais despesas acabaria por ficar no limite do nosso orçamento. Arriscamos e não deixamos fugir aquela oportunidade e no início de Maio mudamos para a nossa casa. 

continua...

25
Jun19

Dia 5 de Journaling

bii yue

Como devo viver a vida, sabendo que vou morrer?

Um dia de cada vez, mas fazendo cada dia contar pelas grandes ou pequenas coisas. Os pequenos momentos valem por muito, mas na confusão do dia-a-dia e a rotina há tedência para ignorar. Parar por uns segundos e saborear os tempos de silêncio, os tempos de companhia, os tempos sozinha. Saborear as manhãs de primavera/verão, aqueles dias chuvosos  para ficar em casa no sofá. Viver os passeios até à praia ou um novo destino.

Não deixar fugir oportunidades!

Existe um amanhã, mas o hoje também tem que valer a pena. Há dias bons, mas também há dias maus e nestes dias só queremos que ele acabe e ansiamos pelo amanhã. Existe um desconto, mas mesmo nesses dias há algo que nos traga conforto. E nos dias bons, porquê deixar para amanhã o que se pode fazer hoje? A preguiça é tramada, mas a força de vontade também o é. Se se despachar hoje, sobra mais tempo para amanhã. 

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