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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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02
Ago22

inconstância

alma de bii yue

Saúde mental é um bicho com imensas facetas. E esse bicho somos nós!

Um desenvolvimento, uma camada retirada para depois se apresentar outra, num outro nível que estava reprimido e mascarado. Uma cebola com várias camadas, é um caminho desafiante, com partes feias para depois apreciar as bonitas.

Ser egoísta, hipócrita, tão absorvida em mim mesma. Odiar as falhas, e ser tarde demais para as solucionar. O desejo de cortar para parar esta dor e calar a voz que me assume. O eu superior em luta com o ego e as paredes que construiu.

Ser inconstante. Querer voltar... Dias que são esgotantes, que podem chegar a semanas onde energia pode ser tudo ou nada.

Ser a cabeça nas nuvens, a alegia, a optimista. Estar, largar as amarras e viver cada sensação e emoção. Impulsos, decisões e não pensar duas vezes. 

Criar rotinas e cumprir, mas sem a energia para chegar a tudo ou o esquecimento e preguiça colocam-se no caminho. Pequeno progresso mas que é pintado com o sindrome do impostor.

30
Jun22

Magia na depressão não existe

alma de bii yue

A tua depressão já esta curada? Já não estas deprimida? Continuas chorar ou já estas bem?

Não. Como existem dias bons e maus, também assim existem semanas e até meses. Não existe uma formula mágica ou uma cura milagrosa. É um processo lento e uma recuperação com altos e baixos e meios termos. 

Fiz as pazes com o ambiente que me colocou neste estado, automaticamente e inconscientemente, coloco a máscara de está tudo bem. Estar ocupada ajuda a mente a não ir para aquele sitío vazio. As hormonas também têm o seu papel. A visão com que acordo para o dia. Só que isto não invalida, que mesmo tendo toda a energia de volta, não chegue a casa e entre no meu cásulo e simplesmente ficar a existir... Sem energia para colocar no que é necessário, em projectos presentes e futuros, para mover o corpo e acalmar a mente. 

A semana passa rápido, entre trabalho, consultas, aulas. Os fins de semana tanto podem ser preenchidos ou a serem passados a existir, permitindo o descanso do corpo que tanto assim pede. Se faço para acabar ocupada?! É verdade, sei que assim não chego a casa para ir ficar tempo infinito no sofá... Ainda é uma luta, passinho a passinho.

18
Jun22

Amargura

alma de bii yue

As palavras que estão sempre presentes: "Nunca vou ser o suficiente." E a realização que não é só de mim para mim, mas sim das expectativas que deixo que as pessoas ao meu redor coloquem em mim...

Em busca do perfeccionismo, de chegar a altura em que esta tudo bem quando isso é um mito. Irá sempre haver algo que não esta bem, irá sempre ser o meio termo que não sei lidar ou que não quero viver porque na minha mente nunca é o suficiente. Mas no final não sou só eu que sofro, mas também as pessoas ao meu redor...porque viver na ilusão e em memórias passadas é mais suave que enfrentar a realidade e crescer com ela.
Se mudei, sim, bastante. Cresci com a vida e as experiências, obrigando-me a desabrochar, mas também a descobrir quem eu sou. E não é aquela pessoa sempre sorridente, com imensa energia e pronta a ajudar e a compreender. Uma máscara que teve que cair para deixar a mulher aparecer e olhar para as feridas que eram escondidas por camadas.

Dói, traz saudades. mas também amargura porque já não é quem eu sou ou quem irei ser. Fechar ciclos é o mais difícil, especialmente os que têm pontas soltas. Viver anos em modo sobrevivência, em busca de algo que já se encontra no presente mas sem essa noção. Um meio termo que parece incansável, de sempre ter estado em modo tudo ao meu tempo ou tudo ao mesmo tempo. Sem respirar ou saber como me respeitar pelo meio.  

27
Mar22

os dias maus

alma de bii yue

Depressão não é perâ doce. Vêm devagarinho e vai-se instalando. Impedir esse progresso exige energia que é gasta sem tempo para ser resposta. Tanto reprimido, que vai aparecendo. Sentir tanto que vira choro ou sentir nada que busca a dor.

Começar num nível negativo, sempre diferente, passar pelo zero e re-definir a escala. Recomeçar e continuar. Tão difícil quando nada parece certo ou foge do controlo. E o que é o hábito ou possível ser controlado, deixa de existir porque os sentimentos pesados gastam a energia e o desamparo instala-se. 

Vazio, ficar a olhar para o ar e viajar para um mundo interior que perdeu a ordem. Irritabilidade constante, fever em pouco água, emocionalidade num nível onde gasta a energia que devia ser para outras atividades. O interesse  esconde-se e fica a busca por algo que faça sentir, ou ansiedade pela consciência da situação mas sem capacidade para tomar ações.

Dias maus onde a rotina é excruciante, por isso é mais fácil saltar algumas tarefas (lavar os dentes, organizar a agenda, fazer o jantar, beber água, tomar suplementos, lavar a cara, aplicar cremes, socializar, falar com a familia e amigos), porque a vida têm que continuar e existem coisas as quais não se pode escapar. Aí o peso de ter responsabilidades é agoniante, porque a realidade é que nada esta a funcionar e só aumenta a bola de neve, criando mais problemas que soluções. A ironia é estar tudo nas próprias mãos mas a energia e motivação ser tão baixa ou inexistente, mesmo que o instinto de sobrevivência esteja ativo.

Busca por algo que reanime aquela chama. As ideias estão lá, mas começar é difícil. A mente quer mas o corpo não o permite...

08
Jan22

covid: o elefante na sala sobre saúde mental

alma de bii yue

Falar do vírus é assunto que dá para mangas... Veio, ficou, e irá ficar. De mansinho até que fez rebentar a bomba e pôs  o mundo em confinamento. Máscaras e gel à toda a hora. Contacto limitado. O medo a ser ligado a palavras e emergir e ficar à superfície. Mas é incrível como em tempo recorde foram elaboradas vacinas, contra o 3, 5 a 10 anos, (os testes em células, animais e depois humanos). Tem o seu senão, todos os seus efeitos secundários porque para isso seria necessário muitos mais anos de estudo. De todas as limitações, a mudança de comportamento a nível pessoal e social, o elefante na sala da saúde mental continua a existir

Qual é o impacto? Silencioso e profundo

Não tive a possibilidade de voltar à portugal, fui obrigada a ficar em confinamento na bélgica. Um país onde só estava há 2 meses, numa casa que dava para viver mas de pouco fornecia conforto, tinha um estágio que me permitia ter dinheiro, mas estava entre projectos e sem estar no laboratório não tinha muito trabalho. Consegui manter uma rotina, felizmente. Apanhar sol da manhã a ler ou a escrever ou a colocar aulas de cursos em dia. Yoga e pilates para manter o corpo são e uma tentativa para a mente. Ao final do dia entregava-me ao netflix, a mim mesma, aos pensamentos de que tinha passado mais um dia. A escrita e a fotografia foram os meus escapes e as minhas salvações. Sempre que ia às compras, dava uma volta pelo parque para sentir o mundo fora de quatro paredes. Sou grata por tudo isto, tinha o que tinha e fiz o melhor que pude com isso

Aquele sentimento de tristeza, desespero, saudade que faz doer o coração, choro, solidão, frustração, raiva, impotente, estar sozinha. Houve dias maus, ligava a chorar com o pânico a tomar conta de mim (mas sem ainda saber o que era esta sensação de medo e mal-estar), a ansiedade vinha ao final da tarde e ficava pela noite. O corpo físico estava a sofrer com ter parado de ter tomado a pílula por mais de 10 anos, com a pobre alimentação que fazia, a ansiedade constante. Aguentou-se...até o confinamento ter acabado. Voltei ao trabalho, a ter vida social e tudo estava bem durante o dia. Ao contrário da noite. onde a ansiedade virava ataques de pânico, ir sair gerava ansiedade social mesmo sendo com as pessoas que passei a chamar de família e sabia que estava segura até ter que ir para casa e estar sozinha comigo e com os medos que foram crescendo durante quase 3 meses fechada no quarto. Escalou para ataques de pânico semanais, dores de estômago constantes, estar a viver com ansiedade 24 horas por dia. Foi difícil estar fechada, mas foi ainda mais ter que voltar a estar em sociedade e novamente sozinha. 

Procurei ajuda e ajudou. Houve ensinamentos, levantou-se as primeiras camadas de descobrimento pessoal mais profundo. A liberdade foi dada e tirada, e com isso veio a adaptação. Só que em tempos de regras ficava-se por casa, já não fechada no quarto mas aquela ansiedade de memórias estava presente, o corpo gravou o que sentiu. Não era só a depressão sazonal. Vieram as vacinas, a 1º dose que foi suportável, a 2º dose que veio arrasar com o sistema imunitário fraca que já estava na altura. 

No sofá, a recuperar da 3º dose que me trouxe uma dor de cabeça que não passa com medicação e só alivia ligeiramente com a pomada tiger, que me impede de estar confortável ou descansar, com febre que vai e vêm, e um mau estar enorme. É como estar com o tpm ou menstruada mas num nível acima, uma mulher aguenta, mas não nesta dimensão.

Adaptei-me, continuei em frente e esta realidade é o presente que pode durar anos. O meu corpo carrega o peso do trauma e a mente trouxe todas a história. A minha saúde mental sofreu e continua a sofrer. Não foi fácil e agora vejo o quão fragilizada estive. Passei a viver com a ansiedade e ataques de pânico constantes, aprendi a identificá-los e a controlar alguns. Não todos, que continuam a ser momentos pesados e difíceis. Tenho que ter cuidados com a alimentação e ter incorporado ayuerveda foi o que ajudou a não ter desenvolvido problemas. Grandes multidões e espaços pequenos trazem o pânico ao meu corpo e mente. 

Tenho perfeita noção que ainda estou na ponta do iceberg, existem triggers que ainda não reconheço ou entendo que provocam os ataques de ansiedade/pânico, e todo este impacto que o elefante teve na saúde mental veio estimular. E toda esta assimilação é esmagadora! 

IMG_20220107_145558.jpg

25
Ago21

Espiral da ansiedade

alma de bii yue

A ansiedade entorpece a mente. O pânico bloqueia o corpo. A depressão instala-se e coloca um stop. Começa a espiral de cair na terra de ninguém.

Deixo de trabalhar em mim própria. Um caminho a deslizar para deixar o ego, feridas e medos tomar conta da minha pessoa. A energia para cuidar de mim fisicamente e mentalmente esgota-se rapidamente. Não quero sair da cama, se o faço mudar de roupa nem sempre é algo que vá acontecer. Comer apenas porque o meu corpo pede. Esquecimento de tomar o que é necessário, de efectuar as tarefas básicas. Obrigo-me porque não estou sozinha e o meu lado virgem vai ganhando. Fico colada no netflix para fugir à realidade de como me sinto (vazia, inundada de emoções, ideias constantes) e da energia necessária para actuar.

Tantos são os projectos que estão em stand-by por ficar agarrada às crenças, que sei que sou capaz de ultrapassar. Mas é preciso coragem que se esvanece com todo o cansaço e peso que o corpo sente. E tudo começou porque o corpo quebrou e depois é uma bola de neve... Dias que diminui ou é colocada a um canto e a fluidez retorna com aquele assombro de viver. Dias em que aumenta e aumenta levando tudo à sua frente, perdendo-me pelo meio da confusão, perdendo-me de mim própria.

21
Mar21

tales of anxiety

alma de bii yue

Being around people makes me forget all the "saudade". But that also requires giving my energy and time. I love the agitation, noise, plans at the moment, live in the present, and be present. But I need my space. Be on my own. Recuperate my energy, be quiet, assimilate and connect with myself. But in that space, anxiety and panic attacks appear. The body starts to react, fatigue, the feeling of unwellness, hard breathing, heart rate going fast, stomach pain, tears.

It's been a rollercoaster more than usual. That is having an impact on my mental health. Changes all of sudden, many roads to go, plans starting, news that makes my heart small. I'm dealing at my own speed and the best way I can find at this moment. 

Stop, breathe, looking around. Go to bed and just be quiet. Giving love to myself, connect with my spirituality. Just be, respecting all the effects that my body is feeling. 

Soon the panic will pass. Over the hours the anxiety will slow down. But is so distressing...

06
Mar21

Estas segura, mesmo sendo a ansiedade a falar.

alma de bii yue

O cansaço traz todas as inseguranças, traumas e medos ao de cima. A ansiedade não é só o que se vê, mas também o que não se vê. Os gatilhos fazem-na acordar e ela perdura agindo e disfarçando-se em comportamentos do dia-a-dia.

Quero chorar, quero colo, quero carinho, quero amor. Quero que este abismo que se abriu novamente não me faça sentir tão assustada. Automaticamente colocar máscaras porque foi assim que fui crescendo e é o meu mecanismo de proteção.

Quero fazer tudo ao mesmo tempo, quando tenho que aprender a fazer uma coisa de cada vez. É tanto a percorrer a minha mente e o meu corpo, ao mesmo tempo que o meu corpo começa a sangrar e a libertar-se do que não é mais necessário. 

Dar tempo a mim mesma e parar após a intensidade. Sentir, chorar o que tiver que ser, sentir o que é pesado e negativo, deixar ir e recolher-me sobre mim própria. Conectar-me com o corpo, com os sentimentos, ir às suas origens, sentir e abraçar. 

Uma jornada com constantes provas, situações em que ocorrem espelhos, em que o humor e o que é preciso naquele momento em constante alteração. A mente vagueia porque sente o mundo contra, tudo parece ir  na direção errada. A comunicação torna-se pior, as ações na sua inocência saem desajeitadas e destrocidas.

A criança ferida aparece, traz a culpa e a vítima por não saber como agir corretamente. A adolescente traz a raiva, a mágoa, a incompreensão e a revolta. A adulta traz os vícios, a injustiça, a solidão. As diversas máscaras também aparecem, preparadas para serem colocadas. E a humano do presente refugia-se em si própria. 

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"Aceitar a nossa insegurança absoluta é a única maneira de permanecer seguro. Aprenda a relaxar com a insegurança aparente. Comece a reconhecer o poder imutável em cada mudança, em cada nova e diferente situação. Nesta aceitação agradável, você encontra a segurança imutável." 

23
Set20

She's back with the voices

alma de bii yue

Coping with anxiety is stopping copying as a functional human being.

The mind goes wild, the ego takes place. Trying very hard to shut up the voices, but after a few seconds on control, it restart the loop. The body shakes, the stomatch hurts, the nausea comes and go, it's hot but also cold. I can't feel comfortable, I can't stop crying, I'm not able to control my body even less my thoughts, I feel like nothing makes sense. I want something that I don't know what it is.

Is scary here, my body is asking for pain. I don't want to move, I want to stay in bed but I don't want to be quiet. The crying is so deep, silent, loud. It hurts physically, mentally and in my heart.

Breath, controlling the thoughts, taking care of the body, but then I start thinking again. The weight is too much for my fragile body. A scale: one side with comfort but without income and the other side without comfort but with freedom. I don't want, but is the right choice for my soul.

Is slowing down, my body is exausthed. But the moment I say this, everything is coming back. Living with anxiety with physical symptoms is hard, an awful experience, very lonely.

Am I capable? Am I strong enough to copy with this again? 

I don't feel capable but the minutes are passing...

01
Jun20

Olá Junho

alma de bii yue

2 meses para voltar à Portugal, para acabar esta aventura de estar sozinha comigo mesma e ter consciência de como é o mundo do trabalho. Parece que já foi há muito tempo, mas também à pouco porque passou tão rápido, mesmo com uma quarentena pelo meio. E as saudades são cada vez mais e mais, quero estar ao pé das pessoas que amo, dos lugares que me deixam realmente comfortável.

Março foi um mês bastante intenso! Uma nova rotina e uma nova adapatação à rotina, ao trabalho que esta a colocar-me à prova, porque stress e ansiedade decidiram ser os melhores amigos e de vez em quando convidam o pânico para se juntar à festa privada. Um tremendo trabalho interno a acontecer, é uma revolução dentro do meu ser, um despertar que parece lento mas que esta a ir ao centro do meu ser e abanar toda a estrutura. Há muita mudança à nível psicológico e espiritual, que se esta a refletir a nível físico e as minhas crises estão a voltar e a exigirem serem ouvidas e toleradas. Como se fosse fácil e não caísse numa espiral de desespero onde eu própria não sei como contornar.

Continua a ser uma guerra entre querer ficar em casa, porque foram 2 meses e uma pessoa ficou confortável, só que começa a ser duro suportar o silêncio e a falta de conviver, e aproveitar o sol e calor e o tempo de resta mas o mundo lá fora é uma segurança falsa, porque nós podemos estar a respeitar as normas de segurança, mas e os outros...

Ontem foi o último dia da minha colega de casa, hoje ela voltou para Itália. Sei que nos próximos dias vai pesar estar sozinha e não ter aquela companhia ao jantar ou os encontros ocasionais na cozinha para ter conversas profundas sobre a humanidade, sobre o tudo e nada. Para quem me acompanha há mais tempo, sabe que nem sempre tive as melhores experiências a viver com outras pessoas. Apesar das nossa diferenças, ela é uma daquelas pessoas que é tão fácil conversar por ser tão compreensiva, tolerante e já ter tido outras experiências de erasmus. Uma quarentena de quase 2 meses veio colocar mais importância nos encontros sociais pela casa quando a solidão batia forte. Sou mesmo agradecida pelos pequenos gestos.

Junho, será um mês com trabalho em diversas vertentes, retornar à vida neste mundo com novas regras, um acordar espiritual silêncioso mas expansivo. Focada em aproveitar toda e qualquer oportunidade, talvez seja a sede de saber e ver os efeitos de me ir curando. Controlar os sintomas físicos e aprender a lidar novamente com esta ansiedade crescente. E esperar...

Quanta mais compreensão temos sobre nós, mais compreensão temos sobre os outros.

Time Flys Away ☽ ☾

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biiyue
uso as palavras e imagens para me expressar. a jornada de desenvolvimento e cura pessoal é a luta e motivação para descobrir do que mais sou capaz.
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