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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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21
Mar21

tales of anxiety

alma de bii yue

Being around people makes me forget all the "saudade". But that also requires giving my energy and time. I love the agitation, noise, plans at the moment, live in the present, and be present. But I need my space. Be on my own. Recuperate my energy, be quiet, assimilate and connect with myself. But in that space, anxiety and panic attacks appear. The body starts to react, fatigue, the feeling of unwellness, hard breathing, heart rate going fast, stomach pain, tears.

It's been a rollercoaster more than usual. That is having an impact on my mental health. Changes all of sudden, many roads to go, plans starting, news that makes my heart small. I'm dealing at my own speed and the best way I can find at this moment. 

Stop, breathe, looking around. Go to bed and just be quiet. Giving love to myself, connect with my spirituality. Just be, respecting all the effects that my body is feeling. 

Soon the panic will pass. Over the hours the anxiety will slow down. But is so distressing...

06
Mar21

Estas segura, mesmo sendo a ansiedade a falar.

alma de bii yue

O cansaço traz todas as inseguranças, traumas e medos ao de cima. A ansiedade não é só o que se vê, mas também o que não se vê. Os gatilhos fazem-na acordar e ela perdura agindo e disfarçando-se em comportamentos do dia-a-dia.

Quero chorar, quero colo, quero carinho, quero amor. Quero que este abismo que se abriu novamente não me faça sentir tão assustada. Automaticamente colocar máscaras porque foi assim que fui crescendo e é o meu mecanismo de proteção.

Quero fazer tudo ao mesmo tempo, quando tenho que aprender a fazer uma coisa de cada vez. É tanto a percorrer a minha mente e o meu corpo, ao mesmo tempo que o meu corpo começa a sangrar e a libertar-se do que não é mais necessário. 

Dar tempo a mim mesma e parar após a intensidade. Sentir, chorar o que tiver que ser, sentir o que é pesado e negativo, deixar ir e recolher-me sobre mim própria. Conectar-me com o corpo, com os sentimentos, ir às suas origens, sentir e abraçar. 

Uma jornada com constantes provas, situações em que ocorrem espelhos, em que o humor e o que é preciso naquele momento em constante alteração. A mente vagueia porque sente o mundo contra, tudo parece ir  na direção errada. A comunicação torna-se pior, as ações na sua inocência saem desajeitadas e destrocidas.

A criança ferida aparece, traz a culpa e a vítima por não saber como agir corretamente. A adolescente traz a raiva, a mágoa, a incompreensão e a revolta. A adulta traz os vícios, a injustiça, a solidão. As diversas máscaras também aparecem, preparadas para serem colocadas. E a humano do presente refugia-se em si própria. 

IMG_20210306_104236.jpg

"Aceitar a nossa insegurança absoluta é a única maneira de permanecer seguro. Aprenda a relaxar com a insegurança aparente. Comece a reconhecer o poder imutável em cada mudança, em cada nova e diferente situação. Nesta aceitação agradável, você encontra a segurança imutável." 

23
Set20

She's back with the voices

alma de bii yue

Coping with anxiety is stopping copying as a functional human being.

The mind goes wild, the ego takes place. Trying very hard to shut up the voices, but after a few seconds on control, it restart the loop. The body shakes, the stomatch hurts, the nausea comes and go, it's hot but also cold. I can't feel comfortable, I can't stop crying, I'm not able to control my body even less my thoughts, I feel like nothing makes sense. I want something that I don't know what it is.

Is scary here, my body is asking for pain. I don't want to move, I want to stay in bed but I don't want to be quiet. The crying is so deep, silent, loud. It hurts physically, mentally and in my heart.

Breath, controlling the thoughts, taking care of the body, but then I start thinking again. The weight is too much for my fragile body. A scale: one side with comfort but without income and the other side without comfort but with freedom. I don't want, but is the right choice for my soul.

Is slowing down, my body is exausthed. But the moment I say this, everything is coming back. Living with anxiety with physical symptoms is hard, an awful experience, very lonely.

Am I capable? Am I strong enough to copy with this again? 

I don't feel capable but the minutes are passing...

01
Jun20

Olá Junho

alma de bii yue

2 meses para voltar à Portugal, para acabar esta aventura de estar sozinha comigo mesma e ter consciência de como é o mundo do trabalho. Parece que já foi há muito tempo, mas também à pouco porque passou tão rápido, mesmo com uma quarentena pelo meio. E as saudades são cada vez mais e mais, quero estar ao pé das pessoas que amo, dos lugares que me deixam realmente comfortável.

Março foi um mês bastante intenso! Uma nova rotina e uma nova adapatação à rotina, ao trabalho que esta a colocar-me à prova, porque stress e ansiedade decidiram ser os melhores amigos e de vez em quando convidam o pânico para se juntar à festa privada. Um tremendo trabalho interno a acontecer, é uma revolução dentro do meu ser, um despertar que parece lento mas que esta a ir ao centro do meu ser e abanar toda a estrutura. Há muita mudança à nível psicológico e espiritual, que se esta a refletir a nível físico e as minhas crises estão a voltar e a exigirem serem ouvidas e toleradas. Como se fosse fácil e não caísse numa espiral de desespero onde eu própria não sei como contornar.

Continua a ser uma guerra entre querer ficar em casa, porque foram 2 meses e uma pessoa ficou confortável, só que começa a ser duro suportar o silêncio e a falta de conviver, e aproveitar o sol e calor e o tempo de resta mas o mundo lá fora é uma segurança falsa, porque nós podemos estar a respeitar as normas de segurança, mas e os outros...

Ontem foi o último dia da minha colega de casa, hoje ela voltou para Itália. Sei que nos próximos dias vai pesar estar sozinha e não ter aquela companhia ao jantar ou os encontros ocasionais na cozinha para ter conversas profundas sobre a humanidade, sobre o tudo e nada. Para quem me acompanha há mais tempo, sabe que nem sempre tive as melhores experiências a viver com outras pessoas. Apesar das nossa diferenças, ela é uma daquelas pessoas que é tão fácil conversar por ser tão compreensiva, tolerante e já ter tido outras experiências de erasmus. Uma quarentena de quase 2 meses veio colocar mais importância nos encontros sociais pela casa quando a solidão batia forte. Sou mesmo agradecida pelos pequenos gestos.

Junho, será um mês com trabalho em diversas vertentes, retornar à vida neste mundo com novas regras, um acordar espiritual silêncioso mas expansivo. Focada em aproveitar toda e qualquer oportunidade, talvez seja a sede de saber e ver os efeitos de me ir curando. Controlar os sintomas físicos e aprender a lidar novamente com esta ansiedade crescente. E esperar...

Quanta mais compreensão temos sobre nós, mais compreensão temos sobre os outros.

25
Mai19

bater com a cabeça nas paredes

alma de bii yue

"Posso desistir?", é a pergunta que mais tem pairado na minha mente. 

Se ao início (apesar dos atrasos, represálias constantes, ser a aluna deixada andar e com menos importância) até estava a gostar do meu trabalho laboratorial de tese por ser algo fácil e bastante rotineiro, neste momento estou completamente desmotivada e é um sofrimento e peso emocional ter que o fazer. Isto porque lembro-me que logo a seguir vêm 2 horas ou mais a tratar de dados, a tentar não cair na ansiedade de nada encaixar na reta de calibração (que supostamente não esta perfeita, ao fim de quase 2 meses a repetir sempre o mesmo e eliminar inúmeros dados!) , a tentar não mandar tudo ao ar e ir para um canto forçar-me a chorar e ceder. 

É um breakdown e ainda nem sequer comecei a escrever e sentir a pressão de estar a semanas de ter que entregar a versão final. Ainda nem estou com matrizes reais e já é um terror abrir o ficheiro com todos os dados e não me perder no meio de tantos números. Como vou sobreviver? Como encaro a cara do meu orientador quando lhe mostrar estes dados? Como justifico os possíveis erros para os quais ainda mal tive tempo, paciência e motivação para pesquisar? Como explicar senão faz sentido para mim? Como não me sentir ainda mais inferiorizada, burra e acabar por lhes dar mais razões para tudo o que já se passou?

Acontece a todos e não estou a saber lidar da melhor maneira. As noites de poucas horas de sono, esta rotina que me esgota, o stress e pressão a começarem a fazer-se sentir, os sentimentos de estar a falhar comigo mesma em prol de querer aproveitar estar um pouco mais da boa vida que ainda tenho, da completa falta de motivação que vai e vem e salta de assunto em assunto, de querer chegar a todo lado e a todos mas algo fica perdido pelo meio, 

21
Jan19

acordar cedo de insónias

alma de bii yue

O meu interior grita para o meu cérebro se desligar, para conseguir voltar a adormecer. É mais uma noite de insónias e a minha mente não para de pensar. O meu corpo esta tão confortável embrulhado nos lençóis ainda quentes da tua presença, mas já não estas aqui para me puder enroscar. Bata-lho contra os pensamentos e preocupações e viro-me mais uma vez na esperança que o conforto e o corpo ainda a dormir vençam. Mas parece que não vai acontecer...

É mais um dia, mais uma semana. Ainda é estranho acordar contigo e ir ter uma rotina completamente diferente. Já me habituei, mas não me habituei. Gosto da tua presença, o conforto e segurança que me dás. Acalmas esta ansiedade que esta constantemente à espreita.

É uma ansiedade que se entrenha e não deslarga o meu corpo. Esta sempre à espreita e basta perder um pouco o controlo que é capaz de se instalar para ficar. Faz-me perder a motivação e ficar num estado latente, simplesmente a ver o tempo passar. Tenho objectivos, tenho uma vida em que tenho que agir como adulta, mas tenho um medo cego que me paraliza, que não me deixa agir.

É frustrante, porque são só hormonas, é só a minha mente a brincar com ela própria. Sou eu que tenho o controlo, mas é uma força mais forte que eu em certas ocasiões. O meu corpo quer agir e mexer-se, aproveitar mais um dia para ser produtiva enquanto existe tempo, mas a minha mente não deixa. Faz-me ficar a olhar, à espera que ganhe coragem e enquanto ela não chega, o tempo vai passando. 

E assim passa mais um dia, em que fiz algo mas ao mesmo tempo não fiz. Tento ir contra esta ansiedade e falta de motivação para fazer o que gosto, há dias melhores e outros nem tanto. Foco a minha mente e corpo nos objetivos e não deixo a esperença desvanecer-se. Esta não sou eu, tenho perfeita noção, só que nem sempre é fácil lutar contra o nosso inconsciente. 

Fico a espera que chegues à casa para te abraçar, que me voltes a dar aquele conforto necessário para conseguir voltar a ser eu. A pessoa que esta sempre com um sorriso na cara, que é capaz de esconder e controlar a ansiedade, manter-se focada a lutar pelos objectivos e continuar a ser aquele coração mole.

30
Set18

ansiedade nua e crua

alma de bii yue

Desde pequena que sou nervosa, é parte da minha personalidade. Em criança era protegida pelos meus pais por ser filha única, havendo certas situações em que tinha que ir fazer algo sozinha que me deixavam mais apreensiva, com o coração a bater mais forte, suor nas mãos, vergonha e querer um buraco para me esconder.

Naquelas alturas de avaliação na escola sentia-me um pouco mais nervosa ou quando tinha um dia mais importante. Talvez tenha influenciado a fase da minha vida mais sombria, os ataques de choro, os apertos no peito, não querer sair de casa e enfrentar o mundo lá fora, ficar sozinha no meu canto.

Quando entrei na universidade, a minha ansiedade começou a manifestar-se fortemente devido ao stress e à pressão. Começaram as crises de ansiedade silenciosas que acabavam com crises de choro. Dava por mim numa situação da qual não sabia como agir, como pensar, muito menos como sair daquela chuva de emoções. Em alturas mais críticas apareciam ataques de pânico que levavam o meu corpo para lá da exaustão, choro constante, falta de ar, aperto no peito e o pior é não ter maneira de me acalmar.

Tomei a decisão de marcar consulta com uma psicóloga, estava numa altura da minha vida que andava perdida e a ansiedade era praticamente constante. Foi uma das melhores decisões que tomei, realmente mudou-me como pessoa e a maneira como lidava e passei à lidar com as situações à minha volta. Tive a sorte de calhar com uma profissional excelente, que me entendia sem eu precisar de dizer muito, que me indicava o caminho a seguir fazendo-me chegar lá por mim própria devido à maneira que me deixava a pensar. Tive consultas durante um semestre e ainda hoje tento continuar a ter presente certas palavras e ensinamentos, que me ajudam a sentir um pouco mais de controlo.

Veio aquele ano de relação à distância, houve muita ansiedade, muitos ataques de pânico. Depois veio ter concluído a licenciatura e não saber o que era suposto fazer, apesar de ter os meus planos, não tinha controlo sobre nada. O que me deixava constantemente nervosa e preocupada. Nada mudou, mas mudou porque estava mais racional, sabia o que estava a acontecer e que acabaria por passar. Não estava sozinha, apesar de esse ser o sentimento que está sempre presente de modo enganoso. Continuei e continuo a ter ataques de ansiedade, batalho com a minha mente e o meu corpo. A ansiedade e os pensamentos podem estar a ganhar, mas eu também posso ter controlo sobre a situação. É assim que quero pensar. 

A verdade nua e crua, é que apesar de ter melhorado à nível emocional, saber gerir e lidar de uma maneira mais racional com a ansiedade e com a minha mente, despertou problemas físicos. Problemas de coração que estou a tentar solucionar, de modo a não se agravarem no futuro e não limitarem a minha vida no presente. 

É um problema real, que têm consequências para a mente e corpo. Dá uma sensação de solidão, mas ninguém esta sozinho a enfrentar este problema. Não se cria resistância, aprende-se a lidar, a criar maneiras de minimizar os efeitos. Não fica tratado para sempre ou desaparece por magia. Existem recaídas, existem alturas em que se supera. É uma aprendizagem com a nossa mente, com o modo que vemos o mundo que nos rodeia.

A ansiedade é um hospedeiro que se instala e não volta a sair. Que se alimenta dos nossos medos, receios, inseguranças e atrai mais pensamentos negativos. Que pega nas nossas alegrias, conquistas, na nossa força e as distorce para passarmos a ver à sua maneira. É solitário, capaz de destruir o estado mental e transformar o estado físico. Nervosismo, tensão, tremores, lágrimas, aperto no peito, falta de ar, suor, dor de barriga, cansaço. Constrói uma montanha russa, que acaba num ciclo vicioso. Aquela presença constante, ao qual uma pessoa só quer gritar. É silenciosa, ataca quando menos se espera, faz sentir-nos pequeninos quando tudo é aumentado à nossa volta e dentro de nós mesmos.

Não é a ansiedade que nos define, somos nós que temos esse poder. É uma luta que é ganha diariamente.

Time Flys Away ☽ ☾

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biiyue, sou uma adulta a descobrir como viver a vida.
uso as palavras e imagens para me expressar. a jornada de desenvolvimento e cura pessoal é o que me faz lutar para descobrir do que mais sou capaz.
vai buscar chá ou café, põe-te confortável
se ressoar, sê bem-vind(o-a) e fica o tempo que precisares 🌟

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