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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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24
Jun20

Só mais 1 mês 

alma de bii yue

Contagem decrescente "oficialmente", porque viajar de avião é tudo menos certeza neste momento. Marquei a viagem de regresso no inicio de maio para um dia, 2 semanas depois mandaram a cancelar e marcar para o dia antes. Há duas semanas lembrei-me de ir ver porque precisava do recibo e descobri que tinha sido cancelada e não me tinham re-marcado mais nenhuma. Conclusão: não existem voos diretos para o porto em nenhuma companhia, vou ter que fazer escala e passar uma nada confortável noite passada no aeroporto.

O tempo esta a voar, ainda há pouco tempo tinha começado uma quarentena e agora estou prestes a acabar eramus e voltar para portugal. As saudades são muitas, sinto imensa falta do conforto de ter a minha casa, o calor humano e estar nos braços da pessoa que se ama, da minha família, amigos, das pessoas e da cidade, do mar e natureza em menos de 20 minutos. No entanto, também começa haver aquela lágrima escondida no canto do olho. Ter que me despedir de pessoas com quem acabei por criar uma amizade e me aturam todos os dias! (neste fim-de-semana cheguei a conclusão que a minha paciência é escassa e coitados de terem que me ouvir, e sou uma criança no que toca a animais e coisas fofas, mas nunca fui tão o eu verdadeira como o sou agora!), encerrar um capítulo de estágio e que me trouxe tantas aprendizagens. Deixar uma cidade onde me sinto tão confortável e onde aconteceu tanto desenvolvimentos pessoal e momentos de tanta sicronicidade e deja-vus

O que se segue é um enorme não sei, é o que vier e o que o universo me oferecer. De momento, estou a evitar pensar no futuro e apenas aproveitar os últimos cartuchos desta experiência de erasmus.

17
Mar20

Perspectivas, quarentena e dois países

alma de bii yue

Estou divida entre dois países, a viver duas realidades. Estou preocupada e não vou negar que tenho medo e sinto-me bastante insegura, especialmente quando tenho que andar de transportes públicos, quando estão cheios, mas não é só por mim mas também por quem tenho em Portugal. A distância já era difícil, mas agora com esta situação de pandemia faz com que se torne ainda mais pesada

Na quinta-feira passada começou-se a sentir a tensão no ar, nos transportes as pessoas começavam a olhar de lado e com desconfiança, no trabalho esperava-se por haver desenvolvimentos visto que o governo belga estava a discutir que medidas iria tomar. Eu sentia-me com medo, desesperada, impotente mas numa tentativa desesperada de manter um pouco de positivismo e esperança. Na sexta-feira acordei e a cidade estava serena, ao contrário da tensão no trabalho com todos à espera do mesmo, uma conferência de imprensa onde se iria decidir que medidas tomar. Isto porque, o governo tinha decretado uma "quarentena" sem usar esse nome, restaurantes, bares e cafés fechados a partir da meia noite até 3 de Abril, apenas farmácias, supermercados e lojas de comida se mantêm abertas e algumas lojas de comércio de proporções maiores. A decisão chegou e a maioria dos trabalhadores vai ficar em teletrabalho, só ira a empresa quem tem que ir para o laboratório e supervisores mas com horários estruturados porque é necessário estar alguém presente. No meu caso, vou trabalhar até meio da semana e depois será de casa. Quando ouvi esta decisão comecei a entrar no ciclo de ansiedade crescente. O que vou fazer mais de 2 semanas fechada numa casa onde não me sinto confortável, onde não tenho o meu gato ou o meu namorado para me consolar, onde a minha família e amigos estão longe... Foi uma péssima altura para ter embarcado nesta aventura de ter largado tudo e ir experimentar uma vida numa país diferente. Mas não sou só eu, todas as outras pessoas de outros países, estamos todos no mesmo barco... 

Foi uma luta entre a ansiedade e a ficar calma e que vou conseguir aguentar, é só mais uma prova. Era suposto ele vir cá no próximo fim-de-semana, daí haver muito mais revolta, tristeza e um abalo enorme a minha positividade e esperança. Preciso tanto de sentir aquele abraço de segurança e neste momento não sei quando irei conseguir tê-lo. A ansiedade só foi crescendo com o terminar do dia, a minha energia estava completamente esgotada e abalada por todas as vibrações e tensões no ar, por todas as notícias e desenvolvimentos crescentes das ultimas horas. Na sexta à noite quando estava a ir para casa, fiquei abismada com a irresponsabilidade das pessoas de estarem todos nos bares para aproveitar porque iam fechar a meia noite (não é só em Portugal!). A minha colega de casa foi uma delas e imaginem a minha cara no sábado quando descubro e só penso "Onde é que ela andou a tocar? Mas ela não tem um pouco de noção, especialmente sendo italiana e saber da situação do seu país?" Por isso agora até dentro da minha própria casa tenho medo e me sinto insegura, o que torna as coisas ainda menos confortáveis e mais difícil de gerir à nivel psicológico. Toda a vez que saio do quarto lá vou eu com o meu desinfetante natural limpar todas as superfícies (uma vez mais!).

Como referi aqui foi quase tudo encerrado, mas o governo vai dar apoios! Em Portugal foi usada a palavra quarentena, mas nada foi fechado a nível de restauração, quem está a fechar é por conta própria e risco. Coloca-se uma questão importante, este mês era para pagar as contribuições e o que o governo fez foi adiar para setembro, mas e toda a quebra que se irá fazer sentir? Todo o dinheiro que não se ganha porque as pessoas estão em quarentena em casa (pelo menos as que cumprem e as que foram mandadas em teletrabalho), porque o governo não vai também apoiar? Porque não lhe convém!, porque mais uma vez esquecem-se das pequenas empresas (os meus pais que tem um café e vivemos daquilo, como serão estes meses? Não sei e com isso traz ainda mais medo e receio). Nas médias e grandes empresas não há um controlo específico, e sei que algumas mandam pessoas ao acaso sem analisarem caso a caso (sendo que muitas pessoas vão em férias, porque português é português) porque essas sim recebem uma ajuda do governo. Onde esta a justiça e igualdade?

Na semana passada tive a intuição de que devia ir às compras na quinta-feira e até acabei por ir a dois sítios. Na sexta instalou-se o caos, exatamente como Portugal (prateleiras vazias, água, leite, sabonete, álcool, desinfetante e papel higiénico inexistentes). Ontem fui às compras, para aproveitar já que estava nos transportes, ir ao lidl (que me fica mais longe de casa e onde as coisas são relativamente mais baratas (fica a dica)) e continuava esse panorama! Hoje vou tentar ir a outro sítio, porque eu não comprei para ter em stock mas sim à medida que vou precisando. Mais uma vez como toda a pessoa sensata deveria fazer...

Ficar em casa ninguém gosta quando é obrigado, e felizmente esta haver uma corrente enorme de suporte e ninguém esta sozinho (independentemente do país), porque estamos todos no mesmo barco. É uma chapada e despertar para a humanidade, somos todos feitos da mesma matéria e ninguém esta imune. Já houve mais pandemias no passado, a humanidade sofreu muitas perdas mas continuou até ao que conhecemos hoje. Cada um de nós tem que dar o seu melhor para se manter saudável e contrariar esta enxurrada de más vibrações, sentimentos e emoções, e zelar pela sua segurança e a dos outros, e estarmos agradecidos por continuarmos vivos e principalmente por termos pessoas a "lutar diretamente" com o vírus.

E para finalizar, mesmo depois da quarentena acabar é preciso ter em mente que o vírus irá continuar presente, irão continuar haver pessoas que não foram infetadas porque estiveram em quarentena e podem vir a ser. Ou seja, não é para voltar a vida normal e esquecer todas as medidas de prevenção!!! A quarentena é para prevenir contágios e por consequente prevenir o que esta a acontecer na Itália e Espanha. Irá haver sempre alguém que ainda não foi infetado e a partir daí iremos voltar à mesma bola de neve. Uma pessoa não vai deixar de voltar à sua vida normal, mas convém continuar a tentar evitar multidões e espaços apertados, lavar e desinfetar as mãos, evitar tocar na cara... Temos que ser conscientes e responsáveis! Há inúmeras previsões neste momento, se serão ou não verdade, iremos ver com o tempo, mas se quisermos que a pandemia "se extinga" é preciso ter isto em mente. 

Muitos de nós tinhamos viagens marcadas, falo por mim, que tiveram que ser adiadas por um "tempo indeterminado". E só queremos que esta situação se resolva para voltarmos a sentir-nos vivos.

Não esta a ser fácil neste momento para mim, sei que irá piorar assim que começar a minha "quarentena". É novamente aquela guerra entre titans, o meu positivismo e esperança de que irá passar e é só mais umas semanas até voltar a estar com ele e depois mais umas quantas até voltar para Portugal, contra a sensação de sufoco e insegurança que quer acabar num ataque de pânico. Óbvio que gostava de arrumar toda a minha tralha e correr para Portugal, mas não é possível e só restam as chamadas, as mensagens numa tentativa de aconchegar a minha pessoa. 

13
Mar20

vira aí a quarentena?

alma de bii yue

É sexta-feira 13, é um dia que normalmente até gosto. No entanto, desde ontem que os dias tem sido estranhos, as emoções afloram à superfície e lágrimas teimam em querer cair. São as saudades, a enorme possibilidade de ter que adiar planos. A preocupação com as pessoas que tenho em Portugal, o pânico criado e crescente nas redes sociais que chega a ser doentio. Comparo com o que se esta a passar aqui com a mesma situação (estamos todos no mesmo barco), mas há civismo, a vida corre como sempre correu e não se criou um pânico desnecessário.

Hoje acordei e Bruxelas era uma cidade calma, serena e silenciosa. Menos gente nos transportes, menos transito, uma ligeira tensão e calma no trabalho. Foram tomadas medidas semelhantes à Portugal, escolas encerradas, bares, cafés e restaurantes também encerrados, supermercados encerrados ao fim-de-semana, mas não é necessariamente uma quarentena, porque de resto tudo irá continuar a funcionar. Até à noite irão haver desenvolvimentos de certeza e esta espera cega só contribui para criar mais ansiedade e stress. Ainda bem que ouvi os meus instintos e fui ontem às compras porque hoje vai estar um caos semelhante a Portugal (mas só tenho 3 rolos de papel higiénico, será o suficiente até voltar às compras? O que fazer perante a crise estúpida que se enfrenta mundialmente?)

Sendo uma fanática por limpezas e a casa onde estou não ser a mais confortável ou a melhor (visto a miúda tem tudo menos cuidados e descobri que é uma queixinhas e só me apetece dar-lhe um estalo da próxima vez que me cruzar com ela (mas esta tudo bem, é um pensamento/emoção temporária e não vale a pena gastar as minhas energias e pensamentos nisso)), estou a limpar sempre que consigo um pouco mais, mas pelo menos o meu quarto sei que está imaculado! As saudades que tenho de ter a minha casa e saber que estava sempre tudo limpo. Ter que voltar a viver com outras pessoas, especialmente numa altura como esta, é realmente uma merda.

Estou e quero tentar manter o meu positivismo perante esta situação global. Por mim estou calma, sinto-me minimamente segura e confortável, tenho um pouco mais atenção. "Não foi uma boa altura para vir viver para outros país", mas sei que tudo tem a sua razão. Tenho que manter-me forte, focada e não me deixar levar pela ansiedade e medo.

26
Fev20

O bom no mau ou o mau no bom?

alma de bii yue

O universo trabalha de formas engraçadas, como lhe gosto de chamar.

Tenho escrito que há dias bons e dias maus, mas os sinais e as "coincidências" continuam a aparecer. Era um pouco cética, mas a verdade é que desde que estejamos dispostos a observar e a viver no presente (mesmo que seja só por uns momentos) e se comece a trabalhar nisso (começando pelos básicos de amor-próprio e desenvolvimento pessoal), o nosso mindset e a visão sobre o mundo muda. Tenho bem noção do quão cliché isto é, e o quão difícil é acreditar nisto na maior parte do dias. Porque há alturas que as minhas palavras valem lixo, e fico a pensar porque raio é que estou com todo este positivismo, se continuam acontecer situações que me arrastam para o meu lado negro... Por isso é que fico abismada de como certas coisas acontecem e se encaixam para me deixar abismada ou dar aquela lição que vou adiando ou ignorando.

O sentimento de solidão tem virado uma constante. Voltar aqueles tempos de relação à distancia de quem ficou, onde adormecia a chorar e com um peso no coração enorme e sufocante. Só que nessa altura tinha os meus amigos que me obrigavam a sair, o conforto de estar em casa, de estar nos quartos que eram as minhas bolhas. Aqui, tenho o conforto mais semelhante que consegui criar no meu quarto. Mas falta-me o resto, não importa se os dias são ou não agitados. Sinto imensa falta das pessoas que faziam parte do meu dia-a-dia, de estar na cidade onde eram poucos os dias de chuva e tinha tudo ao virar da esquina. Sempre me custou um pouco a entender e aceitar que cada um tem a sua vida e a sua jornada e porque quero sempre tentar ajudar, no entanto há coisas que estão fora do meu alcance. Tenho que respeitar, independentemente do que sinta, porque é isso que a vida também me tem mostrado, apesar de querer colocar uma cortina para não ter que confrontar essa verdade. 

Aos poucos vou tendo mais respostas das crenças limitadoras, pontos base do desenvolvimento pessoal, desapego e amor próprio que tenho que trabalhar. Não é fácil, custa e doí. 

Por isso dar valor ao pequeno, que já tinha significado naqueles tempos, foi reformulado desde que comecei esta jornada. Melhora e dá um pouco mais de cor a um dia cinzento. Bruxelas é uma cidade com um tempo quase sempre cinzento, existem dias em que vem sol mas pelo meio o tempo escurece e vem novamente a chuva e vento. Houve dias em que consegui ver o nascer do sol no seu esplendor de cores e com um sol grande que me enche a alma, outros em que foi o por do sol. Nesta semana: ontem vi o nascer do sol que me veio dar um pouco de alegria e coragem para aceitar e colocar de lado a minha solidão e ansiedade; hoje vi nevar, era mais chuva que neve, mas havia alturas com pancadas de neve a cair que me deixou tão wow, isto é mesmo lindo!, e o chão em alguns sítios estava com neve que dava aquela beleza de paisagem de inverno. Uma das coisas que queria presenciar era ver nevar a cair, mas todas as pessoas me diziam que o inverno estava quente e para tirar essa ideia da minha cabeça, que não iria acontecer. Já vi neve, na Serra da Estrela e no caminho para Budapeste, mas nunca a vi ou senti a cair, era essa beleza da natureza que me faltava

Não estou bem, mas estou, é por alturas e consoante as emoções que decidem aparecer. E estes pequenos acontecimentos e alinhamentos amenizam as dores, suavizam o dia e alimentam a veia literária.

17
Fev20

1/6

alma de bii yue

1 mês desde que decidi pegar em todo a coragem que tinha e vir nesta aventura de estagiar para outro pais. Sai de Aveiro para fugir ao vento, mas acabei por vir apanhar frio com dias quase constantes cinzentos e um vento que ainda é mais forte e frio, aqui em Bruxelas.

Os eventos alinham-se de maneiras engraçadas e estranhas. Passei a tarde com os portugueses do trabalho e foi bom para diminuir um pouco a saudade e soltar o corpo a dançar. Para contrariar, tive um ataque de ansiedade, dos quais me foi impossível controlar porque veio de repente e logo no pico, antes de ir para a cama. Um conjunto de fatores: cansaço, saudades, hormonas, ter chegado a casa tarde e sentir que não tinha tempo (quando o tinha), sentir-me sozinha. E a cereja no cimo do bolo, o mercúrio retrogrado esta de volta. 

O tempo tem passado depressa e tenho-me deixado ir ao ritmo dos dias. Estou a começar a cair em mim... Um tempo frio e sem sol, que me deixa sempre num estado um pouco mais apática, apesar de toda este positivismo que tento manter. Trabalhar, apesar de ser mais do mesmo que fazia na universidade, é a nível empresarial com horários e expectativas e olhos postos em mim. Apesar de todos os dias contactar com diferentes pessoas e culturas, o ambiente e a cidade não são maus. Estamos no inverno, a paisagem não é a mais bonita, estou com esperança que assim que a primavera começar a chegar para estes lados da Europa, o ambiente comece a ser suportável. 

Ignorando todos os pequenos problemas com o quarto, ele é espaçoso e tenho a sorte de ver a lua todos os dias (isto se na maior parte dos dias não estivesse nublado) e ficar sentada no chão a apreciar e a sentir todo aquele ambiente. Finalmente comecei a coloca-lo ao meu gosto, a colar diversas coisas na parede e, quando acabei e olhei a minha volta, senti o meu coração tão pequenino, por toda a saudade do espaço confortável que já tinha criado e onde ficou uma enorme parte do meu coração. Tenho-me colocado em primeiro lugar, a tentar ouvir e respeitar o que o meu corpo pede, era e é o que preciso, aprender a estar e viver sozinha.

Provavelmente, é agora que começa a derradeira prova de fogo. Nao sei como vai correr, nao sei como me vou aguentar. Mas estou aqui, porque preciso para o pessoal, profissional e o futuro incerto.

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