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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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06
Nov23

Parada na violencia interior

alma de bii yue

No meu canto. No meu mundo. Na zona de conforto estagnada. 

Presa na bolha. É tão doloroso sair. E por isso fica mais fácil simplesmente ir para o mundo da fantasia.

Absolvam.

Não queria ficar no meu buraco. Não queria ser a pessoa "tímida".

Apenas deixo a maré correr. As ondas levam e trazem. Até chegarem aos limites...

Cá dentro, é um copo cheio sempre à beira. Um corpo cansado, uma mente que não se cala. 

Lá fora, desliza, na esperança que passe ao lado, mas afeta discretamente e visceralmente.

02
Nov23

Corrida de pensamentos

alma de bii yue

Pensamentos que estão constantemente a correr, atropelando-se, sem dar momentos de sossego.

Por onde começar ou Por onde acabar? 

Questionamento. Julgamento. Arrependimento.

Ansiedade. Depressão. Ajuda. 

Levadas de energia, a querer enfrentar o mundo, colocar tudo no fazer e na ação, momentos em que se perde a pessoa nela mesma.

Levadas de letargia, olhar para o vazio, perder minutos a calar as vozes, só existir para mais tarde arrepender.

image_2023-10-08_182027602.png

O silêncio da manhã, a clareza e espaço aparecem. Quando tudo não para de girar, quando o tempo escasso é preenchido pela letargia para fazer algo pelo corpo. 

O sossego da noite, a escuridão e as realizações que se tornam presentes. Querer que a mente pare e que o corpo ganhe no cansaço.

Não é estar sozinha, mas sim a (in)quietude do (meu) mundo interior.

06
Jun23

desbravar a cebola

alma de bii yue

Quantas camadas já foram desbravadas, e quantas mais se voltaram a reagrupar. Desbravar a liberdade e encarar a vulnerabilidade. 

Medos que intimidam e toldam a luz que já é tão ténue. Fronteiras débeis. Instabilidade escondida nas muralhas levantadas, uma vez mais. 

Marcações na alma que flutuam à superfície. Lições que retornam em diferentes mensageiros. Pés decretados nas águas perturbadas, coração apreensivo, consciência angustiada.

Arte que grita para voltar a ser escolhida e expressada. Palavras que agora fazem sentido, mas deixar cair o véu é aflitivo e melindroso.

04
Jun23

Hurt and Hurting

alma de bii yue

A cair aos trambolhões por buracos. Arranhões, feridas, sangue. O fundo, de pedra, fria e frágil, mas que não o era, apenas uma plataforma. Esta, que também desabou e partiu-se em pedaços e provocando outra queda livre. 

Consciente, mas ignorante dos sinais. Teimosia, orgulho, apatia. Desequilibro. Sem conseguir respirar no caos dos dias. Coração nas boca, mas trancado. Corpo que prega pela tempestade interior. 

Diálogos que morreram antes de verem a luz do dia. O berço, da criança, da adolescente, da adulta, do eu interior, que é empurrado e silenciado. A chave que é arremessada à imensidão do oceano tempestuoso.

Ser humano?! Entre a mania, o silêncio, a preserverância. Agarrar as pequenas migalhas da claridade e fracassar no lúgubre dos dias.

Segurar as rédeas entre as ondas do vasto oceano, ficar à deriva perante a inquietação e instabilidade das águas.

Gatilhos. Muralhas que calam emoções e estragam ligações. Medos que ecoam pelos cantos sombrios, ações que ficam paralisadas e em constante remoer interno, vozes que se expressam para dentro e esquecidas nos cantos.

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29
Abr23

o outro lado

alma de bii yue

Períodos com as águas calmas e límpidas. Mas depois vem pequenas gotas de chuva que alteram essa tranquilidade. Uma gota que traz círculos. No entanto, não é só uma mas várias. Ondulações que já não param

Turvo. Um rumo que não é claro. Uma colisão de titãs. Destruição de mãos dadas com a leveza do amor. 

Viver na parte excêntrica traz a adrenalina e a satisfação do momento, mas também traz emaranhado desafios de lidar com a mente e corpo. A liberdade, pertencentimento, compreensão rapidamente podem tornar-se numa esfera que rola sem parar. Navegar entre os diferentes mundos pode tornar-se numa anarquia. Com erros aprende-se e amadurece-se. Em busca do balanço que nunca é equilibrado. Da segurança e liberdade, que escapam do controlo. 

A mente mente, o corpo sente e ressente, o cérebro vive pelas descargas hormonais, o coração fica a saltitar entre os momentos. E a comunicação é sempre a chave.

15
Dez22

trabalho que levou a depressão

alma de bii yue

Meses que se foram transformando numa bola de neve. Levou à depressão e um estado psicológico que criou traumas. Estes monstros que ficaram e deixaram marcas. 

Ter a razão a falar por cima das emoções, é difícil para alguém que é sensível e empática. Decisões mal tomadas desde o início, e a partir daí constantes complicações, guerras injustas e sem vitória possível. Apenas um número, uma pessoa para ser formatada. 

Invalidada. Não levar em consideração fatores que não estão sobre o meu controlo. Não haver explicações e as informações serem despejadas. Sem avisos, sem a possibilidade de explicar ou lutar por justiça. Julgar e comparar, algo que não é justo ou correto. Abre feridas que carrego desde a infância

Comigo levo medos, um enorme síndrome de impostor, insegurança. Ser demasiado ou ser insuficiente. O modo de "fight or flight" que deixa a ansiedade em modo presente. Tantos panos foram colocados para não haver mensagens diretas, e essas eram tão necessárias.

Receber mails de pessoas de um cargo superior e entrar automaticamente em pânico.
Um bolha de medo por não estar a fazer o suficiente, por erros dos quais não existe culpa direta associada. Ser demasiado eu própria com as pessoas, e haver um medo dessa parte de falar e expressar. O conforto e expressão pessoal serem demais e perder o foco. Um limbo sempre presente, entre cair à terra e realmente gostar do que é pedido. 

A mágoa e raiva estão a ser trabalhadas, mas continuam cá dentro... Em certas alturas emergem, e é difícil ignorar a voz e acreditar no próprio trabalho.

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02
Ago22

inconstância

alma de bii yue

Saúde mental é um bicho com imensas facetas. E esse bicho somos nós!

Um desenvolvimento, uma camada retirada para depois se apresentar outra, num outro nível que estava reprimido e mascarado. Uma cebola com várias camadas, é um caminho desafiante, com partes feias para depois apreciar as bonitas.

Ser egoísta, hipócrita, tão absorvida em mim mesma. Odiar as falhas, e ser tarde demais para as solucionar. O desejo de cortar para parar esta dor e calar a voz que me assume. O eu superior em luta com o ego e as paredes que construiu.

Ser inconstante. Querer voltar... Dias que são esgotantes, que podem chegar a semanas onde energia pode ser tudo ou nada.

Ser a cabeça nas nuvens, a alegia, a optimista. Estar, largar as amarras e viver cada sensação e emoção. Impulsos, decisões e não pensar duas vezes. 

Criar rotinas e cumprir, mas sem a energia para chegar a tudo ou o esquecimento e preguiça colocam-se no caminho. Pequeno progresso mas que é pintado com o sindrome do impostor.

30
Jun22

Magia na depressão não existe

alma de bii yue

A tua depressão já esta curada? Já não estas deprimida? Continuas chorar ou já estas bem?

Não. Como existem dias bons e maus, também assim existem semanas e até meses. Não existe uma formula mágica ou uma cura milagrosa. É um processo lento e uma recuperação com altos e baixos e meios termos. 

Fiz as pazes com o ambiente que me colocou neste estado, automaticamente e inconscientemente, coloco a máscara de está tudo bem. Estar ocupada ajuda a mente a não ir para aquele sitío vazio. As hormonas também têm o seu papel. A visão com que acordo para o dia. Só que isto não invalida, que mesmo tendo toda a energia de volta, não chegue a casa e entre no meu cásulo e simplesmente ficar a existir... Sem energia para colocar no que é necessário, em projectos presentes e futuros, para mover o corpo e acalmar a mente. 

A semana passa rápido, entre trabalho, consultas, aulas. Os fins de semana tanto podem ser preenchidos ou a serem passados a existir, permitindo o descanso do corpo que tanto assim pede. Se faço para acabar ocupada?! É verdade, sei que assim não chego a casa para ir ficar tempo infinito no sofá... Ainda é uma luta, passinho a passinho.

18
Jun22

Amargura

alma de bii yue

As palavras que estão sempre presentes: "Nunca vou ser o suficiente." E a realização que não é só de mim para mim, mas sim das expectativas que deixo que as pessoas ao meu redor coloquem em mim...

Em busca do perfeccionismo, de chegar a altura em que esta tudo bem quando isso é um mito. Irá sempre haver algo que não esta bem, irá sempre ser o meio termo que não sei lidar ou que não quero viver porque na minha mente nunca é o suficiente. Mas no final não sou só eu que sofro, mas também as pessoas ao meu redor...porque viver na ilusão e em memórias passadas é mais suave que enfrentar a realidade e crescer com ela.
Se mudei, sim, bastante. Cresci com a vida e as experiências, obrigando-me a desabrochar, mas também a descobrir quem eu sou. E não é aquela pessoa sempre sorridente, com imensa energia e pronta a ajudar e a compreender. Uma máscara que teve que cair para deixar a mulher aparecer e olhar para as feridas que eram escondidas por camadas.

Dói, traz saudades. mas também amargura porque já não é quem eu sou ou quem irei ser. Fechar ciclos é o mais difícil, especialmente os que têm pontas soltas. Viver anos em modo sobrevivência, em busca de algo que já se encontra no presente mas sem essa noção. Um meio termo que parece incansável, de sempre ter estado em modo tudo ao meu tempo ou tudo ao mesmo tempo. Sem respirar ou saber como me respeitar pelo meio.  

13
Mai22

assim é

alma de bii yue

Hoje acordei para falar a verdade que vai dentro de mim. Sem sinónimos, sem frases nas entrelinhas, o que é verdadeiro e cru. O que dói, mas é fácil passar despercebido. O que ainda não é bem definido ou aceite pela sociedade.

O meu desaparecimento foi principalmente pela depressão ter reaparecido. Não só a sazonal, toda a mudança que têm acontecido, os constantes contratempos, mas também devido a condições vividas no trabalho. Pressão, stress, julgamento, começar com o pé errado, mal entendidos. Mas desta vez, não era capaz de lidar sozinha, por isso fui procurar ajuda. Após 2 tentativas, encontrei alguém que logo na 1°consulta me fez ver com imensa clareza o que ponho para debaixo do tapete, por ser tão dura comigo própria. Os dias bons e maus continuam, mas existe mais clareza e entendimento sobre as razões, os triggers, a ansiedade. 

A outra razão foi na noite do dia de páscoa, ter caído das escadas do meu apartamento (12 degraus de metal), só me vejo a tentar agarrar em vão ao varão e já no chão a chorar pelo impacto da queda, a dor e a adrenalina. Fui para o hospital (e desta vez a experiência foi a mesma que sempre tive em portugalm indiferença e tudo ao tempo das pessoas), com bastantes dores, sem conseguir sentar-me. Pouco depois com toda a dor e adrenalina, sinto-me a desmaiar e acordo já no chão. Isso fez as pessoas acordarem e finalmente ter uma maca e ser movida para um quarto. Mesmo com o comprimido, ainda bastante dor, um rabo a ficar da cor de uma ameixa, costas doridas e com as marcas dos degraus, um braço com feridasm o outro com mais nódoa negra. 

Mas sendo casmurra, criada e ensinada ao modo português e tendo o corpo ainda a funcionar a adrenalina, passado 1 dia fui trabalhar e aguentei bem até ao final da semana. Mas no fim-de-semana, com o descanso e a presença de pessoas que trouxeram uma saudade de doer dos meus pais, família, amigos, país, a dor piorou e veio para ficar. Ainda fui trabalhar, mas a concentração e foco eram difíceis de manter e percebia-se claramente na minha cara a dor e desconforto em que estava. Pagar pela língua...

Baixa por 1 semana e meio. Tentar comprimidos que nada faziam passado 1 dia, relaxantes usculares que deixavam-me pior que estar drogada e completamente sem saber como ser uma pessoa, posições para aliviar as dores, massagens, acupuntura... Descanso, que era necessário para recuperar e ajudar a começar o processo de sarar. Pelo meio a lidar com dor física e emocional. Dias comigo mesma, voltar ao ioga e meditação, ganhar coragem para escrever sobre temas que há tanto tempo estão a ser remoídos dentro de mim sem conseguirem ser colocados para fora. 

Não estou bem ou estou mal. Estou a recuperar, a lidar com dores, a viver com ansiedade e depressão, a continuar a vida perante contra as adversidades, a passar pelos dias com o melhor que me é possível.

Posso acordar bem e as coisas estarem a fluir, até ter um trigger que me leva na espiral da ansiedade, ou algo que me deixa embaixo e o peso volto ao meu corpo. Ou posso acordar já com aquela nuvem pesada sobre o meu corpo, a depressão a fazer-se sentir pela letargia, procrastinação e só querer que o dia passe para tirar a máscara e voltar para a cama e ficar lá escondida. 

E é assim no silêncio, que as coisas passam despercebidas, que a saúde mental não é levada a sério, quando o impacto é enorme no físico. 

Time Flys Away ☽ ☾

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biiyue
uso as palavras e imagens para me expressar. a jornada de desenvolvimento e cura pessoal é a luta e motivação para descobrir do que mais sou capaz.
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