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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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23
Out22

Confiança

alma de bii yue

Tantas interpretações, tantas consequências. As possibilidades.

Adotei o pensamento e certas ações de "confidence is not give a fuck". Para mim é a atitude, como se sinto bem comigo mesma. Na minha pele, no meu estado de mente, nas minhas roupas e um estilo não definido, na forma de ser e estar, no quente do sangue ibérico que corre nas veias, nas personalidades da vida profissional e pessoal, nos segredos das entrelinhas. 

Estar confortável, sentir-me bem no corpo. Tantos anos de bullying e não ter opções, chegar ao momento onde posso vestir e ser como sou (deixar máscaras não mais necessárias caírem e assumir a minha verdade)! Sentir-me confortável e bem comigo mesma e com o que vejo. 

A veia artística esconde inseguranças e o síndrome do impostor. Com o corpo exposto, as máscaras caem e mesmo com os medos, o fogo interior aparece e toma conta e naturalmente a confiança aparece e cresce.

A interior é um caminho com espinhos. Tão facilmente abalada, traumas recentes que provocam questões, dúvidas constantes. Ser verdadeira a mesma, ser a prioridade e cuidar disso.

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18
Jun22

Amargura

alma de bii yue

As palavras que estão sempre presentes: "Nunca vou ser o suficiente." E a realização que não é só de mim para mim, mas sim das expectativas que deixo que as pessoas ao meu redor coloquem em mim...

Em busca do perfeccionismo, de chegar a altura em que esta tudo bem quando isso é um mito. Irá sempre haver algo que não esta bem, irá sempre ser o meio termo que não sei lidar ou que não quero viver porque na minha mente nunca é o suficiente. Mas no final não sou só eu que sofro, mas também as pessoas ao meu redor...porque viver na ilusão e em memórias passadas é mais suave que enfrentar a realidade e crescer com ela.
Se mudei, sim, bastante. Cresci com a vida e as experiências, obrigando-me a desabrochar, mas também a descobrir quem eu sou. E não é aquela pessoa sempre sorridente, com imensa energia e pronta a ajudar e a compreender. Uma máscara que teve que cair para deixar a mulher aparecer e olhar para as feridas que eram escondidas por camadas.

Dói, traz saudades. mas também amargura porque já não é quem eu sou ou quem irei ser. Fechar ciclos é o mais difícil, especialmente os que têm pontas soltas. Viver anos em modo sobrevivência, em busca de algo que já se encontra no presente mas sem essa noção. Um meio termo que parece incansável, de sempre ter estado em modo tudo ao meu tempo ou tudo ao mesmo tempo. Sem respirar ou saber como me respeitar pelo meio.  

02
Jan22

continuação

alma de bii yue

Perante os últimos dias as grandes lições é sobre expectativas e que o controlo é apenas uma ilusão. E aprender a gerir o que vêm com isso, não é fácil... Traz frustração, dúvidas perante escolhas, crenças de não acertar, não ser boa o suficiente, estar constantemente a cometer erros, de não estar à altura. Mas o principal é que vem relembrar a valorizar, algo que parece tão descartável. Nada é perfeito porque irá sempre existir algo a fugir, como areia entre os dedos. Tumultuoso. Mas o que levo é reaprender a saborear a viagem. 

Começou por estar "sozinha", ter o tempo e espaço para mim, dedicar-me à aprendizagem e praticar, viver no momento sem planos. Crescer pessoalmente e profissionalmente, viver a independência e liberdade. Chegou a altura de seguir em frente. Uma mudança nos ventos, o tapete tirado dos pés, mas haviam coisas certas. 

O caminho mostrou-se numa direção que só me mostrou que, apesar de ter crescido, as coisas foram fluindo até ser altura de voltar a abrir os olhos e lidar com as maiores crenças e traumas que carrego.

Esqueci-me de mim. Deixei de tirar self-portraits, deixei de escrever tanto sem um tema especifico com a alma. Deixei de estar comigo sozinha. Deixei de me mexer e ficar vencida pelo cansaço das viagens e trabalho. Deixei de ser, deixer de estar, deixei de parar e ir de encontro aos meus lugares seguros. 

12
Nov21

Qual é o nome que posso dar a isto?

alma de bii yue

É já a depressão sazonal? São as consequências de toda a ansiedade por toda a mudança, contratempos num período de tempo tão curto? É o meu corpo a responder ao stress, a habituar-se a uma nova rotina, a uma nova saída da zona de conforto? São as minhas hormonas a vir confirmar-me que não estão estáveis? É mais um despertar e crescimento?

O que quer que seja, é um osso duro de roer! Não está a ser fácil. Sinto-me perdida, deslocada de mim mesma, sem saber quem é esta versão..., perante ter que ser adulta. Mudar em todos os níveis. Organizar uma casa do zero, ter o minímo de conforto mas existe sempre algo a faltar. Acordar cedo, algo que o meu corpo e mente estão a reclamar, e ter uma longa viagem à minha espera. Ainda estar a descobrir como usar esse tempo à meu favor e não dá-lo com perdido. Aprender, processar tanta informação, sair do conforto e relembrar conceitos perdidos nos anos de universidade. Estar longe e lidar com as saudades. Sinto falta da natureza, de ter aquele lugar que podia ir e sentir. Ver as pessoas a seguir com a vida e ser complicado gerir horários e distâncias. Traz emoções e memórias. Criar uma rotina, onde encaixar um tempo para estar comigo, lidar e processar. Lidar com uma nova fase de vida como casal. 

Não estou sozinha e existe tanto comforto nessas palavras. Perante todas adversidades permitiu haver uma estabilidade que era tão complicado à distância. Sem dúvida que é difícil, uma cidade que não se conhece. Criar raízes, explorar, e não ficar perdidos no tempo que já passou.

08
Out21

healing

alma de bii yue

Healing is a beautiful word. The journey of learning how to love ourselves is appealing. The main character of life, the simplicity in enjoying the moments, cram in gratitude. The silent and slow mornings. Coffee dates alone, reading, being in nature, dress up to feel good, time to give pleasure, romantic baths, hot tea and chocolate, healthy meals, listen to music, journaling, meditate, move the body, petting the pet, work on the hobbies. Radiant energy. In those times, is calm, is comfy, is peaceful, is right, is worth it. However, that is romanticizing, also important.

The reality is to wake up every morning and do the mental list for the day, do healthy meals, make space for alone time, talk to yourself to do self-care, to exercise, to write, to go out of the house, to go work and deal with the time of travels, get home and do chores, take care of the pets. Is also to make yourself uncomfortable, push limits, work on the shadow part, set boundaries, being dynamic in relationships, through the pain, the low mood.

In this half-term is wavering. Lessons that come in all the forms and signs, facing the struggles of frustration, sadness, lethargy, stress. The need to set boundaries, to restart, to continue forward with the bag full, deal later with emotions. The hardest is to not fall into the spiral of the good girl syndrome, people's pleasure that caused so much pain. Understanding that the body and mind have limits and respect them is not always easy, because that is avoiding it. Doing the work that is possible with half of the energy. Face the flaws.

For so much light, it also exists the darkness. A non-stop mind drowning in repetitive thoughts, fears, insecurities, anxiety. Especially, when the triggers happen. Taking care of the child and the adult, that although is healing, is still hurt and the wounds take time and patience to become softer. The mind enters in a loop of words that hurt, the wound is unclenching due to the need to face the reality and admit it is terrifying and a sensation of putting all the main character work under the rug. Disassociating, apathy, dullness, inability to relax and rest, numb.

Looking at the emotions and the past often hurts. But the grief, wounds, needs, ancestral patterns, fear are too heavy and not problems to feed. All the work of building the house, put comfort in the home, nurture the temple, loving you is the reward. There will always be good and bad times. 

21
Ago21

Abismo

alma de bii yue

À beira das escarpas. No fundo do vale. Olhar para cima e para baixo, mas a dissociar com o ruído interno. O vazio no sobrecarregado de estar sem emoções, querer sentir sem sucesso.

A sensação de voltar àquela terra perdida tão conhecida mas desconhecida. Sem motivação, sem saber como sentir, reagir, processar. Estar sem estar, pela procrastinação, pelo começar e desistir logo nos segundos seguintes.

Muito esforço para o corpo que esta sobrecarregado, no limite do exterior devido ao interior. Estar no limbo, sem conseguir digerir o tempo, perceber as lições sem as emoções, um constante revoltar. Gatilhos, traumas, criança interior, adulta. Intensidade, planos que fogem do controlo perante a fragilidade do emocional e corporal. E mesmo na desconexão ouvir a intuição e deixar fluir, estar e lutar contra a vastidão do inconstante.

Uma gota que faz transbordar, as águas mexem-se para uma enxurrada de sentimentos perante o vale de entorpecimento que controla o corpo. Não é linear, não é certo ou incerto, é a perdição na hora negra da alma. A ilusão cresce: amarras sufocam, corpo letárgico na luz e inquieto na escuridão, clarão ténue e distante, movimento sem sair do lugar, respirar irregular. Sobre si, envolta num nevoeiro denso, brilho inconstante sobre o fulgor de corpos que estão em modo de reajustar, guerreiro pela vida mas entorpecido pela intensidade da mesma.

Sicronicidades que a intuição e alma sabiam, mas que por baixo da camada não revelada, reaparece o desafios chaves que a alma veio para cumprir. E perante o esforço de voltar, mensagens surgem. Eu superior bate palmas, presente fica no vazio a contemplar e agarrar-se aos ensinamentos, a criança pede mais porque só assim é possível continuar.

Até que a ansiedade aparece de mãos dadas com o pânico, situaçoes que saem fora do controlo por toda a desconexão, de esquecer as lições mais simples mas profundamente importantes. De esquecer o caminho percorrido e todo o peso que traz que é preciso controlar, de permtir o ego assumir o controlo ao invês do racional. Não é mais só uma alma solitária, nem uma só estrada. É trabalhar para objectivos comuns, é puxar as crenças para serem trabalhadas e colocar tudo por palavras.

Consciente das feridas, das diversas formas do comportamente humano, das feições que o amor têm, dos traços do ego, dos erros constantes, da fragilidade do ser humano. Trabalho de sombra intenso, lágrimas que aparecem sem aviso levando o corpo a tremer, à dor pedir por sangue, um corpo que entra em letargia de depressão pela responsabilidade dos seus erros. Esperar, ir para dentro para curar, mostrar e agradecer.

 

 

18
Ago21

Memórias perdidas na escrita

alma de bii yue

Destralhar, andar por entre cadernos e livros, encontrar desenhos e palavras escritas de uma adolescente. Tão habituada a colocar certas máscaras para o mundo ao ser redor, mas que carregava tanta dor, revolta e solidão no coração. Ao reler, sentir a dor, a incompreensão, a revolta, os pedidos de ajuda inaudíveis.

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Minha querida adolescente, eu compreendo-te. Não imaginas o que o futuro te reserva. Com pedras no caminho, momentos de cair no chão de desespero, mas com tanta emoção e vivências. Vais encontrar as tuas pessoas, vais ter diferentes estágios de viver sozinha, vais ter as tuas noites loucas, vais viajar, vais passar férias como sonhaste. Vais estar sozinha, aprender e crescer com isso. Vais descobrir o amor nas suas diversas formas, vais redescobrir-te. Vais sofrer, vais transbordar de gratidão. Continua a sonhar e a agarrar-te a essa liberdade, porque um dia irá ser tua e não irás acreditar no que vais viver.
Agora, és ouvida. Agora, não estás mais sozinha. Agora, essa dor vai sendo trabalhada para curar feridas. Agora, és valorizada. Agora, és apreciada. Agora, és amada. Agora, mesmo perante outras dores tens ferramentas, porque és mulher lutadora e selvagem. Estás em contacto com a tua criança interior.

04
Ago21

corre para a floresta

alma de bii yue

O que esta cá dentro é um vulcão de emoções

Ir para a floresta, andar, fugir dos trilhos e acabar no seio da natureza. E gritar com todo o ar dos pulmões, sentir o corpo a vibrar com tamanha energia a ser libertada. Exprimir tudo o que vai dentro do peito, tudo o que esta ao nosso redor esta a ouvir sem julgamento.

Dançar. Parar. Sentir. Ouvir o som da natureza e animais ao redor. Tocar o tambor, sentir aquela energia fluir pelo corpo e a sintonia com o que ao redor. 

Deixar as palavras fluir, falar, escrever. Rasgar, queimar e deixar o vento levar. Agradecer aos elementos. Respirar, colocar aos mãos e pés no solo, e estar simplesmente.

E depois voltar a repetir tudo de novo quando for necessário...

23
Jun21

Comigo

alma de bii yue

O que importa é o momento presente. O que faz vibrar em amor. O que traz plenitude para a alma e um sorriso para o corpo. O que traz felicidade e seguir em frente. Aprender, aceitar, valorizar, pausar.

Sozinha, comigo mesma. Momentos de amor comigo própria. Eu com o meu corpo. Eu com a minha a mente. Eu com as minhas palavra. Eu no silêncio. Gentileza com o corpo, calma com a alma, serenidade para com o coração.

A doce. A selvagem. A guerreira. A anciã. A princesa. A feiticeira. A virgem. O sagrado feminino.

Quieta. Com movimento. A escrever. A cantar. A dançar. A fazer uso de técnicas. Alinhada. Centrada.

Respirar. Vibrar. Sentir. Fluir. Descansar. No momento.

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05
Jun21

Just being...

alma de bii yue

On a cloudy summer morning, the window open listening to the birds. In my bed, feeling the fresh air passing through the body, only with a big t-shirt.

Present, feeling the sparkle of life. Calm, grateful, happy, nostalgic, enthusiastic. Just being...

Learning and learning. Not easy, but is part of the process. Ups and downs. Fighting and releasing. Connecting and protecting. Growing. In the spiral of the agitated days find the quietness. Balancing over the storm. 

Another life, another dream. Challenges, experiences. Comfortable and uncomfortable. Dealing, putting boundaries. Make peace with the traumas, the feelings, the past, and the present. Giving love to all the others me and others. 

Be in the flames of purification and sparkling of the cosmos and mother earth

Time Flys Away ☽ ☾

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biiyue
uso as palavras e imagens para me expressar. a jornada de desenvolvimento e cura pessoal é a luta e motivação para descobrir do que mais sou capaz.
põe-te confortável
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