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because your smile makes me live ♥

forceful, trusting, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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18
Set25

Vista por uma noite

alma de bii yue

Somos crianças a querer crescer e ser adultos, e em adultos vivemos para darmos e sermos a criança que apenas queria era ter vivido o presente, ainda mais. 

É isso que define-me aos meus 30 anos. A querer dar-me o melhor, a dar colo e atenção as partes esquecidas e renegadas, a viver o presente com as possibilidades de ser adulta

A criança que vivia no mundo da fantasia, a adolescente que adormecia a imaginar cenários na mente, a jovem que não imaginava onde estaria, a adulta que fartou-se de se negar-se. 

E sem saber vou riscando itens da minha lista que nem sabia que existiam e precisava de os viver. Ser inundada de uma sensação de plenitude, serenidade, felicidade.

Foi assim o fim-de-semana, passado na região rural de frança , com a natureza, quintas com campos e ruas até onde a vista podia ir. Parecia que tinha voltado à portugal, à terrinha com o silêncio que só o campo e viver numa aldeia pode trazer. Só que com regalias. 

Senti-me uma princesa, como sempre desejei mas nunca pedi. A ocasião era o meu aniversário, tinham feito mais planos dos que foram realmente realizados, descansar e aproveitar um jacuzzi com uma vista tão calma, não ter que ser dona de casa, estar rodeada de pessoas com as quais não há necessidade de máscaras ou medir palavras. E por uma noite ser as atencões, desejada, cuidada, vista!

Trago não só memórias, mas sensações. Um sorriso na cara, um conforto no coração

06
Set25

30 + 1

alma de bii yue

Perfecionismo? Era só uma máscara para esconder o enorme medo de falhar e as entranhas a gritar de insuficiência. Por isso, questionamentos são uma conversa diária. A minha presença inconstante, rodeada por histórias que querem ser contadas, mas nem sempre acabam escritas. 

Disciplina? Sofreu mudanças ao seguir as longas raízes que me levam àquele quarto onde os monstros e eu passamos a conviver. Um conforto que abracei porque afinal a inspiração vem das feridas e dos lugares que recebem raios de luz. 

Persistência? Se calhar é mais casmurrice. Quero continuar agarrada a tudo o que me dá gozo, só que a energia e tempo nem sempre estão de acordo e cada vez empurram-me para fazer escolhas.

Dúvidas? Aumentam como fissuras de um terramoto, abanam as paredes por dentro e por fora, engolem e cospem versões sem aviso.  

Isto porque antes vivia para uma secção diferente. Entrar no patamar dos 30 não trouxe uma crise, trouxe mudança com novos sinais, significados, cores, habilidades e criatividade. Gradualidade sem direção mas com sentido. 

 

31 anos. 

 

A estrutura deste texto palavras deveria ser algo mais leve, solto, pleno... Só que estou aqui marcada enquanto agarro nas cordas do pequeno barco do meu ser que navega pelas ondas inconstantes. De quem sou, de reestruturar-me com uma visão: mais conhecimento, mais ferramentas, mais percepções acompanhadas de um lado sensível de entendimento. 

No entanto, é bolha envolvida em dormência e em modo mecânico.

Uma impostora. Coloco parte de mim nas minhas personagens e é aí que encontro refúgio, quando o mundo interno e externo ficam altos demais.

Constantemente à espera e com medo de agir, sempre a apanhar pedaços e a duvidar desses mesmos. Birras que adoram andar de mãos dadas com a ansiedade. A paralisia para algumas tarefas e hipersensibilidade para outras. Só que no final do dia, engulo tudo e dou a cara, por mais que doa, por mais que as feridas sangrem, por mais que as lágrimas não caiam.

Não navego só pelas ondas e tempestades, agarro-me às cordas e tento controlar as velas. A constante procura virou render-me ao que está disponível. Não é só celebrar, é reclamar o que permaneceu em pé, o que floresceu das partes dolorosas.  

Porque diante de um espelho, a encarar o nu e cru, continuo sem reconhecer-me perante todo o esforço de tentar encontrar os pedaços partidos e espalhados. Os constantes questionamentos, as dúvidas, os medos, enfrentar a síndrome da boazinha, aprender e dizer não, estabelecer limites e não ficar envolvida nessas espirais. 

Aos 31, sou a história que não precisa de ser entendida apenas continuada. O sangue a pulsar pelo que escolhi. Ser lembrada não pela docilidade, mas pela ferocidade de permanecer em pé. 

18
Ago25

Peças cortantes

alma de bii yue

Óbvio que já sabia que traumas são reais, que ficam connosco, que deixam feridas (as quais que teimam em não sarar), que levam tempo, que são espinhos constantes. 

Porém…

O que sei de mim é o que carrego daqueles lugares escuros , do ambiente de ferro ao meu redor, das máscaras expostas nas paredes. 

No entanto…

Com a maturidade e auto-consciência e no presente olhando com um outro olhar: aquela experiência marcou-me!

Mais profundamente do que imaginava. Mais penoso e doloroso do que sempre quis admitir. Mais real do que sempre quis enganar-me. 

A rotina é ligeiramente diferente, mas o núcleo continua o mesmo. E após os tempos de adaptação, aceitação e mudanças, é surreal como ficou entranhado no corpo.

A ansiedade silenciosa que reclama atenção nas pequenas grandes coisas. O pânico que paralisa o corpo e aprisiona a mente. 

A luta já é constante e torna-se mais intensa com peças que não deveriam pertencer. Sem um lugar definido, com as bordas afiadas, leves e pesadas ao mesmo tempo. O que trazem, ecoa, é carregado de frustração e injustiça, provoca medo. E tudo o que vejo é aquela versão assustada, envolvida em sombras de emoções enquanto coloca a sua melhor armadura. 

A mente sabe que é seguro, trabalho contínuo pelas marés. Só que o corpo engoliu e as experiências moldaram-no. 

As peças podem não pertencer, mas encaixam-se. 

13
Mar25

#3 para 2025

alma de bii yue

Explora como cresceste nos últimos anos e o que isso significa.

Cada desordem moldou-me. Ter-me tornado emigrante e arar pelo mundo adulto que ninguém nos prepara. E chegar à conclusão que continua a ser uma incógnita, não há caminhos certos ou errados, apenas escolhas que são feitas e outras que são reações ao que acontece. 

Longe de um gráfico com altos e baixos. Igual e diferente da confusão criada ao deixar um novelo de lã perto de um gato. Pequenas nuances que foram-se acentuando na minha perceção. 

Ondas que abalam e danificam um barco, mas a madeira continua a flutuar nas águas mais violentas. Como um rio que molda as pedras ao longo do caminho. Experiências. Encontros. Mudanças. Possibilidades. 

Versões mais rígidas. Versões mais fluídas. Expansão. Contração. Uma constante aprendizagem, de ir com a fluidez, de adaptar-me, de re-descobrir-me. 

Um crescimento que não girou em acumular coisas ou atingir marcos (afinal nunca pensei dessa maneira e apesar de ter pensado por anos que algo estava errado comigo, nunca esteve! talvez o meu ser sempre soube que ao ser assim era como iria saber lidar com as inconstantes e desafios), mas sobre ser capaz de abraçar a incerteza e continuar a olhar para o amanhã. Confiar no processo, mesmo quando me encontro perdida para o escuro e silêncio. 

Metamorfoses em maneiras que não consigo explicar, simplesmente acontecem e ainda é um sentimento esmagador. Posso encontrar calma, ser eu mesma e mostrar o anjo e diabo que sentam-se nos meus ombros. Posso perder-me em todos os traumas e dores. 

22
Nov24

Letras Obsessivas

alma de bii yue

Quando era criança e adolescente lia bastante. Foi a partir do momento que conseguia ler e escrever corretamente. Os meus pais incentivaram bastante ao comprarem-me livros, e eles próprios também gostarem de ler ou escrever. Educativos, Aventuras, Fantasia.

Daí começou a surgir uma pequena fagulha de paixão por escrever. Pequenas palavras que ligava formando frases. Pequenos textos de fantasia. A criança cresceu e entrou na adolescência. Fantasia continuava a ser o que gostava mais de ler. Dei a oportunidade aos romances, mas foram os que continham mistério, ficção cientifica, thrillers que cativavam-me. 

Lia quase mais do que escrevia. Até começar a escrever fanfics sobre jonas brothers. Era uma adolescente, filha única, crescida e criada numa cidade pequena. A minha companhia eram as palavras e a própria imaginação. Continuei a crescer, e os meus gostos literários e escritos a evoluírem. A minha escrita tornou-se pesada, obscura e baseada totalmente em emoções e sentimentos. E nessa altura, descobri a série Death de J.D.Robb, foi paixão ao primeiro livro. Mistério, policial, ficção, spicy q.b. para o estilo de livro. Ao mesmo tempo, foi quando José Rodrigues dos Santos começou a ganhar nome (sendo que eu e a minha mãe gostávamos e ela tem a coleção completa, eu fiquei pela metade)

A adolescente começou a tornar-se numa jovem, abandonou o processo de ler por completo, e a escrita tornou-se por fases ligadas a acontecimentos da vida. Períodos completamente afastados das palavras e outros que era o escape palpável para colocar o que sentia cá fora.

A jovem tornou-se adulta, e embarcou numa aventura que nunca esteve planeada ou sequer sonhada. A escrita voltou por necessidade, mas também saudade. Aquela fagulha de paixão voltou a reacender. E não voltou a apagar-se. Como tudo e nada é linear, alturas mais intensas e alturas com o mínimo. As minhas notas digitais, comprovam-no.

Por curiosidade, tempo e guilty pleasure de ser otaku, comecei a ler fanfics. Foi uma explosão, acordou o monstro literário dentro de mim. E desde há um ano, que o meu foco tem sido escrever fanfics. Fantasia, sci-fi, extra spicy, lutas, angústia, comédia, romance. As palavras mais soltas continuam a sair quando são necessárias, mas acabei por colocar as minhas emoções e sentimentos naquelas histórias.

Apesar de ler bastante fanfics, e achar tão curioso a enorme diferença entre o português e inglês. Como dois lados opostos da mesma moeda. Voltei aos livros, óbvio que J.D.Robb, quero ler a coleção completa. No entanto, graças ao mundo da fanfic ser mais virado para o spicy, acabei no mundo do booktook e re-encontrei a luz que faz-me ficar a ler, novamente, até perder noção das horas e que existe um mundo ainda mais real do que já estou envolvida. 

Escrita de mãos dadas com a leitura. ❤️

Tem sido uma aprendizagem. Vejo claramente o crescimento e como a minha escrita melhora ao longo do tempo e processo. Ainda é um longo caminho, porque autocrítica está sempre presente.

No entanto, há textos que ficaram comigo. As fases mais obscuras trazem um peso e tom indescritível para as palavras. Frases que surgem de momentos quando consigo superar o bloqueio do escritor ou uma mudança repentina na história, ou num capítulo. Aqueles momentos descritos nos desenhos animados, ao aparecer uma lâmpada acima da cabeça. 

Sim, é um hobbie, que floresce uma paixão. 

06
Out24

nas ruas da meia noite

alma de bii yue

Em conversas da meia noite, a clareza esta presente e o interior exposto. No escuro da luz débil. O mais sincero e cru possível. 

O que existe são possibilidades, caminhos. Decisões e escolhas, pelas portas e janelas abertas e fechadas ao longo do tempo. E no meio dessa construção encontra-se os pesos que se escondem atrás do que vê a luz. Os medos, as feridas, os impactos, as palavras que ficaram e magoaram, os desconsolo e aflições de um perfecionismo imperfeito, as vozes que não se calam e em instantes conseguem assumir o controlo. 

Compreender que continuar no mesmo caminho não é mais uma possibilidade, resta ousar outras escolhas. Uma busca por onde começar, ou continuar, ou originar. A rua deserta que o corpo atravessa levando consigo sentimentos, contínua re-descorberta e a gravidade de autoconsciência. Em conversas no silêncio ou na partilha, o que faz vibrar na voz, brilhar nos olhos, sorrir nas feições imerge com brutalidade. Entusiasmo. Fogo. É um gosto, preferências que vem desde que comecei a construir a personalidade, interesses que não foram escolhidos ou aprofundados. 

Que jogue a primeira pedra que nunca ouviu a típica frase "se queres ser alguém na vida", e pelas circunstâncias, as escolhas por escassez e pressão ditaram os anos. Só que o âmago sempre ficou com a deambular pelo amargo de a sociedade obrigar a escolher dentro de caixas com tão pouco conhecimento ou poder de explorar. 

Existem lugares que provocam uma carência, de onde a felicidade era encontrada tão facilmente, de onde encaixava-me sem precisar de ajustar-me ou colocar uma máscara. Uma escolha que é aterrorizante, perante tempos em que era tão fácil esse lado surgir naturalmente e sorrir pela constante aprendizagem e crescimento. Um rumo ao desconhecido confortável que a natureza sabe.

Era tão fácil expressar ao mundo quem era. A maneira como o fiz, mesmo que com algum apreensão, não existiam tantas camadas ou muralhas. Porque é que agora existe medo? Porque é que agora quando embarquei no despir do corpo, o julgamento é aterrorizante? Porque é que o passado passou a fazer-me sentir que não é uma possibilidade quando foi das fases em que mais conhecia da minha identidade e era feliz na liberdade que vinha do interior. 

É assustador. Continuar? Recomeçar? Mudar? O que é comum a tudo, é tomar ação! Abrir o jogo e espalhar as cartas na mesa sem perder o zelo e determinação, e ser capaz de continuar. Ficar presente e impedir que as vozes ganhem terreno falando as mentiras disfarçadas de situações distorcidas.

06
Set24

30&?

alma de bii yue

O que é feito dela?

As palavras continuaram, tomaram outros rumos por outros mundos. Foi uma re-descoberta que manteve a chama a acessa. Um porto seguro. 

O mundo mostrou as suas cores de rispidez. Fechei-me em mim, as paredes foram erguidas. Presa num conforto desconfortável. Sombras vindas da luz e da escuridão. 

Uma mulher que nas mais abruptas ondas perdeu o sorriso, mas nunca a vontade de (sobre)viver. 

Estou aqui!

Resiliência é a pedra que é estável na instabilidade. Em busca das respostas para perguntas que vieram com consciência que foi florescendo. Preserverância, um bicho difícil de destruir. Uma estabilidade frágil, mas possível de continuar a ter esperança. 

Não é numa gaiola que me encontro, por mais partidas que a minha mente me pregue. É um espaço com luz e seguro, pode estar amontoado com caixas, com cantos questionáveis e carregados de pó. Contudo o que mais trago comigo é a consciência e certeza que cresci e amadureci. Com muitas reticências, pontos de interrogação, questionamentos. Só que é essa a essência do ser humano. 

Planos para fazer surgir sorrisos, para construir memórias, para descobrir o que ainda precisa de ser descoberto. A um dia de cada vez.

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E o presente?

À procura. Reformular. Reencontrar. 

Dizem que na casa dos 30, a vida tem tendência a trazer estabilidade mas no interior as mudanças pedem para acontecer. E numa geração onde mudança é a palavra que mais se ouve, não sou a exceção. 

Setembro. Aniversário. Hora de pausar, contemplar, respirar. 

Colocar em vocabulário o que se passou num ano é ter que contar na 3ºpessoa. Sinto que foi assim que o vivi. Em temporadas de despersonalização, em pontos de intensidade, em eras amurgadas, em instantes de resistência. 

Navegando por águas pensando que eram conhecidas, só que era nas brumas escondidas que os contratempos esperavam pacientemente. As sombras podem ser cruéis, mas os conforto inesperado dos monstros entorpeceu. 

Envolvida na alegria da dança, abraçada ao corpo dorido de descobrir que é condicionado, gozar a adrenalina, apreciar o pequeno que carrega carinho e satisfação. Uma bolha carregada.  

 

30&?

Graça na desgraça. Um disfarce tão perfeito da ironia da existência. 

Necessidade de olhar e não ignorar. Achar o que ficou perdido. Colar o que foi partido. Estimar o que suportou e ficou. 

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Parabéns a ti! Criança, adolescente, adulta.

Parabéns a mim! Com um sorriso. Das profundezas ou dos fictícios. É a essência da alma.

Parabéns!

Seja perto ou longe, seja na calma ou na tempestade, seja entre risos ou lágrimas.

Seja no existir, no viver, no sobreviver. 

14
Set23

palavras

alma de bii yue

O meu interior quer promessas, em contraste com a cruel realidade. Aquela adolescente precisa de ver pequenas metas à sua frente.

Os dias tornam-se maiores, gostaria de dizer que mais solorentos e alegres mas o cinzento é uma permanente estas últimas estações. Mas existem mais planos, a vida fica ainda mais agitada. Após horas de estar confinada em 4 paredes, o cansaço mental e físico acumulam-se. E quando existe tempo nessas horas, imprevistos acontecem e o que estava na lista mental cai em esquecimento. 

Quando o descanso chega e a rotina acalma, aquele tempo é uma mentira que acaba por ser preenchida por algo.

"parar é morrer", não, é apenas ter que lidar com os pensamentos e as vozes constantes.

Os dias tornam-se pequenos, acordar e ir dormir sem apreciar a luz do dia. Cinzento, chuva, frio. A agitação permanece, mas ligeiramente mais calma. Só que o ritmo diário, esse continua na sua velocidade, tudo continua a acontecer da mesma maneira.

A impaciência de querer estar em omnipotente, o medo de perder as coisas e os acontecimentos, cair no esquecimento, a perda do balanço com o corpo e mente a exigir por descanso. 

10
Jul23

casa?

alma de bii yue

Silêncio, nunca existiu. Ruído de fundo para não ouvir os demónios internos ou a verdade crua à frente do olhar. Paredes que tanto carregam, aquele ambienteturbulento, que se pode tornar tempestuoso ou sereno em segundos. Essa mudança tão simples que traz tanta revolta e pontas soltas

Um corpo e mente  a transbordar. Presa em mim mesma, a fantasia de liberdade desfeita. Uma bolha de constante ansiedade, um corpo a reviver os gatilhos. A falta de quietude para amparar a mente que acelerou, ainda mais, e não é capaz de processar tantas emoções.

As ondas, apesar de carregadas de detritos, tornaram-se claras. Percepção e transparência perante um olhar presente e distante. O que faltou, o que falta, o que não irá existir. O quanto se carregou nas costas, em papéis que não me pertenciam.

2 pesssoas a olharem-se nas profundezas da alma. A dor e incompreensão ao longo dos anos. A espera daquelas palavras que nunca chegam. Os tão eternos abraços, que arrepiam o corpo.

Ciclos que se encontram, o sonhar da liberdade, a agitação interna. E tanto ainda fica por dizer, mas tanto se faz sentir.

Time Flys Away ☽ ☾

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biiyue
uso as palavras e imagens para me expressar. a jornada de desenvolvimento e cura pessoal é a luta e motivação para descobrir do que mais sou capaz.
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