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because your smile make me live ♥

forceful, trust, connected & discovering the wonders of the universe ✨

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10
Set20

hoje és ouvida

alma de bii yue

E ela via-se mais uma vez de caras com os seus demónios. Não fugiu, ficou ali a olhar-lhes nos olhos. A sentir os triggers, a deixar os traumas vir ao de cima, a gritar internamente, a chorar desalmadamente. As lágrimas carregavam consigo anos de sentir o seu espaço pessoal a ser invadido, a sua voz não ouvida e respeitada, os seus desejos negados. De ser incompreendida ao ponto de colocar uma máscara que nunca foi sua

Foi crescendo, a borbulhar em sentimentos que causaram uma ferida na sua criança, a construir muros de proteção, a utilizar uma máscara que ficou assimilada de que era a sua pessoa. O "problema era ela", daí calar-se, daí guardar tudo para si, daí ficar no seu mundo, daí carregar a dor dos outros e não só a sua. Assustada, sozinha, desamparada, impotente, pequena. Mas não era ela!, é o que foi assimilando, o que via e sentia, o que no pensamento ainda não formado de uma criança fazia sentido, criando uma verdade falsa e crença que ia crescendo.

Lágrimas que correm ... dor e libertação. Tristeza e alegria, clareza no meio de uma tempestade mental e sentimental, sozinha no escuro, dor no coração, leveza na alma. À sua frente, a criança e adolescente, a olharem para a mulher, que lhes têm dado colo, lavada na exposição e vulnerabilidade. 

Choro, respiração, escrita para ajudar a integração. Coragem de enfrentar a sua sombra não reconhecida. Uma dor que percorreu e juntou anos. Um momento doloroso mas que traz consigo a gratidão de se ter permitido...

growing through the internal pain

19
Abr20

Is it you?

alma de bii yue

Messy, it's all a big mess right now. My head is bombarded with thoughts, my body wants to stay still, my soul cannot react. Dark side rising, making me stay in my little world. Sadness, anger, insurgency, numbness, worthless, stillness. The heart is slightly broken, the body scattered, the soul crying in despair. 

Finding the balance is hard, catching the light is too exhausting, talk with the shadow is terrifying. Get used to it, but not get used to it. I know I must face it, but I feel small, without voice, without strength, without myself

How many years passed that I truly faced the shadows in the eyes, that felt that cold in my spine, that tasted the blood running down the body. At first, I didn't want to accept it, then I couldn't speak about it until I made up my peace with it. But it's a part of me that I always put aside, that I preferred to ignore, instead of taking over and finding out how could help me.

So much easier to accept the light, than the darkness. Let me talk to you, but know that I'm fucking scared holding to so many feelings and memories. So fluid in the movements of my body, in contact with one of my true natures, enjoying the beauty and silence of the night. This power, this claw of being a woman, the secret side, all the crows, it was you all the time.

Namaste.

18
Abr20

De mãos dadas

alma de bii yue

A nostalgia e saudade são constantes nos dias de hoje. A memória teima em ir buscar pedaços do que conforta o coração, mas também o sabe deixar bem pequenino.

É uma vida que parece tão distante, mas foi a qual onde me senti mais realizada. É um sentimento muito estranho, tudo o que vivi parece que já foi há bastante tempo atrás. Sabe bem ir ver as fotos, trazer à memória momentos marcantes, aconchegar o espírito e deixar as emoções fluir. Parece palpável, mas está tão longe...

Sinto-me deslocada, entre duas vidas, entre dois mundos. É uma saudade enorme, memórias que fluem naturalmente e constantemente, cria uma nostalgia. As saudades de tudo, tuas, do gato, da família, dos amigos, do nascer do sol, da rotina na nossa casa, de ser dona de casa, de ter a minha liberdade dentro de casa, de ter o carro e simplesmente ir, dos fins de semana de passeio, das tardes passada no sofá, dos pequenos gestos ao inicio e final do dia, de ir para a natureza, de ir ver o mar. 

Porque toda esta incerteza, toda esta obrigação de ter que me mentalizar que só vou voltar a abraçar as pessoas quando regressar à Portugal, cria este gap entre estas duas vidas. A do passado e a do presente. É estranho, é frustrante, é doloroso, mas talvez faça parte. Porque ao fim de dias passados fechada em casa, mais propriamente um quarto, com a mesma rotina e lutar contra os demónios que teimam em voltar, a balançar o lado negro com o lado da luz, tudo vem ao de cima. 

A minha essência mantêm-se, continuo a ser a mesma pessoa mas já não sou a mesma. Tenho vindo a crescer e a cada dia que passa há sempre algo novo para tomar consciência, que aprendo, que sei que tenho que lidar, insights de qual é o caminho a seguir. 

Sei que esta discrepância é para me ensinar. Não é fácil lidar com a saudade e este sentimento de nostalgia. Da vida que vivia com a vida que vivo agora. O quanto mudou em todos os níveis, o quão distante parece e a fugir por entre os dedos. Abre e reabre feridas, nesta altura onde o tempo perdura e obriga a lidar com o que é necessário e o que vai surgindo.

04
Abr20

Desafio dos pássaros - Não tenho o tempo

alma de bii yue

- Deixa-me ir, isto não pode esperar, o tempo é agora. Sinto em todo o meu corpo que não há mais tempo a perder, a minha alma chama por isso. Tenho que ir e viver, descobrir mais de quem sou e do que sou feita. 

- Não estas preparada, precisas de mais tempo. Precisas de planear melhor, ter em conta tudo o que pode acontecer, aumentar as tuas poupanças, zelar melhor pela tua segurança. Espera, espera mais um bocado, porque ainda há tempo.

Ela olhava ao espelho, completamente vidrada no seu reflexo. As suas vozes interiores gritavam uma contra a outra. Só queria silenciá-las para conseguir ouvir o seu coração. Não tinha tempo para estar a aturar-se. As lágrimas escorriam lentamente pela sua face.

Estava tudo pronto, as malas feitas e encostadas à porta. Ela estava pronta, botas de salto pretas, leggins pretas de algodão, camisola de lã branca a dar pela coxa, casaco volumoso azul-escuro.

Fecha os olhos, respira bem fundo e olha-se novamente ao espelho. Estava nua, com as lágrimas já a baterem no seu peito, punhos cerrados e com o quarto numa desarrumação na sua arrumação

Não tinha o tempo de qualidade para ela própria, o problema era esse. Não queria enfrentar-se, era mais fácil perder-se no tempo. Precisava de respirar e olhar-se nos olhos, perguntar-se o que realmente era e o que queria. Lidar com ela própria, aceitar, respeitar, perdoar e amar.

01
Abr20

Desafio de escrita dos pássaros - encruzilhada da alma

alma de bii yue

Tive uma ideia! Não, são várias ideias, mas não sei qual devo escolher... Qual será a melhor? Qual será a que realmente quero? Qual será a que me irá trazer mais concretização, mais prazer? Qual será a que irá trazer aquele sentimento de estar a seguir o meu verdadeiro propósito e ser verdadeira a mim mesma?

É uma encruzilhada e eu ali parada no meio. Estática, mas com o coração a pulsar com todas as revelações, e abismada com o caminho que estou a tomar. Qual é o mais correto? Qual é o melhor? Qual é o mais brilhante? Qual é o mais prospero? Qual é o mais trabalhoso? Qual é o mais gracioso? Qual é o mais prazeroso? Qual é o ideal?

Em tempos de descoberta, as portas e janelas abrem-se. Tudo depende da atenção e intenção que estão implantadas no ser. O poder de escolha pertence-nos, mas é a decisão que perdura. E qual é essa decisão? Não sei, mas tenho as ideias...

Ouve. Reflete. Confia. 

Tudo têm o seu tempo.

26
Mar20

Não é fácil, nunca o é

alma de bii yue

Sinto-me a ser puxada para os tempos em que estavas de Erasmus. Mas é tudo diferente, o quarto, o país, a maturidade, os papéis. Aprendi imenso e isso poderia trazer algum conforto para o agora, mas não é isso que acontece. Porque os sentimentos e emoções estão presentes, são mais profundos porque viveu-se tanto mais. A diferença foi que cresci, cresceste, crescemos. A nossa visão do mundo mudou e aprendemos a aceitar a realidade ... mas não é fácil, nunca o é.
Durante o dia estou bem, mas assim que a noite se põe tudo fica escuro. O meu humor muda como o dia para a noite, tudo vem ao de cima, aquele aperto no peito não se desfaz, a respiração fica mais curta e não é profunda. 
Estou sozinha, num quarto onde não existem vestígios teus, mas tenho os que guardo na memória, os que trago no meu corpo. O quão quero voltar a sentir-me protegida nos teus braços, a tua pele na minha, a tua respiração junto a mim. Os pequenos gestos de carinho, os toques, sentir-te, ver-te e ouvir-te à minha frente!
Os dias vão passando, mas prolongam-se por entre tentativas de estar ocupada e não pensar na falta que me fazes. Na saudade e dor de ter deixado o que construímos para trás, na esperança de termos um futuro melhor, de tornar-me numa adulta e descobrir do que realmente sou feita, de ser melhor para mim e para ti. Nenhum de nós esperava que isto viesse acontecer e agora vemo-nos confrontados com o incerto, sem uma data para estarmos novamente juntos. É mais saudade e angústia. Porque agora só resta esperar, agarrados à esperança que tude melhore e que o tempo não venha a ser assim tanto...

Quero-te, quero-te tanto ao meu lado novamente.

Quero, quero tanto voltar à rotina no conforto da nossa casa. 

Quero, quero tanto o nosso tempo.

Quero, quero tanto a nossa familia reunida.

13
Mar20

Desafio de escrita dos pássaros #2.7 - Um brilho boho

alma de bii yue

"Já alguma vez pensaste como vai ser quando já não estiveres neste mundo físico? De que modo é que as pessoas te irão celebrar? Como será a tua memória para elas?"

"Não, mas imagino que seja algo lindo e com um profundo, porque sei que irei deixar a minha presença seja por ter sido uma mudança de pensamento ou cura, em que precisa."

...

As cores no horizonte começavam a mudar para os tons laranja e rosa, as típicas de verão. A maré começava a baixar e a praia a encher-se de sombras por causa da falésia. O vestido laranja comprido esvoaçava a cada passo dado até chegar à beira-mar. O seu cabelo ruivo com reflexos vermelhos, estava com algumas trancinhas e alguns apliques de penas tribais. Senta-se na areia molhada a saborear a sensação que lhe provocava no corpo.

O pôr-do-sol sempre seria um momento mágico, não importava quantas vezes o vi-se porque havia sempre diferenças. Era ainda mais especial por estar de volta ao local onde começou a despertar e começou a sentir a magia do universo a fluir na sua vida. Desde desse momento que cresceu, viveu, mudou, desapegou, chorou, riu, investiu imenso em si própria, encontrou o seu caminho e foi mudando a vida das pessoas que lhe apareciam à frente fosse através de umas simples palavras ou através das técnicas que tinha aprendido durante o seu percurso pelo mundo holístico. 

Quando ela começava a refletir sobre a sua vida, as lágrimas caiam pela gratidão que sentia. Por tudo o que foi aprendido através dos bons e maus dias, pelas pessoas que mudaram à sua vida e à sua visão de si mesma e do mundo, pelas que conseguiu ajudar a encontrar à sua própria cura. Pela criança e adolescente que foi, tão ignorada e não compreendida, pelos anos bastante confusos de não saber se estava realmente a viver, pela mulher que se começou a tornar. Pelos diferentes percursos que percorreu, por ter encontrado o seu caminho que apesar de ser controverso e nem sempre bem visto pelas pessoas onde perdeu coisas pelo meio, também ganhou coisas ainda mais especiais com o passar do tempo. 

Ela era finalmente livre, dona de si mesma, carismática e envolvida num brilho radiante. Estava no caminho que lhe tinha sido destinado e estava verdadeiramente feliz por ter descoberto quem era

28
Fev20

Desafio de escrita dos pássaros #2.5 - O livro

alma de bii yue

Aquele dia tinha finalmente chegado, parecia um sonho para ela tomar consciência que era a realidade e ela tinha conseguido concretizar um dos seus maiores sonhos. Ali estava ela à entrada  da porta, com um sorriso enorme, o coração a transbordar de gratidão e lágrimas de felicidade. O tempo estava bastante agradável, era um daqueles dias com um sol radiante e um vento suave que trazia um pouco de frescura. O vestido preto com um padrão rosa escuros florido esvoaçava gentilmente, contrastando com o seu cabelo vermelho com reflexos laranja provocados pelos raios de sol que se escapavam por entre as folhas das árvores.

Após muitos anos a escrever histórias soltas no seu tempo livre, decidiu que era a altura de tirar umas férias sem limite para se dedicar a uma das suas grandes paixões. Com o que tinha conseguido poupar ate então, conseguiu fazer duas viagens que transformaram ainda mais a sua vida e a forma como via o mundo. Surgiram mais histórias e mais motivação para continuar e não desistir. Ao ter tomado aquela decisão, sabia que a busca por apoios não ira ser fácil, iria ser o mais desafiante e stressante. Passou-se um ano, já tinha tudo escrito e organizado sobre o livro que sempre toda a gente lhe disse para criar, mas continuava sem apoios para o conseguir lançar ao mundo.

Como tinha contas para pagar, voltou a trabalhar as 8 horas por dia, voltou à sua rotina habitual. Sentia uma certa mágoa, mas tinha noção de que tinha tentado o seu melhor e permitiu-se a aceitar. Mais 3 anos se passaram e finalmente aconteceu, chegou o dia de lançamento do seu livro! Já há 2 meses posto à venda e recolhido o feedback, tinha chegado o dia de ela se apresentar ao mundo.

Acordou ao lado da pessoa que sempre a tinha apoiado. Minutos depois recebe os mimos e miaus habituais para ela se levantar e ir abrir o estoro para o felino ver o que se passava fora daquelas 4 paredes. Só tinha que estar pronta a hora de almoço, por isso fez a sua slow morning. A desfrutar do nascer do sol acompanhado pelo café. Um pouco de meditação e ioga para se conseguir focar no momento presente. Estava pronta para sair de casa, quando ele lhe aparece em casa, abraça-a e diz-lhe: "achas mesmo que ia escolher trabalhar, em vez de estar ao teu lado num dia que sempre sonhaste".

21
Fev20

desafio de escrita dos pássaros #2.4 - O Show

alma de bii yue

"Será que o google enganou-se no local?? Era suposto ir ver um show, não ir fazer parte de um!"
Estava em estado de choque, a tentar assimilar tudo o que se passava à sua volta. A brasileira estava a fazer-lhe uma maquilhagem simples, mas carregada no iluminador, enquanto falava com um sorriso enorme.

Não conseguia fazer o seu corpo reagir, mas quando é levada a escolher a roupa, grita "PARÁ, ISTO E UM ENGANO! NÃO SOU CAPAZ!". Naquele momento a brasileira olha para ela, e pela primeira vez dá-lhe espaço e tempo para se explicar... E ela tinha razão, já que ela porque não experimentar, o que é que podia correr mal? Ganha coragem e entusiasmo, e escolhe a roupa que quer usar: Meias pretas acima do joelho, uns calções de ganga que se ajustavam perfeitamente ao formato do seu rabo, um top prateado de brilhantes, uns saltos de 5 cm e um lenço branco. "Miúda, pareces uma outra pessoa, estas maravilhosa! Já pensaste que nome queres que te apresentem?" "Moon, esta noite sou a Moon!"

Quando se olha ao espelho, não conseguia acreditar no reflexo, sentia-se poderosa, corajosa, linda e mesmo boa. 1 minuto para entrar em palco, não fazia a mínima do que iria fazer, mas a adrenalina estava a fluir e ia deixar-se levar por isso...

A cortina abre-se, as luzes a batem nela, só via sombras de pessoas. O palco era pequeno com uma cadeira no meio. Entra, já a sentir o ritmo da música e tenta caminhar de maneira sexy até a cadeira. Mesmo movimentando-se lentamente, ia caindo por duas vezes sendo que felizmente consegue manter a postura. Senta-se na cadeira, descalça os saltos e a partir desse momento solta-se, perde toda a vergonha e é a sua verdadeira essência, sexy, doce, rebelde, misteriosa e sem tabus.
Por esta altura já estava habituada as luzes e consegue ver minimamente as pessoas mais próximas, homens, mas também mulheres estavam vidrados nela. Na forma como se movia, como provocava usando o lenço para cativar e deixar algum suspense no ar e a cadeira como suporte para se movimentar e dançar. Isso fazia com que fosse ainda mais ousada!

A música acaba, as luzes desligam-se. Ela estava ofegante, mas com um sorriso enorme e um sentimento de poder incrível. Ouve os aplausos e assobios e não era capaz de acreditar no que tinha acontecido.

E agora?! ♥

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biiyue, sou uma adulta a descobrir como viver a vida.
uso as palavras e imagens para me expressar. a jornada de desenvolvimento e cura pessoal é o que me faz lutar para descobrir do que mais sou capaz.
vai buscar chá ou café, põe-te confortável
se ressoar, sê bem-vind(o-a) e fica o tempo que precisares 🌟

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