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because your smile make me live ♥

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12
Jan20

Marioneta

bii yue

Uma marioneta onde se vê os fios a mover por algo ou alguém. Acordar, levantar, fluir com o dia e as vontades, um abraço, uma palavra, deitar, dormir. As emoções vão e vêm, mas a sensação que perdura é uma dormência.

Mais um dia sem uma rotina certa, a fazer preparações, a ser forte inventando formas de estar distraída. A ser uma marioneta dos dias. Um corpo estático que se move por algo maior, fios transparentes percetíveis com mudanças de luz. Uma expressão de calma por entre sorrisos, cravada na face de madeira. Uma construção segura para aguentar todos os medos, incertezas, saudade, toda a excitação, planos, esperança. Uma construção resistente e capaz de dar suporte.

Enquanto os fios durarem... Lentamente vão encortando. Os movimentos começam a ser limitados. A madeira ganha mais e mais sinais de uso. Infiltrações começam a surgir, a dormência desaparece por umas horas para dar lugar a uma enxurrada de emoções.

Quanto tempo irá durar a marioneta? Do quão forte é feita? 

10
Jan20

Desafio dos pássaros #17 - Luz e sombra

bii yue

Era parte dela. Uma harmonia entre a luz e a sombra. Mas também uma luta para ver quem iria persistir em grande parte dos dias

Tal como a lua que é mais visível durante à noite, mas "escondida" durante o dia, era assim à sua sombra. Sempre presente, mas empurrada para um canto. Tentativas de adormecer esse seu lado que quando se apoderava do seu corpo, turvava o raciocino e transformava os pensamentos. Emoções e pensamentos reprimidos vinham ao de cima, hábitos há muito deixados gritavam para a dor aparecer e ver sangue correr. Embora ela se encontrar uma espiral até chegar ao fundo do poço quando as sombras apareciam, existia algo de reconfortante. Na escrita que era criada durante esses períodos, as sensações de dor mas de libertação. Fazia parte da sua essência, não negava, e encarava às suas sombras com brio.

As sombras moldaram-na para conseguir ver a luz. Às vezes mais fraca, outras bem presente a iluminar tudo à sua volta. O seu brilho era por fases, como a lua, ia aumentando e diminuindo. Numa aprendizagem constante, descobria como nutrir a sua luz, como estar em harmonia consigo mesma. Era um trabalho com o seu amor-próprio, a sua intuição, de estar em equilíbrio com as naturezas interior e exterior.

Ela fugia para o seu lugar mágico. Descalça, com um vestido floral pelos joelhos e os cabelos ao sabor do vento, avançava por entre o campo cobertos de pequenas flores amarelas. Ouvia-se os pássaros, os grilos e um riacho a uns metros dela. O céu azul lentamente começava a mudar para tons laranja, a intensidade do vento ia aumentando gradualmente. Recostada a uma árvore, num ponto mais alto daquele campo esverdeado coberto as plantas a dançar sabor do vento, pega no seu caderno com sinais de uso. Abre-o e começa a escrever, deixando-se fundir com aquele ambiente, as cores do céu iam mudando, o som suave do vento a passar por entre o campo, os animais a serem mais ativos com o crepúsculo, o constante passar da água. Timidamente a lua começava a aparecer naquele fogo de artifício de cores.

Onde a luz do dia se deparava com as sombras da noite, ou o contrário?! Quando o sol se escondia para dar lugar à lua. Era uma harmonia perfeita. Ela era como os dias, tinha o seu tempo para a luz e outro para as sombras.

12
Nov19

O virar de vida

bii yue

A pedido do Triptofano, aqui vai o texto do desafio aceite, em que tinha que incluir as palavras galinha, tapete de Arraiolos e ginecomastia. 

Ouvia-se o galo a cantar ao longe. O sol começava a entrar pelas cortinas azuis claro, passando pelas frestas e embatendo na cama disposta à sua frente. A medida que o sol ia subindo, a claridade ia aumentando no quarto, despertando assim o Afonso. Após se esperguiçar para acordar o corpo, senta-se na cama e fica por uns longos segundoa a apreciar aquela sensação de sentir o tapete de arraiolos na pele fina dos seus pés. Era um tapete já um pouco gasto, mas tinha um design composto por quadrados de diversas cores, um pouco incomum mas por essa razão é que era dos seus tapetes favoritos. Levanta-se, afasta as cortinas para deixar entrar toda a claridade proporcionada por aquele amanhacer, abre as janelas para fora para sentir o ar fresco da manhã. 

Olha-se ao espelho, aprecia o seu corpo em forma de trabalhar no campo, até têm um músculo aceitável. No entanto assim que olha para o seu peito, a sua expressão muda. Já há algum tempo que lutava contra a ginecomastia, era a última coisa que faltava voltar ao normal naquele corpo que outrora teve excesso de peso.

Tinha tido uma vida extremamente sedentária, ou passava horas a jogar no computador ou era a trabalhar num escritório. Arranjava escapes no jogo e bebida para ignorar a infelicidade que sentia, até ter chegado ao limite emocional e físico. Viu-se com o oceano à sua frente, pronto para entrar e deixar-se enrolar pelas ondas. A coragem enchia-lhe a mente, a adrenalina o corpo. Porém, quando estava prestes a dar o passo em frente, alguém lhe tocou no ombro. Ele vira-se e é envolvido num abraço. As lágrimas aparecem em instantes e chorou como uma criança, enquanto aqueles braços fortes o seguravam. Foi assim que conheceu o amor da sua vida. O Daniel estava a passar férias na cidade e numa das suas corridas pelos passadiços junto à praia avistou uma pessoa parada a demasiado tempo em frente ao mar. Este cenário podia ser perfeitamente normal, mas era inverno e o mar estava a começar a ficar agitado. Decidiu ir de encontro a essa pessoa e ainda bem que o fez porque no instante estava a menos de um metro, só teve tempo de reagir e abraço-lo e impedir que uma desgraça acontecesse. Largou a sua vida antiga e começou uma nova no campo. Começou a jornada de perda de peso, fugiu por completo da vida sedentária que levará. 

O Afonso estava tão envolvido nos seus pensamentos, que só quando o sente o corpo do Daniel a abraça-lo é que volta à realidade. A ver os seus reflexos no espelho, sorri. 

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Acompanha-me pelo instagram, é por lá que passo grande parte do meu tempo.

16
Out19

o dia, a noite

bii yue

Quando a noite cai, é quando a luz começa a ficar escassa. Todos aqueles pensamentos postos de lado pelo positivismo e mindset melhorado tomam o controlo. Como senão houvesse uma barreira a impedir que o medo tomasse conta.

Durante o dia estou bem, existe coragem, segurança e esperança. Tudo faz sentido, apesar da ironia que me têm levado até este ponto. Planos e planos na minha cabeça. Mas a viver um dia de cada vez, a aproveitar o momento. Não pensar demasiado no futuro, deixar-me ir ao sabor dos acontecimentos e ver no que irá dar. Posso passar o dia sozinha, mas sei que quando  terminao sol se põe, tenho alguém que me irá fazer companhia e desvanecer o sentimento de solidão.

Durante a noite, o medo aparece, as inseguranças assumem o controlo. Aquela pessoa do dia desaparece do cenário. Só existem e se's e não sou capaz. Todo o trabalho em redor da minha pessoa deixa de fazer efeito. Não há nada que impeça este lado de tomar conta. A criança indefesa esta de volta, sem ter um ombro onde chorar, um sítio confortável para estar. Nada é colorido, só há cinzentos e pretos. Os monstros voltam, mexem em tudo e fazem as emoções virem ao de cima.

Surge um aperto no peito, a respiração torna-se profunda e incompleta. O corpo treme, as lágrimas surgem no canto do olho. Uma luta na minha mente para não se deixar afundar. Um desespero de me agarrar aquele positivismo que tento construir. Talvez ainda falte aprender sobre o equilíbrio entre os dois, talvez ainda haja imenso trabalho incompleto. 

Talvez sejam só desculpas. Da minha mente para enganar o coração ou do coração para enganar a mente. Sair da zona de conforto, enfrentar medos, conhecer o mundo, com algo certo mas incerto. Continuar na zona de conforto, viver no ideal que sempre quis e construí, com algo incerto mas certo.

É aterrorizador, assustador. Uma decisão de vida que não quero ter que tomar.

20
Jun19

parada

bii yue

Apática, estática. A ver o mundo correr à frente dos olhos, esticar o braço e tentar agarrá-lo com a mão mas é só vazio.

Enrolada na atmosfera dos outros, sem saber como lidar. Existindo na rotina sem progressos, lutando para sair dela e agir para com os objectivos e responsabilidades constantemente adiadas. 

A desejar por uma saída, mas parada numa encruzilhada, sem saber que caminho tomar. Apesar de saber a direcção que tem que seguir...

Lutar contra aquele mundo a deslizar, obrigar o seu corpo estático a mexer. Sair daquela empatia certeira, fazer-se viver e permitir-se sentir.

Naquele milésimo de segundo reagir e fazer a perna mexer-se em frente, o corpo aproveitar o balanço e dar uns passos em frente. Lutar para não estar continuamente apática e ficar naquela bolha, fura-lá e conseguir passa-lá.

Isolada, a lutar contra a sua existência.

13
Abr19

manta branca

bii yue

A chuva cai incessantemente lá fora, o vento faz com que ela batesse fortemente no vidro provocando aquele barulho confortante. Sentada no chão e enrolada a um cobertor, ela olhava para as gotas a escorregarem pela janela, a saborear os pequenos momentos de reconforto que o tempo lhe trazia. Ia saboreando o chocolate que fumegava na sua caneta favorita, numa tentativa de prolongar aquele sentimento de conforto e afastar toda a ansiedades e medos que carregava.

"Sinto um peso nos meus ombros, um aperto no peito que não me deixa respirar, uma vontade enorme de chorar. Um coração mole, empático, que se deixa levar pelas emoções. Um cérebro que deixa de ser racional, que se preocupa demasiado, que pensa demasiado. 

Seguir os instintos e arriscar, é o mais certo e sensato no momento. É uma linha muito ténue entre o racional e sentimental. Faz com que a ansiedade e medos cresçam. E se já não fosse suficiente, as pessoas à voltam tem opiniões desatualizadas mas que acabam por influenciar desnecessariamente."

Ela enrosca-se mais na manta que aquecia o seu corpo, enquanto a sua mente vagueia por meio das ansiedades e medos. A chuva vai caindo mais forte, o som a ecoar pelo quarto. 

"Não gosto quando sinto que perdi o controlo, mas também não duvido dos instintos. São os medos e ansiedade que mexem com o meu ser. Responsabilidades, medo do futuro, de não ser suficiente. O lado racional apela ao bom senso, cria planos e agarra-se ao futuro. O lado sentimental luta para afastar o desnecessário, não cair na rede da ansiedade, ter em mente que era um objectivo."

Os olhos começam a querer fechar, aquele ambiente deixa-a embalada, entre a realidade e os pensamentos. Ela bebe mais um bocado do chocolate quente e deixa-se adormecer pelo som da chuva e a luz cinzenta que invade o quarto.

23
Fev19

ser solitária não é o mesmo que solidão

bii yue

Ela era transparente como cristal, porém também tinha o seu lado misterioso, os seus segredos, a sua essência escondida como a olhar pelo núcleo de um cristal.

Ela escreve para aliviar um pouco a sua alma, para conseguir calar as suas inseguranças e acalmar o seu inconsciente. Sempre acompanhada do seu caderno de veludo de um vermelho escuro e uma caneta preta, para que em qualquer altura ou lugar o processo de escrever a ajude a acalmar-se e reencontrar-se.

"Sou uma pessoa um pouco solitária. Quando era criança, sendo filha única, tinha a imaginação para me fazer companhia, mas a partir da adolescência passou a ser minha inimiga. A imaginação aliou-se ao inconsciente, fazendo crescer as inseguranças. Tentava estar sempre entretida com alguma atividade, a ler ou a escrever, mas o inconsciente pode ser implacável. Sempre a martelar silenciosamente nos pequenos erros cometidos, nas palavras não ditas, nas vergonhas passadas, no julgamento das pessoas ao redor, na forma como me via ao espelho. Delicadamente as inseguranças vão aumentado e apoderando-se do corpo e mente. O reflexo do espelho era um patinho feio, com um sorriso a esconder e a guardar tudo o que sentia. Foi assim durante uns anos, a criar uma imagem que não correspondia à realidade, a esconder tudo com um sorriso, a sentir uma solidão e desejar que tudo fosse diferente mas sem ser capaz de mudar isso.

O patinho feio começou a mudar e crescer, apercebeu-se de que tinha valor e pessoas ao seu lado. A imaginação deixou de ter poder e isso possibilitou a transformação numa outra pessoa. Mais confidente, mais segura de si mesma, mais consciente que a solidão que sentirá era passado."

Encostada a uma árvore a saborear a brisa de verão, ela para de escrever para olhar ao seu redor e sentir os raios de sol a baterem-lhe no corpo por entre os ramos. A brisa e a sombra da árvore minimizam o calor e os raios de sol provocam uma sensação de conforto e liberdade. Estes momentos a sós em sintonia com a natureza, fazem-na sentir feliz e realizada. Não é solidão, mas sim apenas um momento a sós, a saborear o presente e os pequenos momentos. É apenas solitária, porque os momentos longe da sociedade fazem-na reencontrar-se, libertar-se e equilibrar-se.

As pessoas raramente escrevem porque estão felizes. Escrevem quando estão tristes, amargurados, quando os sentimentos e pensamentos pesam demais dentro do seu corpo frágil, mas que já possui incontáveis cicatrizes.

10
Out18

espelho

bii yue

Ela olha-se ao espelho...

O cabelo ondulado a dar pelo meio das costas, num estado bagunçado. As olheiras profundas, com um tom escuro e a transmitirem o cansaço do corpo e da mente. Uma cara com algumas imperfeições, disfraçadas por um maquilhagem leve. Uns brilhos em certos pontos da face ao receber a luz direta das lâmpadas. 

Apesar de ela tentar mostrar ao mundo que esta feliz com a pessoa que se esta a tornar, as suas expressões dizem o contrário. O exterior não faz transparecer o interior. 

Após alguns segundos a tentar recompor-se da imagem que o espelho lhe transmite, repara num copo meio partido. O instinto de pegar num caco e senti-lo levemente na pele é atroz. A sensação de frieza, o estímulo de dor, o arrepio na espinha, as primeiras emoções de redenção. Ela debate-se perante essa vontade súbita de voltar a seguir aquela estrada e a realidade dos anos que a atravessaram. 

Mais uma vez, ela fixa o seu reflexo naquela luz apagada. Os pensamentos fluem, invadindo à sua mente. Tenuamente vai surgindo um pequeno sorriso, orgulho de si própria, de todas as lutas e conquistas, de ter sobrevivido, de estar a encontrar o seu lugar no mundo. Uma lágrima vai escorrendo pela sua face, pura, sincera e profunda, atrás desta forma-se outra. As emoções pesam, sentimentos acumulados e ignorados, tentativas frequentes de colocar assuntos de lado, o peso de estar a crescer para a realidade nua e crua. Ela deixa-se ficar, parada e estática em frente ao espelho, a ver o seu reflexo mais profundo e genuíno

Chamam por ela, em reflexo, limpa as lágrimas e retorna à realidade. Deixou-se perder naquela vastidão de auto-reconhecimento. Abre a torneira e passa duas palmas de água fria pela cara. No final ela simplesmente sorri, vira costas ao espelho e ao copo fragmentado e caminha em direção à realidade. 

23
Ago18

Clareira

bii yue

Ela esta presa entre a realidade e a imaginação.

Ali esta ela, em frente a um portão velho semi aberto.

É final de tarde, as cores do céu misturam-se em tons de laranja-vermelho-rosa, uma doce explosão. Em contraste, com uma tempestade de trovoada que se aproxima, um céu escurecido por nuvens carregadas que levantam um vento quente e pesado. 

Os cabelos dela voam com as vagas de vento ao seu redor, os seu olhos oscilam entre aquele pôr de sol harmonioso e entre aquele portão semi aberto que leva a um caminho sem fim, causado pelo cair da noite de tempestade. Após alguns minutos de impasse, a admirar aquela explosão atrás dela, decide adentrar. Empurra o portão enferrujado e começa a avançar naquele caminho escuro estreito.

Ela sente as ervas altas a roçarem nas mãos, o ar quente da tempestade faz-se sentir agitando todas as formas à sua volta e no seu caminho. Começa a anoitecer, os raios de sol vão desvancendo e dando lugar a brilho de uma lua cheia, escondida pelas nuvens. O seu olhar começa a habituar-se à escuridão que se instala, consegue perceber as silhuetas das ervas altas e algumas árvores espalhadas por aquele campo aberto.

Com a noite instalada chega a um descampado, onde se deita sobre as ervas a admirar o céu, com aquele luar escondido pelas nuvens. O vento quente continua a fazer-se sentir, fazendo os seus cabelos e roupas esvoaçarem. Ela fecha os olhos por uns minutos e deixa-se sentir através dos outros sentidos. 

Por aqueles momentos, ela sente-se viva. É capaz de sentir o vento a movimentar as ervas ao seu redor, o som da noite, os grilos, as corujas, o suave assobio do vento, o cheiro a quente e húmido no ar. Não é uma anarquia de emoções e sentimentos, é uma alma livre e solta.

 

13
Set17

apenas aqueles 5 minutos

bii yue

Ela sentou-se no seu banco de jardim favorito. O tempo estava agradável, para o verão abafado que se fazia sentir, uma brisa fazia os seus cabelos esvoaçarem e explorar os vários tons de vermelho e laranja. Tinha algum tempo livre para puder fugir do mundo e puder escrever no diário de couro. 

"Acordar é um pesadelo, fico sempre à espera da noite para que haja um pouco de silêncio. Sentir que estou minimamente bem comigo mesma e não esta desgraça de desespero que cresce a olhos vistos. 

Não preciso de portas abertas, só quem tem a honra da sorte consegue encontrá-las. Fico agradecida por ter janelas, mas era preciso que elas permanecessem abertas. Porque vejo-me a ir ao encontro delas e depois um vento completamente inesperado vêm fechá-las ou desaparecem completamente da minha vista.

Juro que estou a esfolar-me para não voltar a cair naquele buraco, abraçar por completo o meu lado mais obscuro. Quero estar bem, mas não o estou. É de partir o coração ver como me sinto e ter que me resignar a esperar para que a sorte mude, mesmo continuando a lutar e sabendo qe desistir não é uma opção.

As sensações passadas não param de voltar, os sonhos com um futuro que esta constantemente a ser adiado. Símbolos qe voltam a ganhar ênfase e quererem marcar-se na minha pele. Uma luta sem descanso físico ou psicológico para não me afogar nesta frustração e desilusão constantes."

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