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19
Mar19

Qual a minha ambição?

bii yue

Puseram-me esta questão qual era a minha ambição de quando era mais nova. A verdade é que eu nunca pensei ou sequer conseguia imaginar o meu futuro quando fosse crescida, como o sou agora. Apenas tinha em mente que iria fazer tudo para sair de casa assim que tivesse oportunidade! A maior parte da minha adolescência foi agarrada a essa "ambição", só queria que esse momento chegasse e não conseguia imaginar um depois.

Devido a toda a história, essa era a minha ambição (se assim se pode chamar), porque também nunca fui daquelas pessoas que me imaginava já como adulta, ou sonhava com o casamento e coisas desse género. Serei a única? Se calhar não, mas senti-me como uma pessoa que não tinha ambições que valessem a pena. Afinal vivia para quê? Para que futuro? Quais eram as minhas ambições de vida? 

Neste momento da minha vida, gostava de dizer que tenho ambições e se calhar até tenho, mas levo a vida mais por objectivos. Tenho objectivos finais (a chamada ambição?!) , sei que carreira quero seguir, o que fazer para me fazer sentir que estou a viver a vida e não a desperdiçá-la. Sinto que a palavra ambição é demasiado grande para a minha pessoa, porque habituei-me a definir objectivos e viver mais no presente e não a ficar ansiosa pelo futuro

Se sou uma pessoa ambiciosa? Um pouco, gosto de me surpreender a mim própria, gosto de lutar pelos meus objectivos e sentir aquela realização no final. Qual é a minha ambição? Vai ser o clichê de ser feliz e puder chegar a conclusão que apesar dos obstáculos, consegui viver e ter momentos que ficaram gravados na memória (que me fizeram sorrir, que me fizeram sentir liberdade e independência, que me derretem o coração) e me ajudaram a ser a pessoa adulta que sou hoje e irei continuar a ser...

08
Fev19

um bloco sai do sitio e os outros acabam por cair todos

bii yue

Quando finalmente podia ficar a dormir até tarde durante os dias de descanso, o meu corpo decidiu que isso não iria acontecer, que iria acordar com ele e não voltar a adormecer. Pensava que ao menos iria conseguir ser bastante produtiva, mas só aconteceu no primeiro dia porque ainda estava com imensa energia e esteve bom tempo para ficar a apreciá-lo. Nos seguintes entrei em modo a morrer aos bocados pelo quarto, a tentar ser minimamente produtiva e fazer o que tinha para fazer. 

E para pôr a cereja no topo do bolo, as hormonas começam a atacar fora de horas e começa a afetar-me mais do me deixo ter noção. E a partir daí tudo começa a descarrilar... Hormonas misturadas com sensibilidade, dores, acne, e infelizmente isso afeta o mental de uma mulher. Parece que me transformo numa outra pessoa, que deixa de ser empatica, que só sabe estar revoltava sem ter razão, mas logo a seguir quer ter uma crise de choro porque sabe que não é ela, mas não se consegue controlar. 

Eu juro que dou o meu melhor a ser compreensiva e tenho noção das coisas, infelizmente sou bastante needy mas habituei-me a tirar do pouco, e esta a acontecer novamente, a pilula a transformar-me numa pessoa que não sou, a levar-me ao limite.

Não gosto de ter discussões, não gosto de ter que ser chamada à terra, especialmente por ser daqueles situações que são acumulações de outros dias, do stress, cansaço e não propriamente da situação em si. Não gosto de sentir que estou a perder o controlo de mim própria. Não gosto de me sentir no limite e não saber para que lado me virar.

07
Set18

O que há de novo nos 24?

bii yue

Os dias de aniversário, costumam ser estranhos na minha mente. Óbvio que é uma data minimamente marcante, porém também um conflito. Sendo que este ano foi o mais intenso. Com 24 anos, mas sinto-me com espiríto de 20 anos, acrescentando as responsabilidades de uma jovem adulta. 

Quando somos mais jovens pensamos no futuro, conseguimos imaginar que carreira queremos ter, como queremos que a nossa vida seja, que tipo de casa queremos, que pessoas queremos ter ao nosso lado, ... No entanto, aqueles anos antes de ser um adulto que é capaz de se sustentar, não existe essa imaginação porque é uma fase completamente nova e cheia de desafios. Encontro-me nessa fase do desconhecido. É um pouco frustrante devido ao conseguir imaginar o futuro que quero para mim, mas estou "presa" entre o estar prestes a acabar o meu percurso como estudante e começar o meu percurso como uma adulta que vai ser capaz de se sustentar, e continuo sem conseguir imaginar essa mudança, o início de um novo capítulo. Existem demasiadas variáveis que não dependem completamente de mim, é a sorte, o azar que o universo nos dá...

Na altura dos 20 anos, há pessoas que casam, pessoas que já tem filhos, pessoas que ainda estão a estudar, pessoas que estão a começar a construir a sua carreira. É a mais pura das verdades, e é assustador!

Estou a reencontrar-me, ter mais cuidado com o meu exterior e interior. Tenho projectos e objectivos em mente para este ano, porque quero sentir-me feliz e realizada, sentir prazer pela vida. Pelo meio destes pensamentos, também existem aquelas loucuras. 

Fiz-me a minha 3º tatuagem, uma decisão mais ou menos de momento, por diversas vezes me terem dado essa oportunidade. No meu dia de anos, fiz uma onda no tornozelo. Ainda não acredito que fui em frente, talvez tenha sido uma decisão um pouco precipitada, mas loucura também faz parte, para além que é uma dor viciante. A dor foi da mesma intensidade da 1º tatuagem que fiz, mas como foi em cima do tendão, tinha espasmos que não era capaz de controlar. 

Foi um dia, como tantos outros que já passaram. O que muda são as emoções, sinto-me mais velha no seu sentido real, mas perdida, mas encontrada, nesta fase, com um rumo desejado mas com bastantes desafios ainda pela frente. 

O melhor do início destes 24, foi ter recebido o presente mais tocante, inesperado e simples que existe.

Palavras que irão ecoar na minha vida, para juntar à coleção de outras que continua a trazer presentes na minha mente.

Lágrimas de felicidade.

 

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contacto: helenabeatriz12@sapo.pt

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